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  • Pirates Party traz D-Nox & Beckers de volta a Curitiba

    Na próxima sexta 25/set Curitiba recebe novamente um dos projetos mais queridos da cidade: D-Nox & Beckers. Sem tocar por aqui juntos desde a última Tribe que rolou na capital, a dupla vem apresentar o seu novo álbum Distance na Pirates Party 2011.

     Além dos alemães, a festa receberá também o projeto audiovisual Ask2Quit, formado pelos respeitados DJs Léo Janeiro e Marcelinho CIC e pelo VJ Vagalume. Para fechar o line-up, temos os locais Jeje e Mário Deluca. A festa acontece no mais novo ambiente para grandes festas da cidade, o Espaço Torres, e tem os ingressos à venda pelo Alô Ingressos (já em segundo lote). Para quem gosta de boa música e boas festas, imperdível!

  • Review: Oliver Huntemann – Paranoia

    AnNa semana passada o mundo do techno ganhou um lançamento de grande relevância: o álbum Paranoia, de Oliver Huntemann. O alemão, acredito eu, dispensa apresentações. Alguém com 20 anos de estrada, que já remixou para Chemical Brothers, Underworld e Depeche Mode, e já fez trabalhos relevantes com Stephan Bodzin e Dubfire só passaria despercebido se você ficou esse tempo todo indo na Wood’s.

     

    O lançamento em questão é o quarto álbum do alemão, e manteve suas características que o consagraram: techno com bastante peso e idéias inovadoras. E dessa vez além das insanidades nas músicas, como em Tranquilizer e In Times of Truble, Huntemann também inovou no live, que agora é realizado com apoio de uma Reactable. Para quem não sabe, é uma mesa totalmente touch, que interage com a música de acordo com diferentes objetos colocados sobre ela. Melhor que explicar, é mostrar ela funcionando:

    Se o que você procura é algo para a pista, o release não decepciona. Grandes produções, como Phantom, Delirium e Rotten já figuram nos melhores sets de techno mundo afora “torcendo a coluna” do pessoal, enquanto que a melódica The End faz as vezes da vibe “vem cá me abraça”.

    Um último destaque relevante pode ser dado às duas ilustres participações: Robert Owens, vocalista requisitadíssimo de Chicago que empresa a voz em Hope, e Ane Trolle, que canta Wahnfried, mas você com certeza conhece pelos lindos vocais cedidos à Moan, megahit de Trentemoller. As duas faixas podem ser encontradas em versões instrumentais exclusivamente no Beatport.

    Em resumo, não é um lançamento que vai mudar o mundo, mas ainda é um ótimo álbum, que mantém o elevado nível do anterior, H-3. Vale comprar no mínimo metade dele.

  • Fotos da Tribaltech 2011

    No último sábado Curitiba recebeu a edição 2011 do Festival Tribaltech. Mesmo tendo que enfrentar diversos contratempos, como a chuva que assolou a cidade o dia e a noite toda e o furo de um dos principais headliners (Marc Romboy), a festa aconteceu e foi linda. Nos próximos dias vocês verão a nossa cobertura completa, com videos e um podcast-review, mas enquanto ela não fica pronta, dêem uma olhada nas fotos que tiramos por lá.

    O trabalho é da nossa fotógrafa oficial Priscila Kuhn, e o resto das fotos vocês podem conferir em nossa página no Facebook.

  • Garanta já seu ingresso para o Tandava 2011

    O feriado de 15 de novembro está se aproximando e, com ele, também o Festival Tandava, maior do sul do país. Serão 5 dias de festa em um lugar paradisíaco, repleto de gente bacana e com o melhor line-up de sua história, dividido em dois stages – o principal com grandes artistas, como Rinkadink, Shane Gobi, Sensient, Swarup, Flow & Zeo, Element, Kultra, o casting da Synk e também da Tropical Beats, entre outros; e a pista alternativa, que vem com 5 grandes festas, que levarão a diversidade ao festival: Funk You, We Are The Night, Reboot, Vive La Musique e Step One, sem contar os momentos de chill out e trip hop.

    Os ingressos já estão no terceiro lote, e perto de esgotarem (lembrando que é uma festa com limite de público). O preço atual é de R$130,00, válido para os 5 dias de festival, e você pode comprar conosco! Interessou? Entre em contato conosco por e-mail, Twitter ou Facebook e garanta já o seu. Para saber maiores detalhes, confira o nosso post completo sobre o festival, ou então visite seu site oficial.

  • Festival Mystic Tribe acontece neste fim-de-semana

    Neste fim de semana a cena psytrance dá mais um importante passo na sua re-ascenção. Nos dias 15 e 16 de outubro acontece a edição especial de primavera do festival Mystic Tribe – a “Free Minds for a Spring Time“. 

     

    Esta temática evidencia a importância dos ciclos da natureza em nossa vida e a chegada de uma nova estação. A partir dela, a Mystic Tribe faz um convite para deixar de lado a preocupação da vida urbana, e ver o “despertar da primavera” nas diferentes plataformas da arte. Com uma cenografia enriquecida por videomapping e intervenções artísticas, a proposta é sintonizar cores, natureza e música para um clima psicodélico e criativo, aguçando todos os nossos sentidos. O destaque, segundo a organização do evento, fica por conta do artista multimídia Marcelo Jaz, que levará o 3D a esta ambientação inovadora.

    Falando em line-up, serão 27 horas de música divididas em duas pistas. A pista principal, voltada para as vertentes psicodélicas, conta com grandes artistas internacionais, desde os já consagrados Headroom e AKD, até os excelentes lives inéditos Kindzadza, Cyberhen e Furious. Na alternativa, a diversidade toma conta: desde o techno do Du Serena até o chill out de Pedra Branca e Deustch.

     

    A festa acontece na Fazenda União, em Sarapuí (SP). Os ingressos estão à venda por R$90,00. Para maiores informações, acessem a fanpage do evento neste link.

  • Quem é Schasko?

    Houve um tempo em que as raves tinham apenas dois palcos: o principal e um outro popularmente conhecido como chill out. Apesar do nome, não era só chill out que rolava lá: praticamente tudo da cultura downtempo (trip hop, nu-jazz, funk, lounge, hip hop, breakbeat) tinha espaço por ali. Com o boom da cena (erroneamente) chamada low bpm, este ambiente foi perdendo lugar para os palcos voltados para a nova moda.

    Saudosistas reclamaram, e finalmente foram atendidos. Neste ano a Tribe 10 Anos já contava novamente com o seu The World Stage, indicando que o chillas estava voltando, mas o retorno foi selado com o anúncio de que a Tribaltech teria uma tenda comandada pelo selo Funk You. O line-up possui grandes nomes, como Trotter e Anaum, mas hoje falaremos de um dos idealizadores da coisa toda: Schasko

    Com grandes festivais como Skol Beats e Boom Festival na bagagem, Schasko idealizou a festa Funk You em 2008, revolucionando o underground de Curitiba, se tornando referência local e nacional em downbeats. Em 2009 assinou a compilação Songs of Taj, para a famosa casa noturna de Curitiba e Balneário Camboriú, e também iniciou a residência no projeto semanal Cambalacho. Em 2010 passou a dedicar-se integralmente à Funk You, que completou 3 anos em 2011 e terá palco exclusivo nos dois próximos festivais de relevância do Paraná: Tribaltech e Tandava.

    Musicalmente falando, Schasko trabalha com o verdadeiro low bpm, por assim dizer. Batidas quebradas, influências do hip hop, bootlegs e mash ups, muuuitos mash ups. Para compreender melhor o que ele faz, o ideal é ouvir. Confiram abaixo o set recentíssimo que ele soltou na rede:

    Seja na Tribaltech ou no Tandava, a tenda Funk You será uma excelente pedida para aqueles momentos em que desejarmos ver um som diferente. E viva a diversidade!

  • Quem é Criolo?

    Desde 2008, quando a TribalTech passou a se intitular um Festival Multicult, temos a presença do palco Organic Beat, voltado para bandas e artistas alternativos. Apesar de ter sido duramente criticado no começo, com o tempo o público aprendeu a digeri-lo, especialmente diante de grandes atrações que já passaram por ele: Nação Zumbi, Céu, Pedra Branca, B-Negão e Os Seletores de Frequência. Para este ano, uma nova escalação promete levar mais inovação à tenda, mas não havia artista melhor que Criolo para encabeçar a empreitada.

     

    Rapper em atividade há mais de 20 anos, Criolo Doido era desconhecido até 5 anos atrás, até que fundou a Rinha dos MCs, lançou seu primeiro trabalho de estúdio (Ainda Há Tempo) e passou a ser reconhecido pela cena hip hop. De 2006 a 2010, experimentou um leve crescimento na carreira, sendo indicado a prêmios e fazendo participação em especiais e filmes, mas a explosão veio mesmo em 2011.

    Após mudar seu nome artístico para simplesmente Criolo, mudar do hip hop para uma mistura de MPB, funk, soul e blues (um tanto alinhado a algo que estão chamando de MPBC – Música Popular Brasileira Contemporânea), e lançar seu segundo álbum gratuitamente na internet, o reconhecimento veio em massa. O disco em questão, Nó Na Orelha, foi um sucesso de crítica, tanto nacional quanto internacional, fato que garantiu a ele presença em programas como o Altas Horas e a indicação a 5 VMBs (a premiação anual da MTV Brasil), inclusive a melhor música, com Não Existe Amor em SP:

    Quanto ao som, a descrição de MPBC parece adequada. Sendo parte de um palco voltado a um público alternativo, não existe contexto melhor – e quem sabe, naquele intervalinho entre uma tijolada do Captain Hook e uma solada do Popof, não valha a pena conferir esta novidade?

    Site Oficial: http://www.criolo.net/
    Facebook: http://facebook.com/criolo.oficial
    MySpace: http://myspace.com/criolomc
    Twitter: http://twitter.com/criolomc

  • Psicodelia Sessions #004 – Element

    Se algum tempo atrás falavam que o psytrance estava morto, hoje temos certeza: foi só uma fase. Principalmente graças ao progressivo, o estilo voltou “à tona” e está cada vez mais presente nos line-ups da festa com essa faixa de BPM um pouco mais baixa.Sendo assim, para honrar a psicodelia do nosso nome, trazemos para esta edição do Psicodelia Sessions um prog legítimo.

    O escolhido é Marco Lisa, a.k.a. Element, DJ de progpsy que está cada vez mais presente nas festas, graças ao seu prestígio online, que já lhe garantiu lugar nos tops do SoundCloud e uma fanpage de dar inveja a qualquer DJ principiante. Com uma linha séria ele vem mostrar um pouco dos sets que embalarão a pista de grandes festas nos próximos dias, como a TribalTech, o Tandava e a Rolling Mushroom de Palmeira.

    • Egorythmia – Night Shift (Major 7 Rmx)
    • Echotek – Mr Hyde
    • Monolock – Deeper Motion (Solaris Vibe Rmx)
    • S-Range vs Major 7 – Back & Forth
    • Infinity – Traditional Ways of Healing
    • MUTe vs Egorythmia – Life Cycle
    • J&B Project – Nice Days
    • Zyce – Technology
    • Infinity – Alcoholism
    • Invisible Reality, Timeless – Time is Invisible

    Então está esperando para dar o play, ouvir nosso bate-papo e o set?

     
  • XXXperience 15 Anos confirma The Prodigy como headliner

    Já tem algum tempo que a XXXperience foca sua comunicação no tal “mundo dos sonhos“, e será nesta edição que ela conseguirá cumprir o prometido: realizar o sonho de boa parte do seu público. A edição de 15 anos tem tudo pra ser a melhor da história por diversos motivos, e hoje a cereja foi colocada na ponta do bolo: o headliner da festa ser’aninguém menos que The Prodigy!

    Já tivemos diversos artistas de grande renome tocando na XXXperience, como Deadmau5 e Paul van Dyk por exemplo, mas The Prodigy é especial por diversos motivos. Além de ser um som de extrema qualidade, eles fazem parte da história da música eletrônica e, por que não, da história da música como um todo. Estes ingleses, que já possuem 21 anos de carreira na bagagem, são influência de 10 em cada 10 produtores atualmente. Não só pelos diversos remixes já feitos para os seus clássicos, como Out of Space, Smack My Bitch Up e Voodoo People, mas pelo conceito musical criado. Não há dúvidas de que se não fosse a existência do Prodigy nos anos 90, mais da metade do resto line-up desta XXX sequer existiria.

    Prodigy – Smack my bitch up por AndreIntruso no Videolog.tv.

     

    Sendo assim, será mais do que um live épico: será uma aula de história e música. E junto com ele, vários outros nomes de peso, que sozinhos já garantiriam um grande festival: Steve Aoki e seu maximal / electro, Sander van Doorn e um prog house com fortes influências do eurotrance, o psytrance do set old-school do Infected Mushroom, o minimal tech doente de Marc Houle, o techno reto de Mauro Picotto, além de uma infinidade de outros nomes relevantes, como Dusty Kid, Popof, Growling Machines, Neelix, Tocadisco, Dimitri Vegas, Christian Smith, John Dahlback.

     

    Some esse dream team da música eletrônica à estrutura da Maeda e o know-how dos 15 anos da marca XXXperience e… Preparem-se para um dia para ficar pra sempre na sua memória – e na história da cena nacional.

  • Rolling Mushroom fortalece a cena do interior do Paraná

    Eu, como bom interiorano que sou, posso falar com propriedade: o morador da capital (seja do estado que for) acha que no interior só rola sertanejo. É um preconceito até justificável: a mídia de massa nos vende essa idéia de que “no mato” só tem caipira, e acabamos nos vendo como réplicas em menor escala de norte-americanos, achando que o Brasil é uma grande floresta. Mas deixando esses rótulos de lado, percebemos que tem muita coisa boa rolando nas pequenas cidades do país: desde grandiosas edições da Playground, até clubs de renome, como Privilége JF Sirena.

    É dentro dessa proposta de grandes festas em pequenos centros que nasceu a Rolling Mushroom em 2007, na cidade de Palmeira, interior do Paraná.

     

    Com o mote “Dois estilos, duas tribos… Uma festa!”, a proposta era mostrar ao público local como é um grande evento de música eletrônica, mas respeitando a cena local que já existia (no caso, uma cena rock). Diante disso, foi criada uma festa com um palco composto por DJs de psytrance e electro e outro palco por bandas de pop rock. Essa mistura, que no primeiro momento pareceu absurda, funcionou muito bem (inclusive é algo que a Tribaltech faz desde 2008), o que originou outras festas ao longo do ano seguinte.

     

    Agora, após um hiato de 3 anos sem eventos, o núcleo está de volta com uma edição showcase, nos moldes da Kaballah. Dentro do melhor club da cidade (Stone Bar), a Rolling Mushroom Club vem com a proposta de reviver a energia que existia nas suas festas, para que em 2012 entre com tudo no mercado local e estadual!

    No line-up eletrônico, temos velhos conhecidos nossos: Mimic, com seu techno/tech house que conhecemos na primeira edição do Psicodelia Sessions; Gui Empke e sua mágica em baixas frequências, conferida na segunda edição do Sessions; Element, a estrela da última edição do Sessions; e a estréia do live do Kultra, projeto de techno pesado que vem despontando desde o lançamento do seu álbum Fímbria.

    Para tomar conta do palco rock, duas bandas de qualidade. Confine trará o que de melhor aconteceu nesta cena entre os anos 80 e os anos 2000, enquanto a SoundboX faz um show 100% composto por músicas de bandas britânicas, dos Beatles ao Blur.

    A festa acontece no próximo sábado, dia 15 de outubro, e está com ingressos à venda por R$15,00. Para o pessoal de Curitiba que gostaria de ter essa expriência diferente em outra cidade, está sendo organizada uma excursão ao custo de R$20,00 (ida e volta). Para adquirir qualquer um destes itens, basta entrar em contato conosco pelo contato@psicodelia.org.

    Para maiores informações, fica o link: http://j.mp/RMClub