Blog

  • Line-up completo e todas as informações da Tribaltech 2012

    E finalmente o mistério acabou! Há poucos minutos a organização da Tribaltech acaba de divulgar o line-up completo e todas as informações da edição de 2012, que você confere agora no Psicodelia!

    LINE UP

    Serão 5 palcos, divididos de acordo com o estilo. O Psy e o Centro Europeu Aimec são acessíveis com qualquer ingresso, já os outros três apenas com backstage ou camarote. Segue abaixo cada palco e os artistas que se apresentarão neles.

    BLACK TARJ STAGE

    Dubfire
    Magda
    Format B
    Boris Brejcha
    D-Nox
    Dave Clarke
    Gustavo Bravetti
    Rolldabeetz
    Ilan
    Aninha

    PSY STAGE

    Avalon
    Krome Angels
    Easy Riders
    Killerwatts
    Symphonix
    Shadow Fx
    Ace Ventura
    Tetrameth
    Protonica
    Scotty (VooV Festival)
    Element
    Sarshas

    CLUB VIBE STAGE

    Stimming
    Pillowtalk
    Crazy P
    Danny Daze
    NTFO
    Wildkats
    Neighbour
    Funky Fat
    Renato Ratier
    Gromma
    HNQO
    Fabo

    CENTRO EUROPEU AIMEC STAGE

    Raul Aguileira
    Alonso Figueroa
    Dante Pippi
    MK Silva
    Mateus B.
    Renato Cohen
    Final Desafio DJ
    Primeiro Colocado Desafio DJ
    Segundo Colocado Desafio DJ
    Terceiro Colocado Desafio DJ
    Felipe Akel 
    Claudinho Brasil

    TRACK TOP STAGE

    Rodrigo Carreira (Synk)
    Malcon Costa (Synk)
    Tite Clausi (Clow)
    Ale Rauen (3Plus)
    Crash Toniatti (Tech Grooves)
    Ale Albieri (3Plus)
    Guilherme SD (Grow)
    Daniel Sun (Grow)
    Paulo Pires 
    Gabi Lima (3Plus)
    Ricardo Albuquerque (Radiola)
    Rubens Neto (Radiola)
    Doriva Rozek (128 Bpm)
    Danee (128 Bpm)
    Jeff (Gipsy Djs)
    Biel (The Funky Factory)
    Felipe Desideratti (Danghai)
    Mario Deluca (Vibe)
    Yuri Bernardi (Danghai)
    André Borges (Danghai)
    G.Felix (Up Sounds)
    Delippe Reintenbach (Connection)
    Bira (Arenatrance)
    Roger Thiago
    Tube (Zoominimal)
    Helt (Zoominimal)
    Edu Lima (Pimp Chic)
    Maykon Santoli (Pimp Chic)
    Jean Villegas (Grove4Fun)
    Snnopy (Groove4Fun
    Allen (Sounds da City)

    LOCAL E HORÁRIO

    O local é o de sempre – Fazenda Heimari – mas o horário mudou, muita atenção: a festa agora é Night & Day, começando às 22h do dia 29 de setembro e terminando às 15h do dia seguinte!

    ESTRUTURA

    Serão dois camarotes: um no Black Tarj e outro no Club Vibe. Contarão com visão privilegiada dos palcos, venda de bebidas em garrafa, banheiros, estacionamentos e entrada exclusivos. Importante ressaltar que não são open bar! O Laser Beam Factory mais uma vez marcará presença, proporcionando a beleza visual que já é característica da Tribaltech. Os brinquedos também voltaram, representados pelo Bungie Jump e a Tirolesa.

    INGRESSOS

    Eles estarão à venda a partir do dia 9 de julho, em todos os pontos do Alô Ingressos. Seguem abaixo as informações:

    Pista

    1 lote – $85
    2 lote – $95
    3 lote – $115
    4 lote – $135

    Back Stage

    1 lote – $125
    2 lote – $145
    3 lote – $165
    4 lote – $185

    Camarote

    1 lote – Feminino – $145 / Masculino – $165 
    2 lote – Feminino – $175 / Masculino – $195 
    3 lote – Feminino – $205 / Masculino – $235
    4 lote – Feminino – $255 / Masculino – $285

    E agora começa a contagem regressiva: faltam 89 dias para essa que promote ser a maior e melhor Tribaltech da história!

    … e como a organização da TT não cansa de afirmar: “a última“.

  • Entrevista exclusiva com Pixel, sobre seu novo projeto de progressivo

    O progressivo é o som do momento na cena psytrance. Diversos artistas consagrados no full on estão pisando nesta área – para citar alguns exemplos, temos o X-Noize com o projeto Major 7 e o Sesto Sento, com seu The 8th Note. O mais novo produtor a embarcar nessa é Pixel, israelense que já lançou diversos hinos e nunca decepcionou nos palcos – mesmo nos anos recentes.

    Para entender quais as intenções dele com o projeto (que se chamará Pixel também), nós batemos um papo rápido com ele, que você lê abaixo.

    Vamos começar com a pergunta que todos querem saber a resposta: por que começar a tocar progressivo? De onde veio a idéia?
    Então, a cena está sempre se movendo e evoluindo, e como um artista eu tenho que fazer minha produção se mover e evoluir também. Eu senti que era hora de explorar outros tipos de produções, com BPMs mais lentos e “menos sons” – eu tenho que admitir que estou gostando de ter todo esse “espaço” em minhas produções agora, isso me dá a possibilidade de fazer sons ainda maiores. E todos nós gostamos de sons grandes 🙂

    E o novo projeto irá soar como? Introspectivo como um Ace Ventura, ou off-beat, como um Neelix?
    Bom, eu espero que ele soe como “Pixel”! Eu gosto dos sons conversando um com o outro, uma coisa meio “pergunta-e-resposta”… São uns truques novos que aprendi recentemente, será interessante 🙂 A idéia é desenvolver meu próprio estilo.

    Dois grandes amigos seus, Gabe e Ido Ophir (Domestic), começaram a tocar techno 5 anos atrás, durante estes anos mudaram um pouco, e agora estão tocando sons como tech house, deep house e nu disco. Quais são os seus planos para o seu projeto?
    Neste momento o plano é apenas fazer música, como Pixel – mas com uma nova sonoridade. Ido e Gabe são grandes produtores e eu sempre encontrarei inspiração em seus trabalhos.

    Podemos esperar colaborações entre você e outros artistas de progressivo?
    Sim, eu já fiz 3 tracks com o Freedom Fighters, uma com Born Sleepy (projeto progressivo do Illumination) e Domestic, e uma última com o Space Cat (135 BPM). Eu também tenho planos futuros de fazer com outros artistas, como Captain Hook, Ritmo, Riktam & Bansi e Gabe – só falta encontrar tempo para tal 🙂

    Deixe uma última mensagem para seus fãs brasileiros, que lêem o Psicodelia.org e irão assistir seu set no Danghai Club!
    “It’s time to rock it!”

    O LANÇAMENTO

    O lançamento do projeto acontece nesta sexta-feira, 29 de junho, no Danghai Club, de Curitiba. Para maiores informações, confira o evento oficial no Facebook, ou a fanpage da casa. Como bem disse Pixel, é a cena em constante movimento e evolução! 

  • Seria esta a última Tribaltech da história?

    Desde que a divulgação da Tribaltech de 2012 começou, um tal “fim” da festa tem sido anunciado. Diante de todo o burburinho em cima do assunto, acionamos a Rádio Peão e investigamos o assunto – e agora você conhecerá os fatos levantados.

     

    O BOATO

    A edição 2012 da Tribaltech seria a última.

    A FONTE

    A divulgação oficial do evento, que o vende como “a última festa underground de todos os tempos“.

    A ARMADILHA

    A Tribaltech se vendeu como “festival” de 2008 a 2011, e agora misteriosamente voltou a intitular-se como “festa“. Discutir o significado do termo “festival” é como discutir o sexo dos anjos, mas tomando como base a definição mais comum, a Tribaltech não era um festival propriamente dito, especialmente pela curta duração. E agora vale lembrar que por alguns anos, a divulgação teaser falava em dois dias de evento, mas em todas as ocasiões, acabou por confirmar-se apenas um dia na divulgação final. Ouvindo a entrevista com o Jeje e conversando com pessoas próximas da organização, nota-se um grande apego à marca, e uma vontade imensa de fazer ela crescer e se tornar cada vez mais relevante.

    O CALENDÁRIO MAIA

    Há também quem acredite que isso seja apenas uma brincadeira com o fim-do-mundo, “marcado” para acontecer em dezembro desse ano, segundo algumas leituras duvidosas do calendário maia. Não é de se descartar esta possibilidade, mas seria uma brincadeira muito forçada, para a proporção que ela está tomando.

    ENTÃO, O QUE VAI ACONTECER?

    Nós acreditamos que a Tribaltech irá mudar drasticamente de formato, restando apenas a mainstream XXXperience no calendário da T2 Eventos, por isso ser a “última festa underground“. O novo formato é um mistério – alguns apostam em squat parties espalhadas ao longo do ano, outros em um festival de longa duração, focado no underground do techno e do house, e há quem acredite que ela vá se tornar mainstream, a exemplo da XXX. A organização nega todas as versões, e se limita a dizer que o evento irá acabar e ponto, mas… Acabar assim com a marca que foi responsável pelo desenvolvimento da cena open air curitibana, fazendo com que ela fosse a segunda maior do país, seria um tiro em todos os nossos corações – e sabemos que a T2 jamais faria isso.

    Se o Warung é patrimônio cultural de SC, a Tribaltech sem dúvidas é patrimônio cultural paranaense, e jamais deve acabar.

  • Vem aí Club!, a nova balada eletrônica de Curitiba

    Temos visto o reflexo da ascenção da cena eletrônica em grande escala na cena open air, com a vinda de grandes festivais mundiais para o país. Porém, a cena indoor também está em franca expansão, tanto que no próximo dia 14 de julho, Curitiba receberá mais um club de peso, que terá o peculiar nome Club!.

    Situado aonde ficava a antiga Momentai, o endereço é a única coisa que ele herda da antiga balada. Totalmente reformulado, desde a estrutura física até o sound system, o ambiente foi totalmente adequado às necessidades de uma casa focada em música eletrônica. A inauguração, marcada para acontecer no dia 14 de julho, já conta com um line-up de peso: os suecos do Ticon encabeçam a noite, contando com o warm up de Guilherme SD e a finalização da noite de Renan Zeppini, do E-Lit.

    E no resto do mês o nível não irá abaixar: dia 20 o alemão Tocadisco irá embalar a noite, dia 21 será a vez de Eli Iwasa, Aninha, Gromma e Marco Lisa, e dia 27 a noite pertence a Glitter, E-Lit, Farhat e Fat Skull. A agenda de agosto ainda não está fechada, mas a curadoria artística da casa promete manter o alto nível!

    Para ficar por dentro da agenda e de promoções, não deixem de curtir a fanpage da casa, neste link. É a cena curitibana em franca expansão – o público só tem a comemorar!

  • Entrevista com Hardwell

    Se você nunca ouviu falar de Hardwell, com certeza ainda irá. Apesar do nome lembrar do houseiro mafioso sueco Axwell, o seu estilo tá mais próximo dos dirty dutches – e que apesar dos seus 24 anos de idade, já tem tracks produzidas em colaboração com Alesso, Coyu e até mesmo Tiesto. Na estrada desde 2006, seu talento e suas amizades já lhe renderam uma agenda invejável, que vão desde a lugares nobres de Ibiza, como o Amnésia e o Space, até grandes festivais dos sonhos, como Sensation White e Tomorrowland.

    O nosso amigo Sérgio Junior, do Agitos SP, bateu um papo com ele, que você confere abaixo:

    Quais as dificuldades do começo da carreira?
    O início da carreira é, para todos, uma fase de muito trabalho duro, para construir uma base sólida. Acho importante entrar em contato com as pessoas certas, e começar a trabalhar em sua rede de contatos desde o primeiro dia.

    Antes de ser famoso você se imaginava crescendo e tocando em festivais renomados, como o UMF?
    Tocar em grandes festivais ou em clubes famosos tem que ser o objetivo de todos que iniciam uma carreira, estes são os objetivos nos quais você deve estar focado.

    Os seus pais te influenciaram a seguir a carreira musical?
    Meus pais sempre me apoiaram na decisão de focar na música, é claro que eles ouviam muita música em casa.

    Tocar no UMF Miami tem algum tipo de peso ou responsabilidade maior do que em outros festivais?
    Ultra é um pouco mais importante porque acontece durante uma conferência musical, uma semana na qual toda a indústria está voltada para lá. É no centro das atenções da indústria da dance music, e a energia daquela multidão é algo inimaginável, que eu nunca tinha vivenciado antes.

    Quais são seus projetos futuros?
    Trabalhar em muitas colaborações. Por enquanto, com Porter Robinson, Wolfgang Gaertner e Funkerman. Minha próxima track também é uma colaboração especial e será lançada em julho, pela Revealed Recordings, fiquem de olho nela. É o pico absoluto dos meus sets nas últimas semanas, mal posso esperar para lançar esta bomba! Neste verão irei lançar também uma série de perguntas e respostas no YouTube, para estar em contato direto com meus fãs.

    Quais são as suas influências musicais?
    Esta é uma pergunta muito ampla. Na dance music seria Tiesto, Axwell, Deadmau5, mas se formos falar do mainstream, eu diria Dr. Dre, Pharrell, Adele, Coldplay e muitos outros.

    Que direção você vê que a dance music seguindo?
    A música está sempre evoluindo. É difícil determinar qual direção ela irá, mas você pode ver os mundos do pop mainstream e do underground fundindo-se. Eu acho que nos próximos anos veremos colaborações entre artistas cada vez maiores.

    O que você seria se não fosse DJ?
    Talvez designer gráfico.

    Quando veremos Hardwell no Brasil?
    Espero que logo! Tenho ouvido histórias tão boas sobre o Brasil que amaria tocar em seu país em breve!

    Obrigado pela atenção!
    Sem problemas, os vejo no Brasil! Fiquem de olho na minha agenda no Facebook.

  • Swedish House Mafia anuncia separação

    Hoje o mundo do house ficou mais triste: o trio formado por Axwell, Steve Angello e Sebastian Ingrosso, conhecido como Swedish House Mafia, irá acabar.

    A notícia está rodando as redes sociais, e é confirmada pelo próprio site oficial do projeto, neste link. Segundo o anúncio, a atual turnê deverá ser a última – e última data será divulgada em agosto. As razões da separação ainda são desconhecidas. A mensagem de despedida, em tradução livre, diz:

    “Hoje nós gostaríamos de compartilhar com vocês que a tour que estamos prestes a iniciar será a nossa última. Nós gostaríamos de agradecer a cada um de vocês que veio conosco nessa jornada. Nós viemos, nós deliramos, nós amamos.”

  • Confira a lista de exigências de Steve Aoki para tocar

    Vazou hoje e está rodando a internet duas fotos, com o rider (lista de exigências) de Steve Aoki. O americano mostra que não é superstar apenas na postura de palco: suas exigências excêntricas são de dar inveja a muito rockeiro. A lista vai desde questões técnicas básicas, como mixer específico e CDJs 2000, a lista passa por todos os itens do espetáculo circense (champagne, bolo com logo da Dim Mak e o famoso bote são responsabilidade do contratante!), pelos confortos do camarim, trancável com chave e com Grey Gooses, e finaliza no extremo conforto do hotel, que não pode ser mais de 3,2km distante da festa, e é de escolha do artista.

    A lista está sendo duramente criticada nas redes sociais, tanto que chegou a nós por intermédio de uma publicação raivosa no Facebook pessoal do D-Nox, mas é mais uma daquelas rages exageradas. Realmente, ao olhar isoladamente para o caso, parece revoltante, mas vamos lembrar de algumas bandas muito mais excêntricas que sequer são criticadas?

    Paul McCarney, em seus últimos shows no Brasil, exigiu coisas como água engarrafada no monte Fuji e proibiu estampas de animais em qualquer parte do camarim, bem como mobília branca ou muito escura. O U2, apesar de todo o ativismo, não pensa nas criancinhas africanas na hora de ostentar seu rider: 1 tonelada de gelo, 75 BlackBerries, 14 camarins para amigos e parentes, 14 mil litros de bebidas, além de 9 carros de luxo – 3 Mercedes-Benz, 3 BMWs e 3 Chryslers. E se formos olhar outras bandas, coisas semelhantes ou piores aparecerão.

    E aí pergunto: porque um DJ é tão criticado por exigir coisas semelhantes? Não é uma prática comum na cena há mais de 40 anos? Sem contar os que já associam as exigências ao tipo de som que ele faz. Uma coisa nada tem a ver com a outra! Já tivemos acesso ao rider do Richie Hawtin para a apresentação do Plastikman Live, e podemos afirmar: a lista é bem semelhante a essa. As pessoas precisam separar “o que eu não gosto” de “o que é uma merda“!

    De qualquer forma, se seu inglês é bom, dê uma olhada na lista:

    Dica da Camila, via HBF.

  • Ouça agora o dubstep de Justin Bieber

    Nos últimos anos muito se discute sobre a popularização da música eletrônica. Desde a explosão de David Guetta o pop mainstream praticamente só usa bases eletrônicas, e com a santificação de Skrillex, deadmau5 e Tiesto nos EUA, isso só agravou-se. Festivais voltados à e-music, como o Electric Daisy Carnival estão superando os tradicionais festivais de rock, como Coachella. Ídolos pop e hip hop estão sampleando músicas da cena eletrônica, até então, underground.

    Toda essa bagunça chamou a atenção dos medalhões da cena. No início deste ano Richie Hawtin analisou minuciosamente o caso, e foi otimista inclusive. Porém o que vocês verão hoje pode acabar com qualquer tipo de otimismo: o dubstep de Justin Bieber.

    Pois é. Como todo produto da mídia que precisa de atenção da massa ignorante pra viver, Justin Bieber notou que seu conterrâneo Skrilex estava fazendo muito sucesso com o liquidificador de pregos, batizado de complextro, mas popularmente conhecido como dubstep. E não hesitou: “fez” um dubstep, com sua voz de bebê mal-criado por cima. O resultado eu me recuso a analisar. Apenas digo para tirarem as crianças da sala e darem o play abaixo.

  • Conheça agora os ganhadores do Concurso Cultural da Brasuca

    Foram quase 40 inscritos, sendo a maioria de grande qualidade. A tarefa delegada aos 5 avaliadores não foi fácil: havia tanto material bom, que daria pra fazer um terceiro palco só com concorrentes do concurso, sem ficar devendo nem um pouco em qualidade. Porém, a proposta inicial permitia apenas dois ganhadores, e o veredicto final você conhece agora.

    PALCO PSICODELIA

    O escolhido para tocar nosso palco foi andréSAT, com o set abaixo. A escolha das tracks foi muito feliz, a progressão do set, que começa em 134 BPM e termina em 141 BPM, acontece de forma consistente, e ele apresentou um engajamento forte com o evento.

    PALCO YELLOW

    Para o palco amarelo, Push Pull foi o eleito. O set inscrito é o que está logo abaixo. Seu som foi condizente com a proposta do ambiente, ao mesmo tempo em que fugiu do óbvio que vem sendo tocado incessantemente nas festas.

    MENÇÕES HONROSAS

    Praticamente todos os inscritos possuíam qualidade digna de tocar em um grande evento, mas gostaríamos de separar alguns que se sobressaíram e inclusive ficaram no páreo para vencer.

    2KOMPLEX

    2Komplex – Concurso Yellow/Psicodelia para Brasuca by 2Komplex

    HEIMDALL

    Dj Heimdall – Concurso Yellow Psicodelia para Brasuca by Dj Heimdall

    SCALES

    Scales – Concurso Yellow/Psicodelia para Brasuca by scales_

    RODRIGO LIOTTI

    Rodrigo Liotti – Concurso Yellow/Psicodelia para Brasuca by rodrigoliotti

    T²

    T² – Concurso Yellow/Psicodelia para Brasuca by .T²

    CICLUS

    Ciclus (Live Act) – Concurso Yellow/Psicodelia para Brasuca by ciclus

    PAULO BADOLATO

    ABAETÉ

    Concurso Yellow/Psicodelia para Brasuca by Abaeté

    MEZOMO

    mezomo – Concurso Yellow/Psicodelia para Brasuca by mezomomusic

    JACK RACOON

    Jack Raccoon – Concurso Yellow/Psicodelia para Brasuca by Jack Raccoon

    Como um reconhecimento à qualidade dos que se inscreveram e acreditaram no seu próprio trabalho, todos estão convidados a comparecer no evento para prestigiá-lo. Basta apresentar na portaria o documento usado na inscrição e retirar o seu ingresso.

    HORÁRIOS

    Com os vencedores, o line-up se completa e podemos finalmente divulgar os horários. Eles foram definidos de modo a existir uma sequência lógica entre os estilos – lembrando que estão sempre passíveis de atrasos, mas lutaremos para que eles não aconteçam.

  • Filho de Sarkozy toca na Green Valley dia 9

    Que a cena está prostituída, isso não é novidade. O PorraDJ tá aí há mais de 2 anos nos esfregando na cara vergonhosas apresentações de ex-BBBs, atores globais, modelos e afins como “DJs”. Porém, ainda dá pra considerar a cena “salva”, pois esse tipo de booking geralmente acontece em clubs aonde o foco não é a música – casas com ingresso caro nas quais o público vai só para ostentar seu status quo, pedir champagne com fogos de artifício e torrar uma grana violenta, indiferente ao som que está tocando. Porém a coisa fica feia quando é um club tido como sério e melhor do Brasil que booka um pseudo-DJ.

     

    Sim, estamos falando do Green Valley – eleito segundo melhor club do mundo pela DJ Mag em 2011 (e consequentemente o melhor do Brasil, tendo em vista que o primeiro mundial é o Space Ibiza). O superclub catarinense já enfrentou um mar de críticas por ter sido o responsável pelo lançamento da carreira de Jesus Luz em 2010: a segunda gig do brinquedinho da Madonna foi lá, recebendo um cachê de dezenas de milhares de reais e causando a ira no DJ Tocadisco, profissional de verdade que cedeu parte do seu horário no line-up para o modeléte.

    Pois bem, a poeira baixou e o Gren Valley voltou para os eixos que o consagraram como um club respeitado. Continuou trazendo gente grande (e de verdade), como Axwell, David Guetta, Armin van Buuren, Trentemoller, Booka Shade, Sander van Doorn, o próprio Tocadisco, entre muitos outros. Tudo parece lindo novamente, até que o Grupo GV resolve dar outro tiro no próprio pé: dia 9 de junho, ao lado de Arno Cost, teremos a apresentação do DJ Mosey, nome artístico de Pierre Sarkozy. Pois é, este sobrenome não é uma mera coincidência, estamos mesmo falando do filho de Nicolas Sarkozy, ex-presidente da França.


    Europa se afundando em crise, e Nicolas tem que torrar 40 mil euros pra buscar o playboyzinho de avião militar

    Antes de sair atirando sem saber, fomos pesquisar. Afinal, vai que o cara é tipo um André Marques, que apesar de ser celebridade, toca de verdade? Mas não, ele é mais um Jesus Luz internacionalizado. Musicalmente falando, seu único feito notável foi emplacar o jingle de uma campanha publicitária na França. Como DJ, só tocou em casas como as que citei no começo do post, e seus videos no YouTube colecionam dislikes e críticas pesadas do povo francês. Na vida pessoal, já causou polêmica em seu país por viajar a lazer para o Brasil (vejá só que lindo) usando os seguranças oficiais de estado e dinheiro público, para alegria da oposição a Sarkozy (que inclusive foi eleita e assumiu o país semana passada). O mais revoltante dessa viagem é que nessa passagem por aqui o sr. Mosey fechou duas gigs, no Confraria Club e no Mynt Lounge, por módicos 30 mil euros. Pela cotação da época isso era mais de 75 mil reais!


    Abram no YouTube e vejam quantos votos negativos. Depois peguem os comentários e traduzam no Google. Triste.

    Pois é, não sabemos quanto o Green Valley está pagando no Charlie Harper francês, mas se era pra colocar um segundo headliner no dia 9 de junho, será que não valeria a pena valorizar alguém que toque de verdade? Não precisa ser calouro não, mas tem tanto DJ sério precisando de visibilidade. O GV se orgulha de ser o 2º melhor club do mundo, mas para esse título ter valor ele não pode pisar na bola assim! O mundo da música eletrônica só tem a perder com esse tipo de coisa, e quem está no topo e é referência para o resto do país não deveria jamais fazer uma coisa dessas!

    Uma pena. Uma pena mesmo, GV.