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  • Folha de S. Paulo divulga estudo que afirma que 55% do ecstasy consumido em SP é falso

    Um estudo feito pela Superintendência da Polícia Técnico-Científica de São Paulo, em parceria com a Fapesp, fez uma alarmante revelação: 55,3% do ecstasy consumido em São Paulo não é ecstasy de verdade.

    O MDMA, princípio ativo da famosa “bala”, tem sido substituído por substâncias como anfetaminas, remédios para emagrecimento e anestésico para cavalo, o que acaba alterando seus efeitos e causando surpresas desagradáveis em seus usuários. O psiquiatra Dartiu Xavier já observava isso em atendimentos nos prontos-socorros: “Algumas pessoas tomam a pílula e passam muito mal. Aparecem quadros de hipertensão, arritmia e até infarto ou derrame. Ora, esses não são sintomas do ecstasy.

    O grande problema disso é a “roleta russa” que o usuário está exposto. A maioria das pessoas que usa este tipo de droga o faz por vontade própria e está ciente dos efeitos e danos, porém com o aumento das “balas” falsas, estes usuários poderão ser surpreendidos e enfrentar efeitos colaterais além dos que estava preparado para receber.

    Esse tipo de coisa coloca mais lenha na fogueira do debate sobre a legalização. Se o governo é incapaz de erradicar o tráfico e os usuários não irão abandonar o consumo por conta própria, será que o melhor para a saúde pública não é legalizar, estabelecendo regras de fabricação, distribuição e consumo?

    Clique aqui para ler a matéria completa, com outros depoimentos de especialistas e mais alguns dados complementares. E não podemos deixar de parabenizar a Folha pelo profissionalismo com que tratou o assunto.

     

  • Skrillex e Boys Noize lançam novo projeto juntos

    Não é de hoje que Soony Moore, o Skrillex, vem fazendo parcerias um tanto… estranhas. Começou com alguns tops do house, como Kaskade e Swedish House Mafia – até aí passável. Passou pelos rockeiros do Korn, e ficamos de cabelo em pé. Depois foi a vez de Damian Marley e a excelente Make It Bun Dem – as coisas começaram a ficar interessantes. Agora é um dos maiores nomes do techno/maximal quem se une ao emo: Alexander Ridha, o Boys Noize.

    A diferença, neste caso, é que aparentemente um projeto sério está para ser lançado, não apenas uma parceria momentânea. Os dois fogem do assunto quando questionados em entrevistas, mas o primeiro trabalho deles juntos, intitulado Next Order, não está sendo lançado como “Skrillex & Boys Noize”, e sim sob a alcunha de Dog Blood. Ela saiu no dia 12 de agosto pelos selos Boysnoize Records (de propriedade do alemão) e OWSLA (de propriedade do americano), e o teaser abaixo já está rolando na internet:

    Como podem ver, é uma música muito mais próxima do trabalho de Alexander, mas com o toque característico de Soony. A música inclusive foi tocada por ele no último Tomorrowland, arrancando elogios de desafetos que estavam assistindo online. Confiram no video abaixo, a partir de 6:45:

    Compre agora no Beatport por este link. Especulação iniciada pelos gringos da Mixmag, dica do Leandro.

  • Ouça e baixe todos os Essential Mix da história

    O Essential Mix é provavelmente um dos programas mais importantes da história da música eletrônica. Há 18 anos, a Radio 1 da BBC abre um espaço de 2 horas para grandes DJs e produtores, neste programa comandado por Pete Tong. O programa inspirou diversos outros podcasts mundo afora (inclusive o nosso Psicodelia Sessions), e se tornou um termômetro para a carreira dos grandes nomes – independente do estilo.

    Nunca foi difícil encontrar os sets do Essential Mix para download, bastar dar uma googlada e facilmente se encontra, mas… Ter 910 programas reunidos assim, em uma conta do SoundCloud é muita mão na roda, não acham? Então deliciem-se com as quase 2000 horas de música ininterruptas abaixo (é quase 3 meses de som!). Tem desde grandes titãs, como Chemical Brothers e Daft Punk, passando por sets que marcaram época, como Trentemoller e Justice, até alguns menos hypados, mas igualmente excelentes, como Marc Romboy e Dusty Kid.

    PS: A conta acaba em julho de 2011. Em breve deverá ser atualizada com os 12 meses faltantes!

    Via Bate Estaca.

  • Revista Rolling Stone elege os 30 melhores álbuns de música eletrônica da história

    E lá vamos nós para mais uma lista. Depois de Top DJ pra cá, Top Club pra lá, os melhores isso, os melhores aquilo, eis que surge uma lista bem interessante: os 30 melhores álbuns de música eletrônica da história.

    É claro que, como todas as outras listas, esta também é contestável. Eu mesmo mudaria algumas coisas, como dar mais destaque para o Prodigy, escolher outro lançamento do Skrillex e tirar a Madonna dali, mas enfim, listas sempre serão polêmicas, então em vez de contestar, vamos retirar algo de produtivo delas.

    Vale a pena pesquisar cada um destes lançamentos, para enriquecer a cultura musical, saber mais sobre a história da e-music e abrir a mente. Desde os velhos conhecidos nossos do Daft Punk, Fatboy Slim e Chemical Brothers, até algumas coisas menos massificadas, como Burial, Michael Mayer e Carl Craig – sem esquecer do único brasileiro na lista, o DJ Marky.

    Para quem interessar, a matéria original comenta cada um dos 30 álbuns, basta clicar aqui para ler. Confira abaixo o ranking:

    1. Daft Punk – Homework (1997)
    2. The Chemical Brothers – Dig Your Own Hole (1997)
    3. Juan Atkins – 20 Years Metroplex: 1985-2005 (2005)
    4. Carl Craig – Sessions (2008)
    5. Moby – Play (1999)
    6. 2Many DJs – As Heard On Radio Soulwax Vol. 2 (2002)
    7. VA – Trax Records: The 20th Anniversary Collection (2004)
    8. Daft Punk – Discovery (2001)
    9. The Prodigy – Music for the Jilted Generation (1994)
    10. Kraftwerk – Computer World (1981)
    11. Burial – Untrue (2007)
    12. VA – True Spirit, Vol. 1 (2010)
    13. Basement Jaxx – Remedy (1999)
    14. Skrillex – Bangarang EP (2011)
    15. Fatboy Slim – You’ve Come A Long Way, Baby (1998)
    16. VA – Journey Into Paradise: The Larry Levan Story (2006)
    17. Aphex Twin – The Richard D. James Album (1996)
    18. Michael Mayer – Immer (2002)
    19. Underworld – Anthology 1992-2002 (2003)
    20. The Avalanches – Since I Left You (2001)
    21. Madonna – Ray of Light (1998)
    22. LCD Soundsystem – Sound of Silver (2007)
    23. Paul Oakenfold – Tranceport (1998)
    24. Justice – † (2007)
    25. Sasha & John Digweed – Northern Exposure (1997)
    26. 4 Hero & DJ Marky – Kings of Drum + Bass (2010)
    27. Orbital – 20 (2009)
    28. The Orb – The BBC Sessions 1991-2001 (2008)
    29. Deadmau5 – 4×4=12 (2011)
    30. VA – Make’em Mokum Crazy (1996)

  • Skrillex na Green Valley?

    Aqui estamos nós para mais uma Rádio Peão, curiosamente, mais uma focada no mundo eletrônico de Santa Catarina. Desta vez é um boato que, honestamente, não acreditamos muito que vá se confirmar, mas como está na boca do povo, merece uma análise (e vai que estamos errados, né?).

    O BOATO

    Skrillex estaria em uma das próximas festas da Green Valley.

    A ORIGEM

    Uma reportagem em um jornal local de Santa Catarina, escrita por Guarassi Nasser, editor do Club On. Confiram abaixo.

    FATOS A FAVOR

    – Skrillex é o nome mais comentado da música eletrônica atualmente. Gostem ou odeiem ele, ele dá o que falar, e levaria muito público – mesmo os que não gostam, curiosos para vê-lo ao vivo.
    – Ele já tocou na Together, festa que o Green Valley assina no clube Amnesia, em Ibiza.
    – O boato fala que é no club Green Valley, mas pode ser que seja no festival que o Grupo GV está organizando. O Dream Valley é um evento com orçamento pra contratar alguém desse quilate, e também tem “permissão” para arriscar mais no conceito, por ter uma abrangência maior.
    – O Dream Valley acontece próximo do Creamfields Buenos Aires e do SWU Brasil, dois eventos com grande potêncial para trazer o emo californiano para a América do Sul.
    – Skrillex tocou no palco principal do Tomorrowland esse ano, a meca do público da Green Valley.

    FATOS CONTRA

    – Skrillex foge do conceito que a Green Valley vem tentando imprimir nos últimos anos, focado em coisas como house, dutch house, progressive house. O dubstep, apesar de importar alguns timbres deste estilo, tem origem em levadas jamaicanas e black, inclusive na forma de dançar. Você imagina as patricinhas da GV dançando dubstep?
    – O cachê dele é semelhante ao de deadmau5, outro mega-star mundial altamente cotado para o final do ano. O rato leva vantagem por não pisar em terras tupiniquins desde 2008 (Skrillex esteve aqui em abril de 2012), por ser um “tiro-certo”, afinal, todo mundo está pedindo ele, e também por se encaixar melhor no conceito da marca. Digamos que, gastar fortuna por gastar fortuna, deadmau5 é retorno mais garantido.
    – Esta coluna é a única especulação escrita que vimos até o momento – ninguém mais falou no assunto. E gente qualificada errando na aposta não falta, tá aí o Popload que não nos deixa mentir.

    E aí, o que vocês acham? Soony Moore vem ou não vem para o sul?

  • Rock In Rio terá festival de música eletrônica em 2015

    Rock In Rio, um dos maiores festivais de música do mundo, pode ter uma versão focada em música eletrônica em breve. O anúncio é de Roberto Medina, empresário responsável pela marca.

    Em entrevista à agência de notícias Efe, durante o Rock In Rio de Madrid, o brasileiro anunciou que está empolgado com o projeto, que já está em um estágio avançado do ponto de vista conceitual. Segundo ele, o novo festival estrearia em 2015, no Rio de Janeiro, e seguiria para Lisboa, Madrid e Buenos Aires. A idéia é usar a infraestrutura das atuais cidades do rock, mas com uma cenografia incrível e característica para o novo público.


    Palco principal do Rock In Rio, com Marting Solveig tocando. Dá pra acreditar?

    Pode parecer uma idéia bizarra, mas não é. A entrevista citada acima foi concedida durante o terceiro dia do Rock In Rio Madrid, um dia exclusivamente eletrônico (sim, por lá tem dessas). David Guetta, Afrojack, Erick Morillo, Pete Tong e Martin Solveig arrastaram 61 mil pessoas para o evento – isso sem contar que nos outros dias o Palco Mundo (o principal) recebeu DJs do quilate de deadmau5, Swedish House Mafia, Calvin Harris e Carl Cox. Lembrando também que na última edição brasileira, ano passado, todos os dias havia um palco eletrônico. Ele foi totalmente deixado de lado pela imprensa e pelo próprio evento (que sequer transmitiu pequenos trechos durante a cobertura ao vivo no Multishow), mas tinha um line-up de respeito: Boys Noize, Steve Aoki, Ferry Corsten, Above & Beyond, Luciano, entre outros.

    É meus amigos, se o Rio do nome já não faz sentido há 10 anos, agora é o Rock que está perdendo a razão de estar ali. Nós, sinceramente, não vemos problemas nisso.

  • Ingresso Nacional sai do ar no dia das vendas do Dream Valley e irrita o público

    Hoje, 1º de agosto, é o dia em que iniciariam as vendas para o Dream Valley, o festival da Green Valley no Beto Carrero. Para uma festa que até agora não teve nenhum artista do line-up divulgado oficialmente, e o material à disposição do público é apenas um video mais-ou-menos e um arquivo em .pdf, seria normal não haver muito estardalhaço, certo? Ledo engano.

    Parece que o público, mesmo estando no escuro, empolgou-se de verdade com a idéia da festa no parque. Desde a meia-noite, quando iniciaram as vendas, o site do Ingresso Nacional alterna entre “instável” e “fora-do-ar”. Obviamente, quem tentou comprar seu ingresso desde a madrugada e ainda não conseguiu, está fazendo o que todo mundo faz quando sente-se lesado por uma marca: xingando muito no Twitter e no Facebook.

    Os comentários são aqueles que você já se acostumou a ver toda vez em que há uma revolta coletiva, até memes estão sendo criados em cima do assunto. De fato, é no mínimo falta de preparo se propor a fazer “o maior festival da sua vida“, esperar 40 mil pessoas e não ser capaz de colocar no ar um site que aguente as vendas do primeiro dia.

    Para efeitos de comparação, o Tomorrowland vendeu mais de 100 mil ingressos em 2 horas nesse ano, e o Rock In Rio vendeu cerca de 500 mil ingressos em um dia no ano passado – não dá pra aceitar a desculpa de que “o servidor não aguenta mesmo”. A Green Valley, que adora ostentar seus títulos de maior, mais votado e melhor melhor do país, deveria tomar cuidados simples como este, para não decepcionar todo um público que acredita nela e está disposto a madrugar para garantir a presença no seu evento cheio de superlativos.

    Público este que, confesso, não entendo. Uma festa sem line-up (estamos especulando muita coisa grande, de fato, mas nada confirmado!), com um pseudo-parque formado por três brinquedos ligados durante 5 horas, para 20 mil pessoas? A Tribaltech 4 anos atrás tinha 4 brinquedos durante 18 horas – e a festa montou um parque para o evento, não alocou um que já existe! Apenas isso somado a um conceito chupado do Tomorrowland está causando tanta ansiedade no público?

    De qualquer forma, devo dar os parabéns ao Grupo GV – estão conseguindo fazer milhares de pessoas pagarem por um produto que ainda nem conhecem, e pior: ficarem bravos por não conseguirem pagar! É um público bem cativo – mas no sentido real da palavra, que deriva de cativeiro. Mesmo com os sucessivos erros, eles mantém-se fiel à marca do vale verde, e a todo o pseudo-glamour que ela carrega.

    Comunicado Oficial

    Confiram a seguir a nota divulgada há pouco na fanpage da Dream Valley:

    A organização do Dream Valley Festival comunica que em virtude do alto volume de acessos simultâneos no canal de compra online, houve uma falha técnica no processo. Mas ainda hoje, 1° de agosto, até às 18 horas, as vendas deverão ser normalizadas através de um novo canal de vendas, o www.ingressorapido.com.br.

    Lamentamos o contratempo e informamos que a reabertura das vendas acontecerá com os valores de primeiro lote.

    Para quem optar por adquirir seu ticket em um ponto de venda físico, os ingressos estão à venda no Beto Carro World, das 10h às 16 horas, a partir de hoje.

  • Squat Stage #002 – Captain Hook (set, videos, fotos e review)

    Na sexta-feira passada, dia 20 de julho, cerca de cinquenta pessoas lotaram o lounge da Yellow para ter a oportunidade de conhecer melhor Reshef Harari, o Captain Hook. Por cerca de duas horas as pessoas bateram um papo com o Gancho, que respondeu perguntas dos presentes e de participantes que acompanharam a transmissão online.

    Por volta das 21h da noite, um intervalo e o lounge que antes continha várias cadeiras foi transformado numa intimista pista de dança com pouca luz, espaço para o público curtir como quisesse, cerveja gelada e… marshmallows!

    Estava montada a segunda ediçãoo do Squat Stage, parceria da Yellow com o Psicodelia que convida artistas da música eletrônica a mostrarem o seu “lado B“, aquelas músicas que sempre quiseram tocar, mas nunca tiveram uma oportunidade por existirem sempre questões alheias envolvidas (cachê, público, estilo da casa, andamento da noite e etc).

    Reshef abraçou a proposta e fez um set totalmente composto de dubstep e sonoridades próximas, segundo ele a primeira vez que tocou um set com esse som. O público presente ficou completamente catatônico diante da sequência de pedradas e estripulias de baixa frequência. Provavelmente a mesma reação das mais de mil pessoas que acompanharam a apresentação online.

    O Gancho não se preocupou muito em fazer um set acessível, mas teve o cuidado de mostrar possibilidades diversas, variando o clima dentro do estilo. Em momentos soltando os “face melters” de baixos médios ao estilo americano de dubstep barulhento, mas também tendo o cuidado de mostrar que sabe de onde toda a história surgiu, misturando grime, glitch hop, músicas letárgicas com mais espaço para o subgrave agir e as influências jamaicanas que foram essenciais para a construção do gênero.

    Ao final da noite tínhamos a certeza de termos feito a diferença, quem esteve presente pode sentir, o Squat Stage é uma iniciativa forte e vai mexer com os conceitos fixados na cena.

    Obrigado a todos os presentes, obrigado a todos que acompanharam online.

    Fiquem espertos que ainda temos muitas surpresas por vir.

    Videos do Workshop:

    Áudio do set tocado no Squat Stage:

    Video do set tocado no Squat Stage:

    Cobertura fotográfica completa:

    Clique aqui!

  • Mac OS Mountain Lion pode afetar funcionamento de equipamentos da Native Instruments

    A Native Instruments, famosa por ser a fabricante do Traktor, o software de DJing mais popular do mundo, é também fabricante de diversos diversos hardwares voltados para DJs e produtores, desde controladoras (como a Kontrol S4) até placas de som eternas (a família Audio X DJ). A empresa sempre foi respeitada por oferecer produtos de qualidade e que não falham, algo essencial para um artista que se apresenta ao vivo e não pode jamais deixar o som parar. Por isso, ela identificou um problema que pode dar dor de cabeça aos seus clientes no futuro breve e já está se antecipando.

    Em e-mail enviado a todos os seus clientes hoje, a fabricante informa que alguns dos seus equipamentos poderão ter seu funcionamento afetado nos MacBooks de última geração – trata-se de uma incompatibilidade com duas novidades que devem invadir o mercado nos próximos meses: a porta USB 3.0 e o Mac OS 10.8 Mountain Lion. Para contornar o problema, eles estão desenvolvendo novos drivers compatíveis com estas tecnologias, e hoje disponibilizou para download a primeira versão beta deles. Portanto, se você é DJ e utiliza um MacBook Air ou MacBook Pro com a nova porta USB ou o novo sistema operacional da Apple, confira se o seu equipamento está na lista abaixo. Caso esteja, corra para este link e baixe o driver mais recente e evite que seu set falhe diante de uma pista cheia 😉

    • AUDIO 2 DJ / AUDIO 4 DJ / AUDIO 8 DJ 
    • AUDIO KONTROL 1 
    • GUITAR RIG MOBILE 
    • GUITAR RIG SESSION 
    • KORE 1 
    • RIG KONTROL 2 / RIG KONTROL 3 
    • TRAKTOR AUDIO 2 
    • TRAKTOR KONTROL S4 
  • Dream Valley: saiba tudo sobre o festival da Green Valley no Beto Carrero

     
     
    Foi com esse vídeo “sem sal” e muito aquém do esperado que a Green Valley abriu, hoje pela manhã, a coletiva de imprensa promovida no parque Beto Carrero World, em Santa Catarina, para divulgar os detalhes do festival que acontecerá por lá entre os dias 16 e 17 de novembro e que promete (e realmente tem potencial) ser um dos grandes eventos do ano no calendário nacional da música eletrônica.
     
    O evento, até então referido como festival-da-Green-Valley-no-Beto-Carrero agora tem nome: se chamará Dream Valley e, apesar de a assessoria não confirmar, temos informações de que o trio Sweedish House Mafia está entre as principais atrações da festa, bem como as especulações de gente como deadmau5 e David Guetta. Com a proximidade do Creamfields Buenos Aires (10 de novembro) e do SWU (na mesma semana), podemos esperar muita gente grande em tour no continente.
     
     
    Apesar do senso comum já atribuir a organização do festival ao Grupo GV (os idealizadores), eles não estão sozinhos na empreitada: o Grupo RBS e a agência 3Plus também assinam a produção. Importante notar que o Beto Carrero World não faz parte da organização, tendo apenas cedido seus mais de 14 milhões de metros quadrados para a realização do evento, que espera cerca de 20 mil pessoas por dia.
     
    Quanto a artistas, apesar de nenhum nome ter sido confirmado, a quantidade prometida é de mais de 20 DJs, divididos em dois palcos: Dream Stage, o palco mainstream-comercial, assim como é a pista principal da Green Valley, e o Mystery Stage, voltado para o underground, com artistas que costumam figurar na Pista 2 e em outras casas da região. O primeiro deverá receber os blockbusters citados anteriormente (Swedish House Mafia, deadmau5 e David Guetta) e o segundo os artistas underground de selos como Cadenza e Tríade, dois grandes parceiros do Grupo GV.
     
    E uma festa no parque não faria sentido sem brinquedos, certo? Por isso, serão abertos 3 brinquedos do Beto Carrero World entre as 20h (horário de abertura dos portões) e a 1h da manhã – o ingresso será mais caro. Falando em ingressos, são 3 tipos: pista, pista VIP e camarote – todos eles podem ser casados com o passaporte do parque ou não, e todos eles poderão ser adquiridos no formato passaporte, válido para os dois dias. Os valores serão divulgados quando as vendas iniciarem, em 1º de agosto, pelo site Ingresso Nacional.
     

    Serviço