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  • Gui Boratto irá produzir música com colaboração do público

    As marcas de bebidas premium estão cada vez mais percebendo o nicho interessante que a cena eletrônica representa. Tem sido comum ver marcas como Heineken, Absolut, Red Bull se associando à imagem de grandes DJs/produtores e eventos – e agora foi a vez da Smirnoff fazê-lo, em uma campanha focada no Brasil: Smirnoff Music Mob.

    O funcionamento é simples: no último fim-de-semana, foram espalhados vários instrumentos pelas ruas de São Paulo e Rio de Janeiro. Neles, as pessoas eram convidadas a se expressar utilizando-os. Todo o conteúdo gerado pelos populares foi entregue a ninguém menos que Gui Boratto, que irá produzir uma música utilizando estes fragmentos.

    Campanhas desse tipo são excelentes para a cena: mobilizam o público, reforçam a imagem dos grandes artistas e, principalmente, derrubam o mito de que música eletrônica é só um punhado de barulhos aleatórios. Confiram neste link as fotos tiradas durante as captações, neste link a fanpage oficial da marca, e abaixo o video promo da campanha:

    Dica do Naka, da Yellow!

  • Chemical Brothers assina música oficial das Olimpíadas de Londres 2012

    A cada 2 anos, um grande evento esportivo mexe com o mundo todo, desde economias até cenários de entretenimento. Estamos falando de Copa do Mundo e Olimpíadas. Para o mundo da música, sempre existe a expectativa principalmente quanto a quem toca nas cerimônias e quem assina tema oficial. E os Jogos Olímpicos de Londres 2012 estão propondo uma inovação bem grande nessa área.

     

    O conceito da sonorização do evento é baseado no “estado de espíritos” dos atletas de cada esporte – são 5 tipos diferentes: energy, primetime, heritage, extreme e world stage. Os títulos são um pouco confusos e não me atrevi a traduzi-los, sob risco de compreender errado, mas com exemplos fica fácil sacar: heritage deve tocar durante competições tradicionais como Tenis em Winbledon, extreme durante esportes radicais com BMX, e assim por diante. Estas listas totalizam 2012 músicas da Universal Music (com quem a organização possui contrato de liberação de direitos autorais – fato inédito), e são encabeçadas pelas músicas-tema do evento. Sendo assim, não haverá apenas uma canção oficial, mas 5. Os artistas que assinam são Muse, Elton John, Delphic, Dizzee Rascal e, para nosso orgulho, The Chemical Brothers.

    A track dos irmãos químicos será o tema da lista “energy”, e apesar de ter seu lançamento marcado para o dia 30 de julho, já caiu na internet, pois foi tocada na Radio One da BBC ontem. Confiram o rip de Theme For Velodrome:

    E um bônus para a e-music? Todas as músicas que serão tocadas durante a cerimônia de abertura dos jogos foram produzidas pelo Underworld. Se você acha que não conhece, sugiro dar o play abaixo:


    Ahhnn, é a música do Trainspotting!

  • Chemical Brothers assina música oficial das Olimpíadas de Londres 2012

    A cada 2 anos, um grande evento esportivo mexe com o mundo todo, desde economias até cenários de entretenimento. Estamos falando de Copa do Mundo e Olimpíadas. Para o mundo da música, sempre existe a expectativa principalmente quanto a quem toca nas cerimônias e quem assina tema oficial. E os Jogos Olímpicos de Londres 2012 estão propondo uma inovação bem grande nessa área.

     

    O conceito da sonorização do evento é baseado no “estado de espíritos” dos atletas de cada esporte – são 5 tipos diferentes: energy, primetime, heritage, extreme e world stage. Os títulos são um pouco confusos e não me atrevi a traduzi-los, sob risco de compreender errado, mas com exemplos fica fácil sacar: heritage deve tocar durante competições tradicionais como Tenis em Winbledon, extreme durante esportes radicais com BMX, e assim por diante. Estas listas totalizam 2012 músicas da Universal Music (com quem a organização possui contrato de liberação de direitos autorais – fato inédito), e são encabeçadas pelas músicas-tema do evento. Sendo assim, não haverá apenas uma canção oficial, mas 5. Os artistas que assinam são Muse, Elton John, Delphic, Dizzee Rascal e, para nosso orgulho, The Chemical Brothers.

    A track dos irmãos químicos será o tema da lista “energy”, e apesar de ter seu lançamento marcado para o dia 30 de julho, já caiu na internet, pois foi tocada na Radio One da BBC ontem. Confiram o rip de Theme For Velodrome:

    E um bônus para a e-music? Todas as músicas que serão tocadas durante a cerimônia de abertura dos jogos foram produzidas pelo Underworld. Se você acha que não conhece, sugiro dar o play abaixo:


    Ahhnn, é a música do Trainspotting!

  • Squat Stage #002 – Captain Hook

     

    Depois do grande sucesso da edição #001 do Squat Stage, com Rolldabeetz, temos o nosso primeiro convidado internacional, para a segunda edição. Reshef Harari, conhecido popularmente como Sheff, ou Captain Hook, fará um set exclusivo ao vivo para nós na próxima sexta-feira.

    Reshef ganhou notoriedade na cena psytrance com seu primeiro projeto, o Quantize, no qual tocava ao lado de Adi Ashkenazi (que hoje toca solo também, como D-Addiction). Em 2011, após a separação, lançou a alcunha Sheff para tocar algo entre techno e prog house, e a alcunha Captain Hook, para tocar psytrance progressivo.

    A explosão do Capitão Gancho foi muito rápida. Os que tiverem mais memória com certeza se lembrarão que exatamente 1 ano atrás, em julho de 2011, nós trouxemos ele pela primeira vez para Curitiba, numa parceria com o Danghai Club, e não mais do que 400 pessoas estiveram lá prestigiando. Poucos meses depois, ele era o nome mais aclamado da Tribaltech, e logo em seguida da Kaballah Circus e da XXXperience Curitiba. Nesta sexta, 1 ano depois, ele com certeza lotará o Danghai, em sua apresentação logo após participar do Squat Stage.

    O evento acontece no dia 20 de julho, sexta-feira, às 21h. Será na Yellow DJ Academy, e a partir de amanhã iremos divulgar como fazer para estar presente. Para quem não for, transmitiremos ao vivo pelo site, neste mesmo post.

  • Review: Tribe 50 Edições

    A chuva, o maior vilão das open airs. Com esta frase, podemos resumir qual era a sensação das mais de 30 mil pessoas presentes no Helvetia no último sábado. É muito triste ver um evento que foi montado por meses, com muito cuidado, profissionalismo e amor, ser tão castigado pelo tempo. Apesar dessas dificuldades, a Tribe 50 Edições aconteceu do começo ao fim, e da melhor forma possível – um show de organização. Pois bem, vamos aos detalhes.

    ESTRUTURA

    A estrutura estava muito bem montada – e a chuva foi o teste de fogo para ela. Com exceção à decoração do palco Solaris, que cedeu e foi ao chão durante a apresentação do Eskimo (sem afetar o som e nem atingir qualquer pessoa – ela ficava atrás da área “útil” do palco), toda a estrutura aguentou firme até o final. Até Alex Grey, uma das maiores estrelas do evento, acabou prejudicado pela água que desandava: seu live painting só iniciou pela manhã, no final da festa, por questões de segurança.

    Deu pra perceber que a organização levou a previsão do tempo a sério, pois eram abundantes as áreas cobertas. Uma pena que a estréia da tenda conceitual do Tribe Club tenha acontecido justamente em um dia de chuva – por muitas vezes nos pegamos preferindo a velha tenda branca sem graça, mas que é impermeável. Falando nos palcos alternaticos, geralmente festas com muitos ambientes costumam dar menos atenção aos menores, mas não foi o caso da Tribe: cada um dos 4 palcos tinha estrutura digna para ser uma festa sozinho! Todos os sound systems muito bons e as decorações, condizentes com as propostas. Nenhuma das pistas tinha frontstage, e camarotes, apenas o Big Room possuía. Inclusive, este ambiente desfrutava de um banheiro de dar inveja a muita balada do centro da cidade: um projeto da Recon Eventos que torcemos muito para que se torne a realidade da pista num futuro breve.

    CENOGRAFIA

    A Tribe sempre se diferenciou dos outros núcleos pela decoração psicodélica muito bem executada – e dessa vez não foi diferente. Pela primeira vez, dois palcos com tenda de lycra (Solaris e Tribe Club), cada um condizente com seu estilo, e com sua beleza incontestável. No Big Room, uma pirâmide de painéis de LED formou um telão interessante, com um ótimo trabalho de VJing por trás. No Domo, eram as luzes e lasers que formavam a identidade da pista.

    No Solaris, claro, o maior destaque do visual da festa: Star Dancers, a tela que Alex Grey iniciou na Tribe 7 Anos e iria continuar nesta. Apesar de ter sido aberta e trabalhada por Alex apenas no período da manhã, ela sem dúvidas deu vida para a pista.

    ARTISTAS

    É humanamente impossível assistir a todos as apresentações de uma festa com quatro palcos, então me limitarei a falar dos artistas que vi ou ouvi comentários. Se eu não falei de alguém que você acha que merece nota, por favor, enriqueça este review nos comentários!

    No Palco Solaris, o psytrance dominou do começo ao fim – ou ao menos deveria. Digo isso porque Eskimo estrapolou todos os limites do ridículo e fez uma das piores apresentações que já presenciei na minha vida. Misturando o seu já esquisito full on hi-tech com electro, dubstep e rock, pudemos ouvir alguns atentados aos bons costumes como um mash up de I Wish (Infected Mushroom) com Scary Monsters and Nice Sprites (Skrillex) e um remix de Foo Fighters. Deprimente, acabou até valorizando a entrada do Growling Machines. Falando no duo-enjoy-the-silence, estão com músicas novas e boas, pasmem! Obviamente tocaram todos os hits que o povo queria cantar junto, mas ponto positivíssimo para as novidades apresentadas! Caindo os BPMs, Ace Ventura tocou o progressivo reto e viajante de costume, Coming Soon surpreendeu a todos e botou a pista abaixo, Day Din fez mais um repeteco do seu sonzinho manjado – se não renovar o repertório cairá no esquecimento logo logo, e Captain Hook mais uma vez com o mesmo diagnóstico: excelente liveset de progressivo, mas com um dubstep “intruso” estragando as músicas.

    Migrando para o Tribe Club, começamos a acompanhar as coisas por lá com um velho “conhecido” nosso: Victor Ruiz. Sem telão para passar seu audio-visual, Ruiz abandonou também a alcunha “live” e fez um set que podemos chamar de “Greatest Hits do techno 2007-2012”. Aliás, eu não entendo por que em São Paulo 9 em cada 10 DJs tem que tocar Rubin – uma música de 2006 que o próprio Stephan Bodzin, produtor dela, já falou que não toca mais em lugar nenhum do mundo, exceto no Brasil. De qualquer forma, Ruiz fez um bom set, mas com muitos “clássicos” e poucas novidades. Em seguida, Pirupa deixou o som mais monótono e acabou perdendo boa parte do público para a joelhada de Anderson Silva. Após ele, foi a vez do residente Gabe, que apesar de estar seguindo uma linha completamente disco em suas produções, acabou brindando o Tribe Club com um pouco da sua linha mais antiga, com mais peso. Seguindo a noite, Du Serena e Dahan fizeram um set muito envolvente e interessante, abrindo para aquele que deveria ser um dos principais da festa: Sascha Braemen.

    E aí que vemos como a organização do line-up é essencial para o bom andamento da festa e para a imagem do artista. Sascha estava claramente na hora errada e no lugar errado. O seu som é extremamente minimalista e seco, com certeza faria muito bonito no Domo às 3 horas da manhã. Porém, ele acabou tocando no Tribe Club, logo antes do ídolo maior do público da Tribe, Boris Brejcha. Obviamente que as pessoas que estavam ali ansiosas para ver o mascarado arregaçar a pista com seu som pesado e maluco não gostaram nem um pouco da delicadeza do trabalho de Sascha, e o veredicto final das pessoas foi que ele teria sido o pior DJ da festa. Seguindo o baile, foi a vez do techneiro mais hypado do Brasil. Com sua tradicional máscara joker, Boris fez um excelente liveset, com muitas músicas novas, mantendo a sua característica. Era visível a empolgação do público enquanto o alemão tocava! Por sorte a sequência tinha Layo & Bushwacka, uma dupla com cacife pra segurar esta pista.

    Finalizando o Tribe Club, vale relatar mais um erro que vem sido cometido e está rifando um ótimo projeto. A cada vez que vou a uma festa que tem D-Nox & Beckers eu percebo o quão ruim é para eles ter o set solo do D-Nox já na sequência. Digo isso porque o som da dupla sempre foi mais progressivo, introspectivo. É muito bem produzido e executado, mas quando D-Nox assume e faz o seu set de techno arrasa-quarteirões, com direito a Mind Dimension e tudo mais, a sensação do público é que sozinho ele é muito melhor – quando na verdade os estilos são diferentes. Os dois sets foram excelentes, e precisam ser melhor posicionados no line-up, para que recebam o reconhecimento que merecem.

    Adentrando a House Village, pouco temos a dizer, pois pouco vimos desses ambientes. Na Big Room, carinhosamente apelidada pelos sulistas de “Green Valleyzinha”, Glenn Morrison mostrou porque era parceiro de Deadmau5 no início da carreira – som reto, pesado e sem firulas. EDX foi péssimo, parecia que havia um rádio ligado na Jovem Pan. Duty foi uma excelente surpresa, com um som reto, intercalado por breaks hipnóticos. Killer On The Dancefloor infelizmente bancou o Moisés da festa, e esvaziou a pista com seu som fora de contexto. No Domo, o cancelamento do dOP (pra variar) acabou deixando a pista sem um dos principais nomes, mas ainda assim Tale Of Us, Renato Ratier, Beckers e Noir mantiveram o alto nível no ambiente, que também ganhou um apelido dos sulistas: “Warunguinho”.

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    A Tribe 50 Edições foi uma festa muito bem executada, com um line-up de respeito, mas que infelizmente deu azar com relação ao tempo. Ainda assim, foi um final de semana divertido e proveitoso, mas era impossível esconder a sensação de “poderia ter sido melhor se não chovesse” ao final da festa. Uma pena, mas vem aí a edição 51 para reverter este quadro, né?

  • XXXperience confirma data e primeiros nomes da edição de 16º aniversário

    E os grandes festivais do segundo semestre começam a revelar seus detalhes. Hoje foi a vez da XXXperience, que divulgou alguns artistas do line-up, bem como a data e outras coisas menores relacionadas à XXX16, intitulada Festival do Amor.

    Os 8 artistas divulgados são: Umek, Stephan Bodzin, Sesto Sento, Day Din, Element, Gustavo Bravetti, Animalis e Marco Carola – sendo os dois últimos, inéditos no evento. Para um primeiro line-up, está de bom tamanho. Podemos esperar mais algumas dezenas de artistas, e alguns deles até maiores do que os já anunciados.

    O evento acontecerá no dia 3 de novembro, na tradicional Arena Maeda. Os ingressos terão uma venda promocional por uma semana, na XXX Week (uma “evolução” do antigo XXX Day), entre 6 e 12 de agosto. Lembrando que nesta edição não haverá front stage e backstage: o ingresso padrão (Global Ticket) dará acesso a todos os palcos!

  • SWU será no Anhembi esse ano

    O SWU, Starts With You para os não-íntimos, é um festival de música que estreou em 2010 em São Paulo. Sua relação com o nosso mundo é grande – desde o palco da primeira edição, Arena Maeda, o mesmo de várias edições da XXXperience, Kaballah e Tribe, até o line-up, que no ano passado contou com nomes como Sven Väth, Loco Dice, Gui Boratto, Booka Shade, John Digweed. E as informações da edição 2012 já começaram a pipocar!

    Hoje foi divulgado que ele acontecerá no Anhembi, palco do carnaval e de festivais urbanos, como o Sónar e o Skol Sensation. A saída do interior do estado deverá provocar uma grande reformulação no formato e, principalmente no conceito do evento, que inicialmente era tratado como um “Woodstock do século XXI“. Com certeza a saída da natureza aconteceu por questões logísticas, mas deverá afetar bastante a aceitação do público que valorizava o evento pelo seu conceito.

    Além disso, já temos a informação em off da data do evento: 16, 17 e 18 de novembro. Como não é uma informação oficial, está passível de alteração, mas se confirmada, a data facilitaria e muito a construção de um line-up eletrônico de qualidade, já que poderá compartilhar tour com artistas que irão se apresentar no festival da Green Valley no Beto Carrero, e na festa de 10 anos do Warung do dia 16.

    Todas as informações serão divulgadas no dia 13 de julho e, é claro, nós traremos a vocês em primeira mão!

    Via Festivais BR.

  • Space B. Camboriú inaugura neste ano

    Já estão sendo realizadas as obras de construção da Space B. Camboriú, primeira franquia das Américas do club mais premiado do mundo, Space Ibiza. A previsão de inauguração da casa é já no segundo semestre de 2012. A data exata ainda é mantida em segredo, como uma das surpresas que estão sendo preparadas para o público, mas uma coisa é certa: terá um line-up para causar impacto!

    A Space B. Camboriú será localizada na rua José Francisco Correa, 900, bairro Nova Esperança. Ocupará uma grande área de 158 mil metros quadrados, localizada às margens da BR-101, próxima do túnel, sentido Norte. Terá capacidade para até dez mil pessoas. Com um investimento inicial de R$ 6 milhões, trará um projeto arquitetônico integrado à natureza local, marcada por um morro coberto pela mata atlântica. Sem qualquer intervenção nesta vegetação, o empreendimento contará com uma área construída de 15 mil metros quadrados. Estacionamento para 3 mil carros, heliponto e opções alternativas de acesso também integrarão sua estrutura. Confira abaixo uma foto panorâmica de como estão as obras (clique na imagem para ampliar):

  • Space B. Camboriú inaugura neste ano

     

    Já estão sendo realizadas as obras de construção da Space B. Camboriú, primeira franquia das Américas do club mais premiado do mundo, Space Ibiza. A previsão de inauguração da casa é já no segundo semestre de 2012. A data exata ainda é mantida em segredo, como uma das surpresas que estão sendo preparadas para o público, mas uma coisa é certa: terá um line-up para causar impacto!

    A Space B. Camboriú será localizada na rua José Francisco Correa, 900, bairro Nova Esperança. Ocupará uma grande área de 158 mil metros quadrados, localizada às margens da BR-101, próxima do túnel, sentido Norte. Terá capacidade para até dez mil pessoas. Com um investimento inicial de R$ 6 milhões, trará um projeto arquitetônico integrado à natureza local, marcada por um morro coberto pela mata atlântica. Sem qualquer intervenção nesta vegetação, o empreendimento contará com uma área construída de 15 mil metros quadrados. Estacionamento para 3 mil carros, heliponto e opções alternativas de acesso também integrarão sua estrutura. Confira abaixo uma foto panorâmica de como estão as obras (clique na imagem para ampliar):

     

  • Clash Club fará uma festa para surdos

    No dia 08 de julho, véspera de feriado, o Clash Club inaugura o projeto Feel The Sound, criado especialmente para o público surdo. A ideia surgiu devido às pouquíssimas opções de entretenimento reservadas para os jovens surdos da cidade. Pensando nisso, os sócios do clube, Gabriel Gaiarsa, Sérgio Godoy e Bruno Ferraro farão uma festa para esse público específico oferecendo uma experiência com que há de melhor em atendimento, som e imagem, uma marca registrada do Clash Club.

     

    Na parte técnica, haverá reforço nos graves para que as pessoas sintam as ondas sonoras em seu corpo e as projeções visuais serão realçadas, com iluminação mais clara e lasers. Já na área de atendimento contará com intérpretes na portaria, bares e caixas, todos devidamente instruídos por Fernanda Rocco Oliveira, fonoaudióloga, mestre em Fonoaudiologia Clínica pela PUC-SP, e Especialista em Saúde Coletiva e Assessora Técnica da Atenção Primaria a Saúde (APS), Núcleo Integrado de Saúde Auditiva (NISA), Núcleo Integrado de Reabilitação (NIR) e Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), que orientará o time sobre a forma adequada em como lidar com o público. O evento contará com a discotecagem dos residentes Andy, Jeff Bass, Syl e Rafael Belfort e será aberto a todos os clientes, amigos e frequentadores do Clash Club no geral.

    É uma iniciativa louvável do Clash, e uma prova do valor da música eletrônica, que além de ser ouvida, pode também ser sentida! Para mais detalhes, como horários, preços e afins, confira o evento em nossa agenda, neste link.