Autor: Mohamad Hajar

  • Kaballah volta ao Hopi Hari para edição de natal

    Em maio deste ano, o Kaballah Festival fez história, com uma inusitada edição dentro do parque Hopi Hari, no interior de São Paulo. O line-up foi contundente: quatro palcos abrigando estrelas maiores do techno, house, electro house e psytrance. De Sven Vath a Dimitri Vegas & Like Mike, passando por Booka Shade e Liquid Ace, cada uma das 20 mil pessoas que lotaram o parque teve diversos motivos para ter boas lembranças desta festa.

    Após o evento, todos se perguntavam se aconteceria outra Kaballah no Hopi Hari. A organização garantiu que sim, mas não avisou que seria tão cedo: sete meses depois, no dia 21 de dezembro, o circo irá invadir o parque novamente, em uma edição especial de natal. O formato é o mesmo: quatro palcos, para os mesmos quatro estilos. A diferença está nos nomes: desta vez, menos medalhões e mais novidades. O Main Stage irá operar sob o comando de Sidney Samson e Mark Knight. No time de surpresas, podemos listar Bart B More, Felix Cartal e Bassjackers. O Techno Heroes não tem mais um papa, mas pode-se dizer que a Liga da Justiça dá conta: Monika Kruse, Spartaque, Hobo, Paco Osuna e Julian Jeweil são alguns dos escalados. Na House Parade, Nicky Curl, Danny Daze, Hector Couto e Climbers são os destaques.

    No velho-oeste psicodélico, Freedom Fighters, Coming Soon e Major7 são as boas surpresas, mas a melhor vai além dos nomes: a organização prometeu uma mudança na disposição desta pista, que sofreu algumas críticas na edição anterior por ser muito apertada.

    Afim de curtir? Os ingressos estão à venda pela internet (Hopi Hari ou Tickets 4 Fun) ou em pontos-de-venda físicos. O 1º lote vai até domingo, e está R$ 120,00 (acesso a todos os palcos). Maiores informações na fanpage oficial.

    [UPDATE 04/12/2013]

    O evento foi cancelado. Mais informações, na fanpage da Kaballah no Facebook

  • Club de Amsterdam vai abolir as câmeras em 2014

    Se você vai a Amsterdam e aprecia bons DJs, o Trouw é uma visita obrigatória. O clube é enorme e com jeitão de industrial. Durante a ocupação nazista da Holanda, funcionava no prédio a gráfica de um jornal clandestino da resistência. Hoje, além de duas pistas, tem restaurante, local para shows, interligados por uma interessante rede de escadas, passagens e corredores.

    O Trouw, que tristeza, vai fechar em 2015. Para o último ano de funcionamento, duas medidas foram adotadas com o propósito de maximizar a vibe das noites.

    A primeira é o fim da venda antecipada de ingressos pela internet. Segundo a gerência, estes sempre se esgotavam rapidamente e muita gente acabava excluída. A outra medida é bem mais polêmica e serve de combustível para uma bela discussão: a proibição total de câmeras na noite.

    No blog do clube, a justificativa:

    “Vamos ao clube para nos perdermos na música, para fugir de nossas atividades diárias e para, juntos, formarmos uma família temporária por uma noite no clube. Assim, esperamos que todos esqueçam o seu telefone/câmera com maior frequência e aproveitem ao máximo o momento. Esperamos que, quando as câmeras se forem, um sentimento irá surgir onde todo mundo poderá fazer, agir ou vestir o que tiver vontade. O que acontece no Trouw, fica no Trouw.”

    Via Camilo Rocha.

  • Boiler Room terá edição em São Paulo

    A balada itinerante mais conceitual do mundo irá finalmente pousar em solo nacional: a cidade de São Paulo receberá o Boiler Room no dia 4 de dezembro.

    Como é tradicional da festa, o local não foi liberado. No entanto, todos podem assistir ao vivo pelo streaming – formato de divulgação que consagrou a marca. O line-up, segundo o pessoal do Fly By Night, é composto apenas por talentos brasileiros: Gui Boratto, DJ Anna, Dubshape e HNQO. Segundo a divulgação oficial é composto apenas por talentos brasileiros: Gui Boratto, Zegon, Ney Faustini e Nomumbah.

    Que seja o primeiro de muitos boiler rooms em terras tupiniquins!

    Para sonhar um pouco mais, assista abaixo a apresentação do Darkside no Boiler Room NYC:

  • Produtora do Tomorrowland compra 50% das ações do Rock In Rio

    Há muito tempo se discute se a música eletrônica é, de fato, o som do futuro. A SFX Entertainment acredita muito nisso, e decidiu apostar 1 bilhão de dólares nessa ideia. As primeiras cartadas assustaram os céticos: comprou o Beatport e adquiriu 100% da ID&T, produtora de festivais como Tomorrowland, Mysteryland e Sensation. No entanto, o mais recente movimento dela no tabuleiro foi ainda mais ousado: na última semana Robert FX Sillerman, presidente e CEO da SFX, assinou a compra de 50% do festival Rock In Rio, de Roberto Medina. Desta forma, será constituída uma holding em que ambas terão igualdade de controle sobre a empresa que detém os ativos do Rock in Rio. No novo formato societário, Roberto Medina continua com a gestão do Rock in Rio. A IMX, de Eike Batista, continua sendo sócia do Rock in Rio.

    “A parceria com Roberto Medina é muito emocionante para todos nós da SFX”, disse Sillerman. “Embora seja uma grande oportunidade para ajudar a fazer crescer a marca Rock in Rio, utilizando nossa rede internacional, é também uma oportunidade de aprender com a experiência operacional e comercial do Roberto Medina e do Rock in Rio, que são fenômenos globais. A música eletrônica tem se estabelecido entre os festivais de música moderna e esperamos que essa tendência cresça para divulgarmos ainda mais os DJs e produtores na nossa rede”.

    Roberto Medina, presidente do Rock in Rio, acrescentou, “Construímos a marca Rock in Rio com paixão desde 1985 e estamos animados sobre o futuro. A parceria com a SFX nos permitirá acelerar o crescimento de nossa marca em novos territórios, além de possibilitar uma mudança de foco em uma era digital. Com a SFX, firmamos o compromisso no desenvolvimento de uma plataforma integrada de soluções de última geração, e acreditamos que nossa velocidade de crescimento será expressiva. Nossos patrocinadores terão uma plataforma ainda melhor para a exibição de suas marcas nos Estados Unidos, assim como já acontece nos países onde o Rock in Rio é realizado, onde o festival é a principal ferramenta de comunicação das marcas parceiras”.

    Ou seja, a partir de agora veremos um Rock in Rio cada vez mais eletrônico. Nas próximas edições podemos esperar um palco eletrônico com investimentos do nível do Tomorrowland, ou até mesmo um dia de música eletrônica no palco principal. No longo prazo? É meu amigo rock, gosto de você, mas sinto que logo terá que pegar seu banquinho e…

  • Dream Valley supera primeira edição, e confirma a realização em 2014

    Um festival de música eletrônica, a exemplo do que acontece em varias partes do mundo, é feito pela diversidade sonora e pela platéia divertida, democrática e apaixonada. E o Dream Valley Festival, que aconteceu dias 15 e 16 de novembro no Beto Carrero World, em Penha, Santa Catarina, em sua segunda edição já apresenta sinais de que veio para somar à lista dos maiores eventos do gênero no planeta.

    Seu palco principal, de 6 mil m³, foi quem sofreu uma das mudanças mais impactantes. Um grande relógio na parte central e engrenagens que lembram seu funcionamento (e a Tribaltech também, verdade) hipnotizaram a platéia, que volta e meia se surpreendia com imagens psicodélicas nos telões seguidas de efeitos de laser, fumaça, fogos e papel picado. Já no palco alternativo, destinado ao ritmo underground, ganhou uma providencial cobertura, já que no ano anterior a chuva atrapalhou a vida dos fãs deste stage. Além disso ele estava mais intimista, com telões e palco próprios para atender às características do som cadenciado e dançante que grandes nomes da cena exibiram nos dois dias do evento.

    A primeira noite do Dream Valley Festival registrou público de mais de 16 mil pessoas, e o palco principal recebeu estrelas de primeira grandeza do universo pop, como Zedd, Afrojack, Steve Angello, Kaskade e o residente do Tomorrowland, Yves V, que afirmou em entrevista coletiva após sua apresentação que “Em dez anos o Dream Valley Festival será o maior festival do mundo”. No Mystic Stage a noite de abertura do Dream Valley Festival mostrou que ele não seria um mero coadjuvante do carnaval mainstream que rolava ao lado: vossa santidade Sven Väth mostrou porque carrega o título de papa, e fez um set épico de 2 horas e meia. Além dele, tINI também brilhou, fazendo o warm up perfeito para o que viria a seguir. Decepção ficou por conta apenas de Loco Dice, que apresentou um set razoável, porém descontextualizado com o evento e o horário em que tocou. No mais, apresentações dentro do esperado, do Digitaria ao Victor Ruiz.

    Já a segunda noite do Dream Valley tinha como atração mais aguardada o holandês Hardwell, que ano passado havia feito uma apresentação épica no evento e este ano estaria no palco do Dream Valley como “Melhor DJ do Mundo”, segundo lista da DJ Mag. Mas até a atração mais esperada comandar a pista muita coisa aconteceu. No Mystic Stage o projeto Elekfantz, com os catarinenses Daniel Kuhnen e Leo Piovazani, roubou a cena, e na sequência, Gui Boratto manteve o alto nível das apresentações nacionais. Audiofly, Betoko, Tale Of Us e Funk D'Void completaram o line do palco, que foi considerado como uma das mudanças mais significativas do evento, tanto em estrutura quanto em atrações.

    No lado do Dream Stage, uma baixa: as meninas do NERVO não conseguiram chegar a tempo no evento, e tiveram que cancelar a apresentação. No entanto, foram muito bem substituídas por um talento nacional, que assumiu a bronca e não deixou a pista parar um minuto sequer: Repow. Tocadisco, Thomas Gold e Bob Sinclar aqueceram a pista para a apoteótica apresentação de Hardwell que subiu ao palco com a camisa do Brasil com seu nome nas costas e o número 1. Sabendo que grande parte das 22 mil pessoas que passaram pelo Dream Valley Festival em sua segunda noite ainda estavam ali aguardando sua apresentação, Hardwell fez o que sabe: enlouqueceu a multidão. Assim como em 2012, após sua apresentação o público pediu bis o Dj encantado com o momento solicitou à produção que queria tocar mais uma musica, e seu pedido foi atendido repetindo o final apoteótico do evento.

    Um evento dos sonhos

    A estrutura do Dream Valley Festival 2013 agradou em cheio ao público que não teve problemas com filas no acesso e encontrou suficientes 4 mil vagas de estacionamento. Eram mais de 300 banheiros e 500 pessoas envolvidas na segurança do evento – que novamente não teve registro de incidentes graves. Em sua concepção, produção e operação, o festival contou direta e indiretamente com mais de mil profissionais das mais diversas áreas.  Ao todo haviam 14 bares espalhados pela arena do evento e duas lojas com produtos exclusivos Dream Valley assinados pela Colcci, uma na pista e outra no camarote, que era dividido em três setores e teve sua disposição elogiada. A praça de alimentação com Temaki, Pizza, Bauru e Calzone como opções de cardápio também agradou e, além disso, três brinquedos do parque Beto Carrero World estiveram à disposição dos dreamers das 20h à meia-noite: Fire Whip (primeira montanha-russa invertida do Brasil que tem 5 loopings e que atinge quase 100 km/h); Free Fall (elevador com queda de uma altura de 18 andares com velocidade de 90 km/h) e Star World Mountain (uma das maiores montanha-russa da América Latina com altura de 35 metros).  

    A organização do evento considerou esta edição um sucesso. “Já notamos uma evolução e nosso desafio para o próximo ano é garantir a consistência do evento, mantendo a qualidade apresentada nesses primeiros dois anos”, disse o gerente de unidade da Engage Eventos em Santa Catarina, Rodrigo Mathias. “A estrutura funcionou bem e as filas fluíram com tranquilidade”, avaliou Luiz Eurico, representante da Plus Talent. “Juntamos três empresas que são as líderes em suas áreas para formar um grande time para a realização deste festival”, disse o sócio-diretor da Green Valley, Eduardo Phillips.

  • Connection realiza edição open air neste final de semana

    A connection é provavelmente a festa de maior sucesso em Curitiba, se considerarmos apenas a “nova geração” de eventos. Com quase 3 anos, ela firmou-se entre as grandes no seu segundo aniversário, quando recebeu milhares de pessoas no Tresor. Neste final de semana ela irá alçar mais um voo: a realização de uma edição open air, no Park Ball.

    Com a parceria recentemente firmada com o núcleo Danghai-Vision, o line-up “engordou”, e acabou fechando com os seguintes nomes:

    ✔ DR. LEKTROLUV
    ✔ VICTOR RUIZ & ANY MELLO
    ✔ MURPHY & MANDRAKS – 4 decks
    ✔ ILICRIS
    ✔ ALEX STEIN
    ✔ MARCO ELEMENT
    ✔ ROGERIO ANIMAL
    ✔ PIMP CHIC
    ✔ VILLA NOVA
    ✔ DELIPPE & BLOKHA

    Os ingressos estão à venda pela rede Uniingressos, ao preço de R$ 60,00 (pista) e R$ 90,00 (camarote).

    SERVIÇO

    Página oficial
    Evento oficial

  • Playground realiza segunda edição em Curitiba em dezembro

    Que a Playground é a casa dos “clássicos do psy”, isso não é dúvida. Curitiba já pôde sentir isso na estreia da festa na cidade, já que ela trouxe ninguém menos que Skazi, que não pisava em solo curitibano havia 4 anos. Neste ano a característica foi mantida, e o palco principal receberá dinossauros como Growling Machines, Sesto Sento, Paranormal Attack e Wrecked Machines.

    No entanto, nem só de psytrance vive a Play, e o palco principal ainda terá o electro de Felguk e Bruno Barudi e o techno de Alok, Pleasurekraft e Kultra. No backstage, grandes nomes do deep house/nu-disco, como Funky Fat, Dashdot, Sharam Jey e Gabe, além de Kanio e vários talentos locais, como Villa Nova e Tazz Martins.

    A festa será realizada no mesmo local do ano passado – o Bioparque, conhecido por ser a casa do Festival Lupaluna. Os ingressos estão sendo vendidos pelo Alô Ingressos, nas Livrarias Curitiba e em outros pontos-de-venda citados neste link. Neste momento está valendo o 2º lote, com ingresso pista a R$ 80,00, backstage a R$ 130,00 e camarotes a R$ 200,00 (masc.) e R$ 150,00 (fem.).

    LINE-UP COMPLETO

    MAIN STAGE

    KULTRA
    TRINDADE
    SYMBOLIC
    WRECKED MACHINES
    SESTO SENTO
    GROWLLING MACHINES
    PARANORMAL ATTACK
    MAJOR 7
    FREEDOM FIGHTERS
    FELGUK
    BRUNO BARUDI
    ALOK
    PLEASUREKRAFT

    BACKSTAGE

    PYTT GARDIN
    ROBOSONIC
    SHARAM JEY
    DASHDOT
    FUNKY FAT
    GABE
    ANGELO FRACALANZA
    TUNES ON TAIL
    TAZZ MARTINS
    VILLA NOVA
    KANIO

    HOUSE STAGE

    Alex Lima vs Alan Felipe
    Resner e Edu Cavassim (JACKPOT)
    Kaue Moura vs Octavio Neto
    Cesar Saheb vs E.V.E.R
    MARIO DELUCA
    RENAN FREITAS VS ROBO
    SUPEREIGHT
    PUKA vs EDSON.B
    LUCAS BRAVO VS G.FELIX
    HELLT
    ALEX GALVAO VS FELIPE SOTE
    ALCIR MORAES VS JON MESQUITA
    David Paradella vs Pedro Henrich
    Caoak vs C.R.O.M.I

    SERVIÇO

    Site oficial
    Fanpage oficial
    Evento oficial

  • Dream Valley chega à segunda edição com grandes expectativas

    Este não foi um ano fácil para a organização do Dream Valley Festival. Depois de divulgar seus early bird tickets no começo do ano, a demora para divulgação de local e line-up irritou alguns dreamers, que tiveram sua ansiedade potencializada por boatos de que a festa seria cancelada. No entanto, o ouro estava apenas sendo guardado para o final: o Beto Carrero World foi confirmado como local mais uma vez, e o rol de artistas que irão se apresentar lá compensou qualquer demora.

    Nesta edição, precebemos uma vontade imensa de conquistar o público do techno e do deep house. Nomes como Sven Väth, Loco Dice e Tale of Us com certeza abafaram qualquer coro ofensivo que possa ter rolado em baladas “underground” vizinhas, e mostraram que nem só de mainstream vive o festival dos sonhos. No entanto, o palco principal também ficou do agrado de seu público, e também ficou mais consistente aos olhos da crítica. Desta vez, o foco está em Hardwell (atual #1 do Top 100 da DJ Mag), Nervo e Afrojack. A vaga da rádio FM foi preenchida por Bob Sinclar (que pode não ser uma sumidade, mas sem dúvidas é uma escolha melhor do que David Guetta), e dessa vez não houveram descontextualizações bizarras, como foi o Justice na primeira edição. Pra completar a alegria dos dreamers, outros grandes medalhões do clube verde também marcarão presença: Steve Angello, Kaskade, Tocadisco e Thomas Gold só pra citar alguns.

    Os brinquedos, mais uma vez, terão seu funcionamento limitado das 20:00 à meia-noite. Os dreamers poderão aproveitar a Fire Whip, primeira montanha russa invertida do Brasil, o Free Fall, um elevador com queda de uma altura de 18 andares com velocidade de 90 km/h e a Star World Mountain, uma das maiores montanha-russa da América Latina com altura de 35 metros.

    Para maiores informações, especialmente sobre ingressos, consulte a fanpage oficial. Se você já garantiu o seu, prepare-se para participar de mais um importante capítulo da história da música eletrônica no Brasil!

  • Estão abertas as inscrições para o Circuito Techno & House 2014

    E já estão abertas as inscrições para a edição 2014 do Circuito Techno & House. A quinta edição do concurso repete a fórmula de sucesso dos anos anteriores: 24 concorrentes (12 veteranos e 12 iniciantes) se enfrentam em quatro eliminátorias, que elegerão os quatro finalistas de cada categoria.

    DJs de todo o Brasil poderão se inscrever por este formulário, no entanto sugerimos a leitura do regulamento antes. Notem que é necessário preencher todos os campos com informações válidas e que sigam as regras (como por exemplo o limite de 30 minutos para o set), caso contrário a inscrição não será validada.

    Assim como no ano passado, o Psicodelia e a Yellow são patrocinadores oficiais, além do novo integrante do time: DJ Ban. Maiores informações serão divulgadas com a divulgação dos 24 selecionados, em dezembro. O que sabemos é que as etapas acontecerão nos dias 12/01, 19/01, 02/02 e 09/02, enquanto a final está marcada para 22/02.

  • RMC realiza edição regional em Curitiba nesta semana

    Entre os dias 3 e 5 de outubro o Rio Music Conference, popularmente conhecido por RMC, inicia sua temporada 2013/14 com o encontro regional sul, a ser realizado na cidade de Curitiba.

    O local não poderia ser melhor, já que a cidade concentra boa parte da cena da região sul do país, e é bem próxima do “segundo pólo” – litoral norte de SC. O evento rola no Hotel Pestana, e segue o cronograma abaixo:

    03.10 | Quinta

    Credenciamento das 14h às 20h no Hotel Pestana;
    Coquetel de abertura;
    RMC Club Week

     04.10 | Sexta

    Conferência das 10h às 22h no Hotel Pestana:

    Debates e Painéis RMC Curitiba:

    Sala 1

    14:00 – Abertura do Evento por Marcos Cordiolli, Secretário de Cultura da Prefeitura de Curitiba

    14:30 – Marcas tipo exportação

    Se clubes e DJs brasileiros vêm ganhando espaço e destaque pelo mundo nos últimos anos, quais são as estratégias para que consigam manter este processo e crescimento?

    Ricardo Flores ( Grupo GV )
    Priscila Prestes ( Manager 24Bit )
    Henrique Marciano ( D-Edge )
    Gustavo Conti ( Warung )
    Silvio Conchon ( Manager Plus Talent )
    * Mediadora Sarah Kern

    Sala 2

    15:00 – Made in Brazil

    DJ/Produtores discutem o atual momento da produção nacional.

    Bruno Be ( Ladies & Gentlemen )
    Dake ( Grow / Playperview )
    Do Santos ( Santos Music )
    Sonic Future ( PPMusic )
    Thomaz Krauze ( Off Music )
    * Mediador: Ilan Kriger

    Painel patrocinado pelo Centro Europeu AIMEC.

    Sala 1

    16:00 – É festa no interior

    Um debate entre responsáveis pela intensa movimentação de novos projetos nas cidades do interior dos estados da Região Sul.

    Edemar de Marco ( Dining – Chapecó )
    Fran Bortolossi ( Colours – Caxias do Sul )
    Juliano Mandrake ( Groove Society – Toledo )
    Juan Rodrigues ( Okay Produtora – Passo Fundo )
    Rogerio Soldera ( Few Beats – Campinas )
    * Mediadora: Bruna Calegari

    Sala 2

    16:30 – DJ vs DJ

    Artistas do Sul batem um papo animado sobre o momento atual e tudo que envolve essa profissão.

    Leozinho ( Life is a Loop / Warung )
    Aninha ( 24bit / Vibe )
    Gromma ( Curitiba / D-Edge )
    Pic Schmitz ( Poa / DJcom )
    Ber Bush ( Hands Up )
    Doriva Rozek ( Florianópolis / Terraza)
    * Mediador: Daniel Kuhnen

    Sala 1

    17:30 – Antes da diversão, segurança em primeiro lugar

    Tudo que envolve uma questão fundamental em eventos: a segurança. Discussão reunindo profissionais ligados ao assunto.

    Jeje ( Vibe / Tribaltech / Warung )
    Alessandra Gabardo (Gastão Lima Arquitetura)
    Yuri Bernardi ( Danghai )
    Marcelo Bremer (Diretor de Fiscalização da Secretaria Municipal de Urbanismo de Curitiba)
    Representante Corpo de Bombeiros
    * Mediador: João Anzolin

    Sala 2 

    18:00 – Economia Criativa em convergência

    Um bate papo interessante com alguns dos responsáveis por fornecer serviços e inovações para a indústria da música e entretenimento.

    Diogo Dreyer ( Prefeitura de Curitiba )
    Bruno Loureiro ( Altos Agitos )
    Andrea Greca ( Berlin Inovação e Tendências)
    Richard Weber ( Dance Paradise )
    * Mediador: Claudio da Rocha Miranda Filho

    Sala 1

    19:00 – A força dos núcleos na construção das cenas

    Em um mercado cada vez mais segmentado, núcleos criativos espalhados pelo Sul apresentam suas diferentes propostas de trabalho no desenvolvimento de projetos com conceitos próprios e inovadores.

    Paulo Pires ( Moove )
    Ricardo Albuquerque ( Radiola )
    Eduardo Schasko ( Funk You )
    E + convidados de outros núcleos
    * Mediadora: Sarah Sarah Padilha Frank Kern

    Sala 1

    19:30 – Caixa Preta RMC

    Um bate papo divertido com perguntas interativas de personalidades do cenário musical

    Memê ( DJ / Produtor )
    Sandro Horta ( Manager / DJcom )

    Workshops assinados por Centro Europeu AIMEC e Yellow DJ Academy:

    11:00h – Yellow – Guia prático para Remixes, Mash-Ups & Re-Edits (Michel Godoy)
    12:00h – Centro Europeu AIMEC – Processo criativo para produção musical de Minimal (Carlinhos Zatro Minic / Flavia Barreto – Sound Cloup)
    14:30h – Yellow – Dicas e truques para montar seu Home Studio (Miguel Ratton)
    15:30h – Centro Europeu AIMEC – 10 técnicas que todo DJ deve saber e não sabe: CDJ2000 ou Traktor, quem leva a melhor nessa? (Ilan Kriger e Mateus B.)
    16:30h – Yellow – Sintetizadores para estúdio e Live PA (Christ)
    17:30h – Centro Europeu AIMEC – Tips & Tricks de produção musical (Ilan Kriger, Rafael Araujo, Mateus B., Cesar Funk, Alonso Figueroa e Dante Pippi)
    18:30h – Yellow – 3D Mapping (Toshiro)
    19:30h – Centro Europeu AIMEC e Ableton – Competição de Remix de 2 horas

    Os 4 melhores colocados vão ter a sua música lançada no Beatport e em outros sites de venda e o primeiro colocado vai ganhar um Live 9 oferecido pela Ableton.

    05.10 | Sábado

    RMC Club Week;
    Encerramento.