Autor: Mohamad Hajar

  • Adhana Festival é uma ótima opção para o ano novo

    Com a vacinação cada vez mais avançada no Brasil, estamos cada vez mais próximos do retorno completo dos eventos. As expectativas para o verão estão lá em cima e o Adhana Festival é uma das opções para o réveillon, especialmente para quem que​​r uma experiência prolongada e intensa.

    ONDE VAI SER?

    O festival nasceu em terras catarinenses, na cidade de Rio Negrinho, mas acabou migrando para a Aldeia Outro Mundo, localizada a poucos quilômetros das praias do litoral norte de SP. Apesar da distância a nova casa compensa a viagem, não só por suas belezas naturais, mas por ser um lugar pensado e construído para receber festivais de música eletrônica de imersão, com campings, serviços, praça de alimentação, tudo feito de maneira eficiente e ecológica pela crew responsável, que mora lá e tem muito amor pelo lar. A atmosfera é incrível e a estrutura é de cair o queixo!

    QUAL A PROGRAMAÇÃO MUSICAL?

    Outra boa novidade desta edição do Adhana é o lançamento do Palco Ubuntu. O nome vem de uma palavra africana não traduzível diretamente, mas que significa humanidade para com os outros, transmite a visão de que o universo é um todo orgânico e que cada parte individual é um pequeno aspecto dessa unidade. Foi escolhido para essa nova pista pois ela será destinada a vertentes de house e principalmente de techno, estilos que anteriormente faziam parte do palco Tribos e que agora terão seu próprio ambiente, que funcionará do entardecer ao amanhecer, contando uma história diferente a cada noite, conduzida tanto por artistas que respiram essa cena em seus projetos principais, como grandes nomes da cena trance que possuem projetos paralelos voltados para esse contexto. Nesse palco se apresentarão nossos residentes, alguns na noite de 27 para 28 de dezembro, outros na noite seguinte.

    Já o palco principal, o Savanah Mainfloor, está recheado de estrelas do mundo do psy trance, do progressivo ao hitech, contando inclusive com alguns artistas que raramente vem ao nosso país. Destaque para o Electric Universe Laser Harp, primeira apresentação após a virada do ano, bem como para a sequência avassaladora que vem em seguida. No Palco Tribos se apresentam bandas e DJs de sons alternativos, permeando inúmeros estilos como chill out, hip hop, reggae, dub, jazz, psychill, ambient, entre muitos outros. Alguns dos principais momentos dele serão os shows das bandas Nômade Orquestra, Leões de Israel, Pedra Branca e Mumbai Express, além do set de DJs como: Thiago Pinheiro, Schasko, Peixe Voador e nosso residente Moha.

    O QUE MAIS TEM PRA FAZER NO FESTIVAL?

    E um festival que se preze não pode ficar apenas na experiência musical, não é mesmo? Neste ano o Adhana Festival terá a maior programação de intervenções artísticas e atividades complementares de sua história. As intervenções acontecerão de surpresa durante o festival, em qualquer lugar e a qualquer momento, realizadas por crews especializadas. Além disso, haverá uma galeria de arte apresentando o trabalho de artistas visuais, assinada pelo coletivo Visionariom.

    Na Varanda Cultural acontecerá uma série de palestras, workshops e aulas, com destaque para as aulas de produção musical ministradas pelos artistas da DM7 e para a palestra sobre Terapias Psicodélicas, que será apresentada pela psicóloga Mariane Winkler, responsável pelas atividades de redução de danos nos eventos do detroitbr. Falando em saúde, a Tenda da Cura contará com o trabalho de profissionais das mais diversas áreas, oferecendo atividades como massagens, meditação, yoga, reiki, musicoterapia, palestras, cerimônias e vivências, além de possuir ambiente tranquilo e acolhedor para quem quiser recuperar-se de uma experiência ruim. 

    MENOR DE IDADE PODE ENTRAR?

    Todas as crianças e adolescentes poderão acessar o festival desde que acompanhados de pais ou responsável legal e, por isso, uma série de ações pensadas para as famílias também fazem parte da programação. Uma delas é o Camping Aconchego, espaço exclusivo para todos que estiverem acompanhados de crianças, caso desejem ficar em um ambiente separado das outras pessoas. Já a Toca dos Leões contará com brincadeiras e recreações para os pequenos e rodas de conversas e palestras para pais e mães.

    COMO FAZ PRA IR?

    Pensando na segurança de todos, só foram disponibilizados ingressos para 5000 pessoas, ou seja, um terço da capacidade máxima da Aldeia Outro Mundo. Todas as pessoas deverão apresentar esquema vacinal completo e máscaras seguirão as leis que estiverem vigentes na ocasião. Se você ainda não adquiriu seu ingresso, faça isso agora mesmo e garanta um ano novo inesquecível para celebrar o novo normal que está chegando! No site oficial você confere a programação completa e também encontra outras informações importantes, como endereço do local, contato da empresa responsável pelo transfer oficial e excursionistas credenciados. Confira:

    SITE OFICIAL: www.adhanafestival.com.br
    INSTAGRAM: www.instagram.com/adhanafestival
    FACEBOOK: www.facebook.com/adhanafestival

     
  • Conheça o Re•, canal colaborativo em prol de artistas locais

    Em meio à reinvenção imposta ao mercado musical pela pandemia, o projeto Re• surge como uma proposta colaborativa com o objetivo de fortalecer a cena local, gerando renda para profissionais que fazem ela acontecer e mantendo a chama da música acesa na vida das pessoas. Os artistas serão apresentados às quartas e sábados, em apresentações exclusivas gravadas em lugares visualmente impactantes, proporcionando a eles e ao público a possibilidade de conectarem-se durante o período de isolamento social.

    Todos os sets foram gravados no decorrer dos meses de maio e junho, respeitando rigorosamente as regras da quarentena, com equipe reduzida e sem convidados. Os cenários escolhidos variam entre ambientes naturais e urbanos, gentilmente cedidos ao Re• por seus proprietários ou responsáveis. O nome é uma alusão à abreviatura REC, de “gravar” em inglês, mas é também uma associação ao prefixo “re”, que inicia palavras de grande significado para os dias atuais como reação, reinvenção, reconstrução, revolução.

    Segundo os idealizadores o propósito é oferecer um material de alta qualidade, tanto para que o artista tenha em seu material de divulgação, como para que o público possa desfrutar de um streaming diferente em casa. Assim como as locações, a mão-de-obra e os equipamentos necessários para a execução também foram cedidos, pelos realizadores do projeto e por parceiros que acreditam na causa. Diante disso a única forma de retorno financeiro do Re• é a contribuição espontânea do público. As contribuições serão coletadas por intermédio do PicPay e do Abacashi, ferramenta de crowdfunding, e divididas entre os artistas musicais, os artistas de video e a equipe de produção e marketing.

    O período de quarentena fez com que sua execução fosse possível e necessária, mas os horizontes do Re• são amplos. Ao longo da transmissão da 1ª temporada a equipe, composta por Gustavo Remor, Mohamad Hajar, Billy Darjan e Bernardo Ziembik, espera gravar os capítulos seguintes em lugares e com artistas de outras cidades. Eles estão otimistas e revelam:

    “A nossa ideia é ajudar o máximo de pessoas que realmente acreditam no poder da música a superar esse momento tão difícil para nós, unir aqueles quem sabemos que estarão firmes e presentes no momento de reconstrução que futuramente virá”.

    A estreia do Re•Stream acontecerá no dia 5 de agosto, a partir das 19h, com a apresentação da DJ Cauana. O material será transmitido via Facebook e YouTube, fique atento aos canais oficiais do Re• para conhecer o cronograma de artistas:

    Facebook – https://www.facebook.com/re.stream.tv
    YouTube – https://www.youtube.com/channel/UCGwWrO9Tx_ys_6cry1qo8dw
    Instagram – https://www.instagram.com/re.stream

  • LIMBO: o novo canal de streaming com DJs e projeções visuais

    Um dos reflexos imediatos da quarentena foi o aumento de relevância do streaming para a cena artística. Nos últimos meses vimos surgir diversas propostas interessantes voltadas para a transmissão de conteúdo e o Limbo é um deles. Produzido por uma equipe de profissionais da área como designers, fotógrafos, videomakers, VJs e DJs, o projeto sediado em Curitiba surge com a proposta de conectar as pessoas e apresentar o trabalho de talentosos artistas da cena brasileira.

    Explorando as variadas vertentes que circundam o meio do techno, o Limbo se caracteriza pela sua proposta de transmitir sets exclusivos de DJs, inseridos em ambientes virtuais e projeções de VJ. Cada capítulo apresentará um DJ, todos os sábados às 19h (horário de Brasília) por meio das plataformas Youtube, Twitch e Facebook simultaneamente. As apresentações não tem custo para serem acessadas e o público terá a opção de realizar uma colaboração financeira para o coletivo caso deseje.

    A estreia aconteceu no último sábado (11/07) com a apresentação do duo Aedos, que faz parte da equipe que idealizou o Limbo. A próxima edição será no próximo sábado, dia 18/07, com Shadow Movement. Os outros convidados serão conhecidos sempre na semana de exibição, mas podemos antecipar que teremos detroiters entre eles. Inscreva-se nas redes oficiais do projeto e fortaleça essa ideia!

    LINKS

  • Time Warp retorna ao Brasil com line-up de impacto.

    O Time Warp é um festival itinerante de música eletrônica que nasceu em Mannheim, Alemanha, em 1994. Sua curadoria é direcionada a nichos específicos da cena techno e house, apresentando artistas renomados em pistas no conceito big room.

    Cave Stage na primeira edição do Time Warp em São Paulo. (Foto: divulgação)

    Em 2014 o Time Warp realizou em Buenos Aires sua primeira edição fora da Europa, mantendo sua edição sul-americana anual em terras hermanas até que em 2016 uma tragédia aconteceu: 5 pessoas morreram e dezenas foram hospitalizadas pelo consumo de substâncias análogas ao MDMA. Depois de um ano fora do nosso continente em 2018 o festival alemão elegeu São Paulo como sua nova casa por aqui, apresentando um line-up relevante e uma produção exemplar. O festival então caiu nas graças do público e vem para sua 2ª edição brasileira com tudo para manter e fortalecer essa boa relação!

    Aftermovie Oficial – Time Warp 2018 [BR]

    A viagem comemorativa de 25 anos de Time Warp chega ao nosso país para uma celebração de 2 dias, em 15 e 16 de novembro de 2019. O local escolhido para receber o evento é o mesmo da primeira edição: o Sambódromo do Anhembi, que abrigará novamente os palcos “Cave” e “Outdoor”, sendo o primeiro mais dedicado ao Techno e o segundo ao House.

    O lineup mescla artistas que se apresentarão pela primeira vez no Brasil com artistas que estão com maior frequência no país, e traz também um retorno extremamente aguardado: o de Ricardo Villalobos. Depois de 6 anos sem se apresentar no Brasil, o DJ chileno, que cresceu na Alemanha por sua família ter sido exilada durante a ditadura Pinochet, retorna para uma apresentação exclusiva no Time Warp São Paulo.


     Ricardo Villalobos em uma de suas apresentações.

    O artista é conhecido por sua postura completamente ousada e autêntica, tanto musicalmente como comportamentalmente. Nos estúdios já criou músicas que são considerados verdadeiras obras-primas, entre elas algumas que se tornaram verdadeiros hits das pistas minimalistas. Nos palcos, vive uma relação de amor e ódio com o público. Ao longo de sua carreira Ricardo viveu momentos de inconstância, indo de apresentações aclamadas a situações constrangedoras, pra dizer o mínimo.

    O álbum “Alcachofa” (2003), de Villalobos, que abriga a faixa “Easy Lee”, um de seus grandes hits.

    Todo essa polêmica e mistério em torno de Villalobos o tornam a atração mais aguardada do line-up, mas não quer dizer que ele seja o único artista a ser observado durante o festival! No mesmo dia e palco em que ele toca, se apresentará também The Black Madonna, artista residente do icônico Smartbar em Chicago, que vem despontando como um dos grandes talentos da house music de hoje em dia, além de ser símbolo de empoderamento feminino. Completam a noite do Outdoor Stage DJ Koze e as atrações nacionais Millos Kaiser e Gop Tun DJs.

    The Black Madonna se apresentando no “In The Lab NY” da Mixmag, no Dia Internacional das Mulheres.

    Já, o Cave Stage será liderado por ninguém menos que Richie Hawtin na sexta-feira! O artista canadense cresceu em Detroit e foi um dos grandes nomes da 2ª onda de artistas de techno no início dos anos 90, sendo responsável direto pelo desenvolvimento da cena pelos seus diversos labels e projetos como Minus, Plus 8, Enter, MODEL1 e CNTRL Beyond.


    Richie Hawtin é o responsavel pelo desenvolvimento do mixer “MODEL 1”.

    Neste dia também destacam-se também na caverna: o alemão chefão da Dystopian Rødhåd, a sensação das batidas aceleradas Amelie Lens e a brasileira ANNA, que já pode ser considerada atração internacional. Completam o line-up os artistas nacionais RHR, Eli Iwasa e Tessuto.

    Rødhåd no Boiler Room em Berlin

    No 2º dia o Cave Stage apresentará uma bela mescla de atrações. A coreana Peggy Gou é a grande novidade da cena mais cult, que tem se destacado por suas produções características e seus sets ousados. Fundadora do selo Gudu Records, motivada pela autonomia de poder decidir quando, como e o que lançar, a artista refere-se muitas vezes ao seu som como “K-House”.

    Peggy Gou fará sua estreia em terras tupiniquins.

    Vindo do sentido oposto está Jamie Jones, um dos fundadores do selo Hot Creations e mundialmente conhecido por sua pegada mais comercial e, no meio do caminho, está o Pan-Pot, que encerra a pista com sua sonoridade mais reta e pesada. Completando o line-up, grandes artistas brasileiros: Renato Cohen, L_cio e Trepanado.

    L_Cio em sua apresentação na edição anterior do Time Warp em São Paulo.

    O sábado do Outdoor Stage será dedicado ao house e tech house. O grande destaque fica por conta da DJ Honey Dijon, mulher, trans e negra, nascida em Chicago, na capital da House Music que, assim como The Black Madonna está se destacando por seu talento e por sua representatividade, com a diferença de que Honey Dijon imprime um estilo mais agressivo.

    Honey Dijon carrega suas bandeiras com louvor.

    Além dela, a revelação Denis Sulta e as meninas do Blond:ish completam o time de gringos, enquanto Davis e Fatnotronic fecham a lista para o lado brasuca. Confira abaixo os horários do line-up e não perca suas atrações favoritas!

     

    SERVIÇO
    Site oficial
    Ingressos
    Evento no Facebook
    Instagram oficial

     

  • TribalTech apresenta artistas e conceito de cada palco da edição de 2018

    Conforme a próxima edição da TribalTech se aproxima, a organização vem revelando as novidades que estão sendo preparados para o festival. A nova jornada foi intitulada Enlighten, fazendo alusão a ideias que vão do iluminismo ao filme 2001: Uma Odisseia no Espaço, propondo questionamentos filosóficos e a busca por mais racionalidade crítica.
    A proposta já pode ser sentida pelo público no line-up, que foi montado meticulosamente para que cada pista tivesse profundidade no conceito apresentado. Os 6 principais palcos já tiveram todos seus artistas divulgados, conheça-os abaixo:

    TribalTech Stage

    O palco principal será montado no maior galpão do complexo, que terá sua estrutura otimizada para proporcionar melhor circulação e acomodar mais pessoas. No line-up deste ano serão apresentados alguns dos principais artistas de techno do mundo, como Dubfire, ex-integrante da dupla Deep Dish, e os residentes do renomado club Berghain, Len Faki e Ben Klock. Abrindo o leque de vertentes, o tech house e o prog house também darão suas caras no stage, pelas mãos de Guy Gerber, Patrice Baumel e Solardo, duo revelação do último Tomorrowland.  Representando o nosso país, o TribalTech Stage apresenta um back-to-back inédito entre Victor Ruiz e Any Mello, o novo live de Gabe, além dos sets de Eli Iwasa e do talento local Shadow Movement.

    Timetech Stage

    Em 2017 o Timetech Stage foi sem dúvidas o palco mais comentado do festival. Criada para apresentar artistas inéditos e sonoridades alternativas às do TribalTech Stage, a Timetech tem em 2018 um line-up crescente, partindo do minimalismo do SIT, projeto formado pelos romenos Cristi Cons e Vlad Caia, avançando pela versatilidade da experiente Vera e do jovem Nicolas Lutz, para culminar na intensidade do DJ set do duo Modeselektor e de Anthony Parasole, conhecidos por misturar techno, electro, breaks e outros ritmos surpreendentes. Fazendo as honras da casa, três artistas nacionais que figuram entre as melhores pérolas recentes da cena underground brasileira: Tati Pimont, de São Paulo, Gromma e Kultra, ambos de Curitiba.

    SuperCool Stage

    Com uma proposta musical completamente diferente dos dois palcos anteriores, o SuperCool Stage também surgiu em 2017 e conquistou diversos admiradores por misturar house music com influências que vão do boogie à música brasileira. Em 2018 ele apresentará artistas internacionais pela primeira vez: Medlar, revelação da Wolf Music, e o multifacetado Fred P, que também responde pelos projetos Black Jazz Consortium, Captain P e Anomaly. O time nacional vem representado por grandes nomes, como Caio T e Gui Scott, integrantes do selo Gop Tun e responsáveis pela edição brasileira do Dekmantel Festival, os ecléticos Joutro Mundo e Carrot Green e o histórico Renato Cohen. O line-up se completa com os artistas locais Biel Précoma, Dani Souto e Cauana.

    Organic Beat

    O palco de bandas da TribalTech está maior do que nunca! A presença da banda Planet Hemp é sem dúvidas a grande surpresa desta edição, que apresentará também a cantora Karol Conka e o projeto paralelo de Mano Brown chamado Boogie Naipe, que troca a agressividade do rap que o consagrou à frente dos Racionais MC’s pela leveza do R&B, influenciado por ritmos que vão do MPB ao jazz – uma experiência multicultural digna do conceito proposto pelo Organic Beat.

    351 Stage

    Como nesta edição o Organic Beat será destinado apenas às bandas, os DJs e lives de hip hop e bass music ganharam um espaço próprio! Assinado pelo 351, tradicional casa de Curitiba que levanta a bandeira desses estilos, tem como grandes atrações o DJ Negralha, d’O Rappa, e o rapper BNegão, que irá discotecar após o show do Planet Hemp. Destaque também para a crew Damassaclan, que será representada por Ursso, Bitrinho e Chayco, e para o show de jazz Plata o Plomo, que contará com a participação de Dembeats. Diversos talentos locais completam o line-up: Abduzidub & Subvertentes, Anaum, Bastardman, DJ Ploc, Dow Raiz, Low C x Sala, Ganesh x Korsain, Gui Hahn, Numa, Peen, Raggamonk, Samsara, Sydney e THD x Givv.

    3DTTRIP

    O 3DTTRIP é o mais novo palco da TribalTech, criado para abrigar o estilo que há mais tempo faz parte dos line-ups do festival: o psy trance. O nome vem do sistema de som 3D, apresentado na edição de 2014 e que estará de volta em 2018, assim como a cenografia produzida pelos holandeses do VuuV Festival. O line-up apresenta um conceito similar ao proposto nos outros stages de música eletrônica, apostando em uma seleção que vai de renomados artistas, como Azax e Perfect Stranger, a respeitados nomes do progressive trance, como Gaudium, Flegma e Symbolic. Além deles, o stage conta com a presença de Trang, projeto musical do responsável pelo Laser Beam Factory, dos brasileiros de nível internacional Element e Fabio Leal e dos DJs Automack e Natascha
     
    Além dos 6 palcos já divulgados a organização promete um sétimo ambiente musical, que está sendo chamado de “pista secreta”. O festival acontece na Usina 5, complexo industrial que foi revitalizado e transformado em um dos principais espaços para eventos de grande porte de Curitiba. Os ingressos estão à venda em três categorias: pista, área VIP e backstage, cujas distinções você conhece melhor consultando o site oficial www.tribaltech.com.br.
  • TribalTech apresenta a 1ª edição independente da Timetech

    A edição Escape, da TribalTech, deixou saudades para os amantes da música eletrônica não só pelo line-up, mas também pela inovação do espaço e da proposta. Por conta disso, no próximo dia 9 de junho, às 23 horas, a Usina 5 receberá a primeira edição da Timetech – uma festa cujo conceito será o de apresentar sonoridades eletrônicas conceituais pelas mãos de artistas que pouco passaram pelo nosso país, sejam renomados ou revelações.

    Na sua estreia na TribalTech 2017 foram vários os destaques, como o peso da ucraniana Nastia, a versatilidade da polonesa Margaret Dygas, a experiência do americano Daniel Bell e a surpresa do alemão XDB. Mais do que a apresentação individual de cada artista, se destacou também a forma como o stage se desenvolveu ao longo do festival, permeando várias atmosferas sem se prender a apenas uma ou outra vertente. Para a primeira Timetech independente, que acontecerá das 23h de sábado até a manhã do dia seguinte, foi escalado um time com 4 artistas internacionais inéditos em Curitiba: Monoloc, Vril, Tijana T, integrantes do respeitado selo alemão Dystopian, e a DJ russa Julia Govor, que se juntam a RHR, uma das principais revelações da nossa música eletrônica dos últimos anos.

    O local da Timetech 2018 será o mesmo utilizado na TribalTech 2017, com o objetivo de relembrar a última edição do festival. “Nós percebemos que aquele espaço conquistou o público que ficou no Timetech Stage ao longo da última TT. Nesta edição vamos trabalhar com um novo projeto de cenografia e iluminação, ainda mais ousado, pra deixar a experiência do público realmente imersiva”, conta Carlos Civitate, o Jeje, idealizador da TribalTech.

    Lançamento da TribalTech e apresentação em primeira mão o line-up e conceito do festival em 2018

    A Timetech já seria motivo suficiente para ir à Usina 5 no próximo dia 9, mas para deixar a noite ainda mais completa a T2 Eventos anunciou que fará o lançamento oficial da TribalTech 2018 dentro da festa. Em um ambiente inédito do complexo será preparado o Lounge da TT, onde às 21h, antes da chegada do público, será realizada a cerimônia de lançamento da próxima edição do festival. Nela os organizadores apresentarão em primeira mão o line-up do festival, que ocorre no dia 22 de setembro. Também serão apresentados o novo conceito, os palcos, as novas ideias de utilização do espaço da Usina 5, e algumas surpresas que farão parte da TribalTech neste ano. “O público ainda não conhece todo o potencial da Usina 5. Desta vez o festival ocupará 100% do complexo, com alguns palcos mudando de lugar e diversas novidades que tornarão o festival ainda mais interessante e culturalmente diversificado”, completa Jeje. A cerimônia contará com a intervenção artística de Beatriz Braun, Leonardo Valentim e Renam Canzi, integrantes da Redoma, agência de artistas que teve presença marcante na última edição da TribalTech. Durante a Timetech 2018 o espaço será aberto ao público.

  • Modeselektor está de volta e com data no Brasil

    “Diversificados e inspirados pelo absurdo, os grooves do Modeselektor parecem emanar de todos os gêneros musicais, criando um caos controlado cuja expressão eleva as sobrancelhas da crítica e os batimentos cardíacos das pistas ao redor do mundo.”

    A frase acima é uma tradução adaptada do começo do release da dupla, composta por Gernot Bronsert e Sebastian Szary, dois alemães que nasceram na Berlim oriental e passaram sua juventude participando do movimento acid underground da Alemanha pós-queda do muro. O projeto foi concebido em 1995, mesclando ideias para as quais futuramente não iriam faltar rótulos, tentativas de descrevê-las: big bass techno, acid rap, psychedelic electro, entre outros. Fugindo destas nomenclaturas, poderíamos descrever a música deles como a floresta: densa, texturizada e rica em sonoridades nunca antes experimentadas.

    Em 2001 Gernot e Sebastian encontraram Ellen Allien, cujo selo BPitch Control fora a catapulta que ejetou o Modeselektor às cabeças da cena techno europeia da época. Com uma série de singles e EPs começaram a conquistar o gosto de grandes artistas, como Thom Yorke e Apparat, com quem viriam a colaborar futuramente. Na segunda metade da década vieram os dois primeiros álbuns, Hello Mom! (2005) e Happy Birthday! (2007), cuja sonoridade completamente fora dos limites de qualquer rótulo acabou por influenciar toda uma geração de DJs de diferentes nichos e partes do mundo.

    Em 2009 o duo fez seu debut como trio: com Sascha Ring, músico alemão responsável pelo projeto Apparat, lançaram o álbum Moderat, cujo nome seria utilizado para se referir também à banda recém lançada. Gravado utilizando apenas equipamentos analogicos, o Moderat apresentava uma sinérgica e funcional mistura entre a robustez caótica do Modeselektor e a viagem obscura de Apparat, que somada à dinâmica musical da apresentação ao vivo da banda fez com que ela adquirisse respeito global instantâneo.

    Ainda no mesmo ano de 2009 o mundo viu a Monkeytown Records nascer, gravadora criada com o propósito de lançar materiais próprios e de amigos, mas que rapidamente tornou-se uma das principais referências de bass music da década atual, junto com seu sub-label 50WEAPONS. Pouco tempo depois viria o terceiro álbum de estúdio, intitulado Monkeytown (2011), com participação de Thom Yorke em duas faixas e uma atmosfera ainda mais densa, demonstrando a maturidade adquirida no decorrer da carreira.

    Foi na tour do Monkeytown que o Brasil teve a última oportunidade de ver a dupla em ação, quando se apresentaram no Sónar SP em 2012. Logo em seguida Gernot e Sebastian passariam a dedicar suas energias ao Moderat novamente, período que rendeu dois novos álbuns e longas tours à banda, deixando o Modeselektor em um hiato que só foi acabou há poucos meses.

    No período em que a criatividade e as datas na agenda eram dedicados à colaboração com Apparat, o Modeselektor ainda se fez presente nas playlists dos fãs graças ao Vol. 3 da compilação Modeselektion, pela qual o duo apresenta seu lado DJ.

    E é esse lado que conheceremos neste sábado no Dekmantel Festival São Paulo, que aproveitou o retorno deste grande nome da história da música eletrônica e o selecionou para encerrar o primeiro dia no formato DJ set. Ouvir a discografia completa (álbuns de estúdio e compilações) do Modeselektor é uma boa exercício para sentir a amplitude da musicalidade deles e testar nossa própria ecleticidade. Assim como eu, você certamente vai encontrar coisas horríveis para seu gosto, vai se perguntar “como é que eles tem coragem de lançar isso?”

    Mas ao ouvir as belas pérolas que nos agradam, conseguimos perceber a genialidade e a ousadia intrínseca ao projeto, qualidades tão essenciais e cada vez mais escassas em artistas dos tempos atuais. E aí até dá pra reconhecer que mesmo as músicas ruins, no fundo, são muito boas.

    Serviço

    Evento: Dekmantel Festival São Paulo
    Data: 3 e 4 de março de 2018
    Locais: Rua Inhaúma, 263 (Antigo PlayCenter) e Av. Olavo Fontoura, 1209 (Sambódromo do Anhembi), ambos em São Paulo (SP)
    Ingressos: Eventbrite
    Links: site oficial / evento no facebook

  • Dekmantel apresenta a 2ª edição do festival no Brasil

    Depois de uma onda de festivais comerciais internacionais aportando no Brasil em meados desta década, no ano passado o selo holandês Dekmantel veio para ser um dos primeiros a apresentar uma curadoria conceitual e inovadora. Desde o Sónar SP 2012 que não se via um festival apresentando nomes como Nicolas Jaar, Jeff Mills e Moodymann, só pra citar alguns. A estreia foi um sucesso e criou um grande desafio para 2018: como manter o nível e a linha evolutiva da proposta apresentada pela curadoria anterior?

    A primeira novidade está na mudança de locais: a edição de estreia no Jockey Club de São Paulo foi ótimo “cartão de visitas”, mas um lugar inóspito e místico como as ruínas do antigo PlayCenter irão dar uma atmosfera mais underground ao evento, efeito percebido recentemente em eventos como DGTL e TribalTech, que ocuparam espaços semelhantes em suas edições de 2017. Enquanto isso as festas noturnas, que ano passado foram realizadas na Fabriketa, agora respiram ares opostos no Anhembi, complexo de espaços para eventos localizado na zona norte paulistana.


    clique aqui para ver mais fotos

    Para dar vida a ambos espaços, mais uma vez a curadoria buscou apresentar uma grande cota de novidades e artistas visionários, temperada com certeiras opções entre os nomes que ganharam relevância em nosso país. Um dos retornos mais aguardados é o do Modeselektor, que passou os últimos anos em hiato por seus integrantes estarem dedicados ao Moderat. A dupla virá para apresentação em DJ set, em uma viagem experimental que deverá ter o mesmo toque agressivo do que lançam em seu selo Monkeytown. Antes dele se apresenta Mano Le Tough, head do selo maeve e figurinha carimbada nas pistas brasileiras. E falando nelas, o encerramento do 2º dia ficará por conta de Nina Kraviz, que deverá apresentar algo mais surpreendente e intenso que na última edição, quando tocou antes da lenda Jeff Mills. Antes dela toca Marcel Dettmann, residente do Berghain e um dos principais expoentes do techno berlinês na última década. Mais cedo ainda será possível acompanhar ótimas apresentações de outras linhas musicais, como Four Tet, Peggy Gou e Midland.

    Nos outros palcos, inúmeras boas opções das quais algumas sequer ouvimos falar antes, mostrando que a proposta de trazer inovação está sendo cumprida. Além do Selectors e do UFO, a Gop Tun, crew brasileira que co-produz o festival com os holandeses, estará presente novamente com seu stage. Confira a programação completa e monte seu cronograma:

    Já sobre as festas noturnas, ainda não temos a confirmação da quantidade de palcos e nem da realização segunda delas, embora ela deva ser anunciada com menos antecedência e sem artistas divulgados anteriormente, a exemplo do que aconteceu em 2017. Confira quem toca na noite de sábado no Anhembi:

    Serviço

    Data: 3 e 4 de março de 2018
    Locais: Rua Inhaúma, 263 (Antigo PlayCenter) e Av. Olavo Fontoura, 1209 (Sambódromo do Anhembi), ambos em São Paulo (SP)
    Ingressos: Eventbrite
    Links: site oficial / evento no facebook

  • Conheça a mente criativa e empolgada de Traumer

    No próximo sábado, 11/11, o detroitbr celebrará 4 anos decorridos desde que sua ideia fora concebida e sua evolução e proliferação iniciada. Para tanto, está sendo organizada a maior festa da história do coletivo: o Galera’s Beach Bar foi escolhido tanto pelo cenário paradisíaco da Praia Brava como pela capacidade do salão superior, ambiente aonde será montada a pista de dança que receberá o francês Traumer, grande atração da festa.

    Pra aquecer os ânimos e colocar todo mundo na mesma sintonia convidamos Bernardo Ziembik, nosso residente e fã incondicional do cara, para fazer uma entrevista com ele. Para nossa grata surpresa as respostas demonstraram um artista sincero, empolgado e um tanto louco – exatamente o que esperamos de alguém que vai tocar por 4 horas em um importante capítulo de nossa história.

    Entrevista

    Bernardo: Olá Traumer, antes de qualquer coisa, eu gostaria de dizer que é uma grande honra pra mim fazer esta entrevista. Eu sou um grande fã da sua música desde quando ouvi seu lançamento pela Desolat, que acredito que o introduziu massivamente no mercado da música eletrônica. Você poderia nos falar um pouco sobre este trabalho e que influências você teve naquele tempo?

    Traumer: Olá, a parte engraçada é que eu não tinha a Desolat em mente quando produzi a track. Para ser bem honesto, eu nem estava certo sobre a faixa Hoodlum e ao mesmo tempo eu ainda estava no meio das coisas diferentes que eu vinha testando, se eu queria fazer techno ou house no meu projeto Traumer. Naquele tempo o projeto Romain Poncet ainda estava sendo concebido e eu ainda estava testando as coisas.
    Então eu fiz algumas músicas inspiradas em techno, com alguns cortes apoiados em house como Hoodlum ou Insola. Eu me lembro que uma manhã o meu agente da época me ligou e me disse, “Boas notícias, você vai lançar um EP pela Desolat” – eu obviamente disse que estava bem feliz em ouvir esta notícia mas também não conseguia entender como era possível. Ele me disse que havia enviado previamente todos meus materiais para a Desolat e eles gostaram tanto que decidiram que eles tinham músicas suficientes para fazer um EP duplo. Aqui está a história 🙂

    B: Nós podemos dizer que a identidade de Traumer mudou desde então, enquanto Romain Poncet se aproximou mais do som do DeDust EP. Além desses dois alter-egos, você já assinou faixas como Poncet Family, Möd3rn, Sergie Rezza, Adventice e RedSpecs. Nos diga como você administra todos esses projetos e qual a diferença entre eles!

    T: Você está absolutamente certo sobre o som de DeDust. Eu realmente tenho outros projetos mas vou deixar você encontrar eles por si mesmo… Sobre essa “esquizofrenia”, administração da multi-personalidade da minha identidade: eu realmente não sei como eu faço isso pra ser honesto. Mas o que eu posso dizer é que tendo tantas identidades diferentes é a minha forma de me manter inspirado. Isso me permite nunca cair no tédio, porque uma vez que estou entediado fazendo techno por exemplo, eu apenas me movo naturalmente para o house, depois para o ambient, depois minimal etc. Essa esquizofrenia artística “controlada” (não estou tão certo se é mesmo controlada haha) mantém o ciclo criativo em movimento perpetuo, tudo está sempre zumbindo em minha cabeça. Também, se eu tivesse que analisar objetivamente essa necessidade de fazer malabarismos com diferentes projetos, psicologicamente, eu pensaria que é também uma forma de me tranquilizar. Eu posso ficar um pouco ansioso com relação ao futuro algumas vezes – ter todos esses projetos talvez seja minha maneira de criar diferentes finais e saídas de emergências pra mim…?

    B: Algo que me impressiona nas produções do projeto Traumer são suas referências tribais e percussivas. Você poderia nos falar um pouco sobre sua formação musical, quem ou o quê te inspirou em sua carreira?

    T: Eu não tive nenhum treinamento musical formal, eu não toco piano ou qualquer outro instrumento. Eu estou apenas ajustando. Eu comecei a fazer música no computador quando eu tinha 14 anos e eu acredito que esse é o meu instrumento. O computador me permite curtar, colar, mover, fatiar, truncar, desacelerar ou acelerar qualquer fonte de áudio, e é isso que eu gosto de fazer. Muitas pessoas me inspiraram ao longo dos anos e são tantos, mas tantos que continuam me inspirando, que eu não vou fazer uma lista pois sempre esqueço alguns, e também porque essa lista seria tão grande! Eu obtenho minha inspiração de tantas coisas diferentes, mas eu acho que no final eu tenho a maioria das minhas ideias enquanto estou viajando e das gigs em que eu toco. É importante ouvir os DJs que tocam antes ou depois de você.

    B: A festa na qual você vai tocar celebra 4 anos da fundação do detroitbr, um projeto underground que é parte de uma onda que está mudando a forma como os brasileiros interagem com a música. Como a cena da França é bem mais desenvolvida, fico curioso sobre o que está acontecendo aí agora. Como estão as coisas? Quem são os “sangues-frescos” que fazem você acreditar no futuro da cena musical do seu país?

    T: Como você disse, as coisas estão se desenvolvendo bem aqui – em termos de evento ficou um tanto enorme, e é o mesmo em várias cidades, não somente Paris. Mas também há muitos grandes artistas aqui na França que continuam elevando os níveis, em diferentes estilos de música eletrônica. Eu estou pensando em gente como Varhat, Lazare Hoche, Cesar Merveille (ele mora em Berlim, mas ainda assim é um grande artista francês), Antigone, DJ Deep, Molly, Seuil só pra nomear alguns dos amigos mais estabelecidos (eu tenho que dizer que sempre esqueço vários nomes – eu realmente não gosto de listar assim). Mas a chave para o desenvolvimento está acontecendo nas comunidades na internet. Eu estou pensando nos grupos de Facebook nos quais música é compartilhada, como o grupo “Beau Mot Plage”, aonde você pode encontrar músicas absolutamente incríveis que você nunca ouviu antes. Eu acho que a França está se desenvolvendo bastante por este desenvolvimento ser global, ele vem dos artistas estabelecidos aos novatos, dos promoters ao público e à super-ativa comunidade na internet.

    B: Suas última tour brasileira teve gigs em festivais, agora você volta para três noites em clubs. Quais são suas expectativas para a tour dessa semana?

    T: Festivais significam menos tempo de set, então nem sempre temos tempo para nos expressar. Tocar em clubs significa o oposto e essa tour é definitivamente o caso. Eu vou tocar no mínimo duas horas em todos os lugares que irei, o que é ótimo. Então, eu espero me conectar mais com a multidão e ir mais fundo musicalmente… Se você quiser me ver na vibe de festival, irei para Lima (Peru) para tocar no Get Out Festival e Cordoba (Argentina) para pegar o palco no Riot no fim de semana depois do Brasil.

    Serviço

    Quando? 11/11 (sábado), 22:00
    Onde? Galera’s Beach Bar – Praia Brava, Itajaí (SC)
    Quem toca? Traumer, Bernardo Ziembik, André Anttony
    Ingresso online: http://bit.ly/dtbr4anos
    Equipe de vendas: http://bit.ly/EQdtbr4anos
    Evento oficial: https://www.facebook.com/events/1488652177838495/
    Reservas: (47) 99900-0837

  • TribalTech anuncia retorno em 2017 com edição Escape

    Há cerca de um mês a T2 Eventos pegou todo mundo de surpresa com o anuncio da TribalTech Escape, edição de conclusão da trilogia iniciada em 2014 e inicialmente marcada para encerrar em 2016. Depois de renascer em um dia de muito sol e alegria, no qual diversas tribos se uniram para erguer 12 palcos na TribalTech Reborn, os tempos ficaram obscuros e vieram as lições do capítulo seguinte: desde a instabilidade econômica enfrentada pelo país até a chuva sem precedentes que castigou a Fazenda Heimari, tudo contribuiu para que a TribalTech Evolution ficasse marcada na vida de cada pessoa que passou por ela.

    Depois disso tudo, o terceiro capítulo tinha que ser especial. Talvez não tão grandioso quanto os anteriores, mas igualmente marcante. Por isso fomos até a organização do evento para absorver um pouco mais do clima dos bastidores, saber quais são os objetivos da TT tanto para agora, como para os anos seguintes:

    1:10 O que aconteceu no período em que a festa foi adiada?
    2:25 Cadê o line-up completo?
    3:40 Quantas pistas teremos?
    5:05 E o local?
    6:00 A história termina aqui?

    Áudio de fundo: LL067 Octave One @ Loveland Live.

    Como podem ver, uma das apostas da organização é em um novo local, que está sendo guardado a sete chaves para o lançamento que Jeje fala na entrevista. O que já se sabe pelas fotos que foram divulgadas em redes não oficiais é que é um complexo industrial abandonado, com diferentes ambientes prontos para serem transformados numa verdadeira ilha de cultura eletrônica, com a criatividade que a equipe de cenografia da festa já demonstrou ter em outros anos.

    Assim como quase metade das pessoas que moram em Curitiba hoje, não nasci aqui. Apesar disso, os mais de dez anos que passei na capital paranaense foram suficientes para que eu a abraçasse como lar. Uma das razões que me levam a ter esse sentimento pela cidade é a forma como ela sempre recebeu a música eletrônica de braços abertos, evoluindo com ela a tal ponto que hoje um festival como a TribalTech possa acontecer em plena área urbana, convivendo com outros estilos e culturas sem que seja amplamente negativado pela sociedade local.

    Que venha a conclusão da trilogia, pois mais uma vez, o fim será apenas um grande recomeço. Até onde irá esta jornada?

    Fotos: Gustavo Remor e Gui Urban.