O selo brasileiro Cabana Music acaba de lançar um EP envolvendo apenas artistas do detroitbr! Trata-se do Substance Remixes, lançamento que chega com duas releituras para músicas do Unterwelt80 previamente lançadas: Nagasaki, que adquiriu tons sinistros e melancólicos pelas mãos do Kultra, e Hiroshima, que ficou intensa e explosiva com o olhar de Eduardo M. Ouça agora e adicione à sua biblioteca em seu serviço de streaming preferido:
Ale Reis e Renee são artistas apaixonados por equipamentos analógicos, mas que mantêm-se conectados ao mundo digital. Esta dualidade pode ser sentida pelos dois labels comandados por eles: Sketches Records com lançamentos exclusivos em vinil e sudd records com lançamentos em formatos digitais.
Nesta semana o duo anunciou um lançamento que irá encher os ouvidos e corações de produtores que, como eles, possuem apreço pelo som único gerado pelas drum machines clássicas. Neste período de isolamento social o Stekke imergiu em estúdio e trouxe ao mundo pacotes de samples gravados nos diversos equipamentos analógicos que possuem, como uma das formas alternativas que a dupla encontrou para contribuir com o universo da música neste momento.
Se você é fã de techno e acompanha as principais gravadoras do mercado mundial, temos uma sugestão genuinamente brasileira para suas pesquisas: a Prisma Techno, marca que iniciou como uma label party no Espírito Santo e hoje é um dos principais expoentes dos produtores nacionais perante o mundo.
Capitaneada por Thito Fabres, a Prisma já soma quase três anos de trabalho e possui 27 releases até aqui, com a participação de talentosos artistas do cenário nacional como Anderson Noise, BLANCAh, Binaryh, e Paulo Foltz. Com o tempo, conseguiu construir um perfil sonoro guiado principalmente pelo techno melódico, hoje mais próximo de uma linha hipnótica e progressiva, transmitindo os fenômenos e mistérios da vida através da música.
Além dos releases lançados quase que mensalmente, desde 2018 a Prisma trabalha em um material batizado de Evolution, uma compilação que traz tracks originais de diferentes artistas. Neste ano, em sua terceira edição, Thito mais uma vez assumiu a responsabilidade de ouvir e selecionar as faixas que fariam parte do disco. O destaque não fica por conta de um único artista, mas sim pelo perfil jovem de muitos produtores que fazem parte do catálogo.
Não estamos aqui falando de idade, mas sim da experiência dos artistas no universo da produção musical, Thito explica: “Aqui na Prisma temos a filosofia de dar oportunidades para artistas nacionais que acreditamos, tanto em nossos eventos como pela gravadora. O VA é uma oportunidade de explorar novos horizontes e revelar nomes que possuem um grande potencial, mas que muitas vezes não possuem um espaço merecido no mercado”, afirmou Thito.
VA é sigla para Various Artists, nome técnico que se dá a lançamentos que não possuem um artista principal. O Evolution III é um VA composto por nomes 100% nacionais, são 15 artistas responsáveis pelas 10 músicas presentes no disco. Alguns dos nomes talvez sejam desconhecidos para você, mas se você está interessado em conhecer primeiro artistas que podem ser os hit-makers de amanhã, a nossa recomendação é para que se ouça todas as faixas.
Falar sobre a House Music e sua história sem citar a Strictly Rhytm é uma tarefa árdua, pra não dizer impossível. A gravadora, que completa 30 anos esse ano, foi e é responsável por uma série de lançamentos icônicos da música eletrônica, cunhados por lendas como Armand Van Helden, Barbara Tucker e Erick Morillo, ou por apostas que se firmaram ou estão se firmando como William Djoko e, na época, o próprio AVH.
A história da Strictly Rhytm começa em outra gravadora, a Spring Records, de soul e R’n’B. Lá os fundadores Mark Finkelstein e Gladys Pizarro se conheceram e, quando a Spring fechou, Mark recebeu o convite para cuidar do “business” de uma gravadora focada em um estilo de música: house music. Gladys, a autora do convite, era apaixonada por house e garage, e seria a responsável por ser os ouvidos da gravadora, escolhendo as músicas e prospectando produtores. Então, em 11 de Maio de 1989, com o house de Chicago e o techno de Detroit já bombando, nasceu a gravadora que inseriu Nova York no mapa da música eletrônica, a Strictly Rhytm.
Desde então, a label emplacou uma série dos chamados “crossover hits”, tracks que tinham traços de diferentes gêneros misturados, e, por isso, bombavam em diferentes pistas para diferentes públicos, como “Free” de Ultra Naté, “I Like To Move It”, de Reel To Real e “Higher State of Consciousness” de Josh Wink.
Passados 30 anos de sua fundação, a Strictly Rhytm anunciou um compilado com 30 faixas que moldaram e marcaram a label. O lançamento digital de ‘The Definitive 30’ está marcado para o dia 13 de Dezembro, e será acompanhado do lançamento em vinil em Janeiro. Além disso, a gravadora anunciou também que vai lançar 10 tracks que ainda não estão disponíveis digitalmente.
Entre as faixas selecionadas estão “The Warning” de Logic e “Luv Dancin” de Underground Solution, duas das primeiras tracks da gravadora. Lançadas em 1990, ano seguinte da fundação da SR, as tracks foram as responsáveis por inicialmente colocar a label, e consequentemente Nova York, no mapa da música eletrônica.
Confira logo abaixo, quais tracks, além dessas, estarão no “The Definitive 30”:
1. Sir James – Special (Club Mix)
2. Logic – The Warning (Inner Mix)
3. Underground Solution – Luv Dancin’ (In Deep Mix)
4. After Hours – Waterfalls (3am Mix)
5. The Untouchables – Lil Louie’s Anthem
6. Photon Inc – Generate Power (Wild Pitch Mix)
7. CLS – Can You Feel It (In House Dub)
8. Phuture – Rise From Your Grave (Wild Pitch Mix)
9. Aly-Us – Follow Me (Club Mix)
10. Code 718 – Equinox (Heavenly Club Mix)
11. K.C.Y.C. – Stompin Grounds (Stompin Ground Mix)
12. South Street Player – (Who?) Keeps Changing Your Mind (Club Mix)
13. Hardrive – Deep Inside
14. Reel 2 Real – I Like To Move It (Erick ‘More’ Club Mix)
15. The Believers – Who Dares To Believe In Me? (Original Mix)
16. George Morel – Let’s Groove
17. Barbara Tucker – Beautiful People (Underground Network Mix)
18. River Ocean – Love & Happiness (12″ Club Mix)
19. Loop 7 – The Theme (The Legend)
20. The Boss – Congo (Da Max Mix)
21. Armand Van Helden – Witch Doktor
22. Josh Wink – Higher State Of Consciousness (Tweekin’ Acid Funk)
23. Lou2 – Freaky (The Bar Heads Mix)
24. Planet Soul – Set U Free (Fever Mix)
25. Lil’ Mo’ Yin Yang – Reach (“Little” “More” Mix)
26. Black Magic – Freedom (On and On Strong Vocal Mix)
27. Powerhouse feat Duane Harden – What You Need (Full Intention Power Mix)
28. Wamdue Project – King Of My Castle (Roy Malone Kings Mix)
29. Osunlade – Momma’s Groove (Jimpster’s Hip Replacement Mix)
30. Dennis Ferrer – Sinfonia Della Notte
Imagine receber a missão de remixar uma música de uma dupla que teve uma contribuição fundamental na história da música eletrônica, sendo considerada como um dos principais expoentes do gênerio “Big Beat”, ao lado de The Prodigy, Daft Punk, Algorythmik e Fatboy Slim.
Foi esse sentimento que artistas como Kink, Sasha e Soulwax. vivenciaram recentemente, ao serem convidados por The Chemical Brothers para remixarem alguns de seus clássicos. Ao lado de Gentleman Thief, Futureshock e do próprio duo The Chemical Brothers, eles foram os responsáveis pelas novas versões de clássicos do 3º álbum da dupla, Surrender, que completa 20 anos.
Em comemoração aos 20 anos desse momento histórico, que muitos consideram ter sido o ápice da popularidade da dupla, será lançado nesta terça, dia 22, o Surrender‘s 20th Anniversary Edition, em CD e vinil. E, embora o álbum ainda não tenha sido lançado, já é possível ouvir algumas das faixas que o compõe, como o remix feito por Kink, que você confere logo abaixo:
Em janeiro, Mills deixou os fãs curiosos com o novo projeto, um eletrônico clássico conceitual homenageando a peça Os Planetas (1916), de Gustav Holst. Os toques finais no álbum de Mills foram feitos em 2016 no Abbey Road Studios, em Londres.
A versão em CD de Planets contém nove faixas. Haverá também uma versão em Blu-ray, que a Axis descreve como “um conjunto de dezoito movimentos instrumentais que explora os nove planetas, incluindo as porções de espaço entre os planetas, as nove regiões que Mills chama de Trânsitos de Loop.”
Tracklist
01. Mercury
02. Venus
03. Earth
04. Mars
05. Jupiter
06. Saturn
07. Uranus
08. Neptune
09. Pluto
Em junho deste ano, Mills fará uma residência de quatro dias no The Barbican, em Londres, contemplando a estreia no Reino Unido de seu show Planets.
Nicolas Jaar é jovem artista, de apenas 25 anos, mas que possui um currículo de dar inveja em qualquer um que respire música. Nasceu nos Estados Unidos e cresceu no Chile, terra de seus pais, antes de retornar a New York. Sua origem faz com que frequentemente seja comparado a Ricardo Villalobos, o que em sua opinião não faz o menor sentido. “Não estou nem perto de atingir seu nível de técnica”, afirmou ao Pitchfork em uma entrevista. “Quando eu era jovem e pegava o metrô para o colégio, gostava de ouvir Thé Au Harem D’Árchimède, de Ricardo, e The Last Resort, de Trentemoller. Com o primeiro eu estava sempre pensando ‘Aonde você quer chegar com isto?’, enquanto que o segundo era fácil de ouvir, como doce. Eu sempre quis fazer um Trentemoller mais experimental e um Ricardo mais melódico” completou.
Seu primeiro contato com a dance music, no entanto, foi com DJ Kicks, de Tiga, em 2004. “Quando ouvi eu pensei ‘Que porra é essa? É incrível!’, acabei obcecado por aquelas tracks” confessou. Poucos anos mais tarde já estava esbanjando talento em seu live act, como podemos perceber nesta gravação de 2008, que é muito mais dancefloor friendly do que seu som atual, apesar de já possuir os elementos melódicos e o experimentalismo que posteriormente tornaram-se sua característica.
E foi no ano de 2011 que finalmente veio a consagração, com o lançamento de seu primeiro álbum, Space Is Only Noise If You Can See. A obra é dividida em 14 faixas, mas pode-se dizer que é apenas uma de 46 minutos, já que ela foi criada para ser apreciada como um todo. O disco conquistou elogios e reviews positivos de dentro e fora do mundo da dance music, muito graças ao fato de que a maioria das tracks fugia do padrão de 120 a 130 bpm do techno e do house. Foi neste ano em que tornou-se líder do ranking de live acts do Resident Advisor, posição que seria mantida pelos dois anos seguintes, com ajuda do seu projeto paralelo Darkside, alias sob a qual Nico passou 2012 e 2013 se apresentando, ao lado do guitarrista Dave Harrington. Junto a ele encabeçou a lista de headliners de diversos festivais conceituados, como Sónar e Pitchfork, mas sobrando um tempinho para fazer o que foi considerado o melhor Essential Mix de 2012, na BBC Radio One.
Em 2014 surpreendeu a todos anunciando que o Darkside entraria em um hiato por tempo indefinido, quase ao mesmo tempo em que iniciava os trabalhos no seu novo label, Other People. “Clown & Sunset tinha essa vibe de ser muito conectado a mim. Eu não gostava disso, acabou se tornando uma ‘afiliação’ ao meu som da época do primeiro álbum, cujo qual eu mesmo nem estou mais tão conectado”, conta Nicolas, que completa: “Eu nao estou interessado em ter Other People representando ‘meu som’ dessa maneira”. De lá pra cá rolaram 2 bons EPs, Nymphs II e Nymphs III, mas o que mais chamou a atenção foi Pomegranates, álbum que liberou para download na semana passada. O primeiro contato do público com essas músicas foi no começo do ano, quando ele as usou para criar uma trilha sonora para o filme soviético The Color of The Pomegranates, de 1969. Apesar de Nico nunca ter declarado, vários jornalistas enxergam referências a Angelo Badalamenti em seu gosto por ambiências e trilhas. Alguns reviews de Space Is Only Noise If You Can See apontaram a semelhança, enquanto ele próprio homenageou o ídolo usando um diálogo de Twin Peaks no seu Boiler Room e o nome de uma personagem no título de uma track.
O mais interessante em Pomegranates é a história recheada de sincronicidade por trás de sua concepção, que foi contada em detalhes pelo próprio em um arquivo pdf que vem junto com as músicas, cujo qual traduzi e transcrevi abaixo:
Olá,
Eu comecei a produzir a maioria das músicas encontradas em Pomegranates antes de ter visto o filme e até mesmo de saber de sua existência. A primeira música, por exemplo, foi feita no começo do outono de 2014. Eu tinha voltado de uma tour de um ano com o Darkside e estava realmente feliz por estar em casa. Eu estava fazendo música na minha sala quando uma barata começou a dançar sobre alguns dos cabos que estavam no chão. Em vez de matá-la, decidi fazer uma música pra ela. Eu a nomeei Garden of Eden porque eu lentamente comecei a ver a pequena criatura como minha amiga e ajudante, e meu estúdio como um jardim (com todos os cabos!).
A música seguinte foi feita originalmente para um programa de TV. Quando percebi que ele não era exatamente o que haviam me prometido quando assinei o contrato decidi pular fora, o que me deixou com horas de trilha sonora pronta. Eu usei apenas uma dúzia de minutos disso em Pomegranates, ainda não sei o que fazer com o resto! Survival foi originalmente feita para ser a track de fundo para Guetto, uma música que produzi para o DJ Slugo, na qual ele fala sobre crescer em Chicago. Shame é uma batida que eu fiz para um rapper, que foi recusada. No fim de 2014 eu morei com meus pais por seis meses, num período de troca de residências. Eu não tinha estúdio, apenas um piano, alguns microfones e headphones. Foi neste período que escrevi Muse. Volver é a versão em coro de Revolver, uma track que fiz em 2011 e espero que seja lançada neste ano. Enfim, poderia ir adiante contando a história de cada uma delas.
No começo de 2015 meu amigo Milo ouviu algumas destas músicas e me falou sobre o filme. Eu assisti e fiquei estupefato. Eu senti que a estética fez completo sentido com os temas estranhos que eu fiquei obcecado nos últimos anos… Eu estava curioso pra saber como as músicas soariam quando sincronizadas com as imagens, o que se tornou em um trabalho de dois dias no qual eu coloquei trilha no filme todo, criando uma estranha colagem com a ambient music que eu fiz nos últimos 2 anos.
O filme me deu estrutura para seguir e temas para cumprir. Ele deu clareza para estas músicas, que em sua maioria foram produzidas através do caos. Ele me deu também a coragem para publicar… Eu queria fazer algumas exibições, mas o cara que possui os direitos do filme não queria nenhuma versão que não fosse a original por aí. Não posso culpá-lo, tenho certeza que Paradjanov não gostaria de ver uma criança de NY mijando sobre toda a sua obra-prima e chamando aquilo de trilha sonora! Eu a ouvi algumas vezes sem assistir ao filme e acredito que ela consegue viver de forma independente. Pelo menos eu espero que sim!
Eu ainda estava na casa dos meus pais quando terminei Pomegranates. No dia 1º de março eu cheguei na minha casa nova e ela estava completamente vazia, exceto por uma pequena árvore. O dono estava lá pra me cumprimentar e me perguntou se eu gostaria de mantê-la, pois ele não tinha mais aonde colocá-la e nem alguém a quem dá-la. Eu concordei em ficar e cuidar dela.
Antes que ele saísse, perguntei que tipo de árvore era. Era um pé de romãs [pomegranates]. E ele não tinha a vaga ideia do trabalho que eu estava executando!
Ponto para o time das meninas! Aconteceu ontem mais uma demonstração que o sexo feminino nem sempre é o frágil: o lançamento do álbum Power Of Anonymity, da DJ e produtora holandesa Steffi. A label responsável pela obra é a Ostgut Ton, que descende do Berghain / Panorama Bar, club que tem uma grande representação para o techno Mundial, onde Steffie Doms é residente há aproximados 6 anos.
Com quase 20 anos na discotecagem e sendo esse o seu segundo álbum lançado pela Ostgut, a DJ compara os dois trabalhos: “Meu primeiro LP – Yours & Mine (Ostgut Ton, 2011) – é muito conceitual, ele tem uma certa vibração que não só se encaixa no clube, mas também funciona em um aparelho de som ou no carro. Power Of Anonymity é muito mais sobre como eu vejo a pista de dança nos dias de hoje, e meu objetivo era levar essa visão para o estúdio”. O resultado ficou simplesmente incrível. Do house ao techno, Steffi brinca com melodias e synths, construindo um set que fala por si só. Ainda como parte da obra, foi lançada uma edição limitada de 100 LP’s duplos, coloridos e numerados a mão. De encher os olhos, e os ouvidos também!
Você pode ouvir um trecho de cada track do álbum no player abaixo.
De quebra, segue também o link do Essential Mix que foi ao ar pela BBC Radio no dia 08 de Novembro, que conta com várias tracks do novo álbum, em duas horas de muito amor.
False Light: esse é o nome que leva o novo álbum de Jon Gaiser, lançado no dia 10 de Novembro pela gigante do Techno, M_nus. Esse é o terceiro álbum do artista pela gravadora de um dos maiores propagadores do techno mundial, Richie Hawtin, e conforme era de se esperar, não fugiu da linha.
Gaiser reforçou o valor do álbum como unidade: “Eu quis criar algo em que as tracks se complementassem entre si, se relacionassem de forma que o álbum todo contasse uma história”. Acrescentou ainda que “a principal ideia durante o trabalho neste álbum era me divertir“ – podemos então esperar uma história divertida sendo contada em False Light! E a obra ainda conta com um adicional: durante a turnê, terá visuais assinados pelo artista turco Ahmet Said Kaplan. A sensação do resultado, você pode assistir no teaser a seguir!
Recentemente a mistura entre techno e belas melodias tem ganhado bastante espaço na cena mundial – como prova desta tendência temos EX, último álbum de Plastikman, e todo o sucesso alcançado por artistas como Tale of Us e Mano Le Tough. Nessa leva encaixa-se também Lorenz Brunner, que atende pelo alias Recondite, e está prestes a lançar seu segundo album.
Iffy sairá dia 11 de novembro pela Innervisions e é “uma tentativa de levar a um público maior o seu interesse básico: os sentimentos e emoções que se escondem no escuro”, segundo o selo de Dixon, que ajudou a consagrar o artista com o aclamado PSY EP, lançado no começo deste ano. Para se ter um gostinho do que vem por aí, basta ouvir a track Duolo, que estará no release e já foi disponibilizada para streaming no SoundCloud.