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  • Promoção: Psicodelia.org e Treta te levam para a Kaballah no Hopi Hari

    Faltam poucos dias para o circo da Kaballah ser armado dentro do Hopi Hari, e você pode entrar de graça nesse festival – cortesia do Psicodelia.org e do Treta! Para concorrer, basta exercitar a sua criatividade: crie uma frase usando o nome das 4 marcas envolvidas (Kaballah, Hopi Hari, Psicodelia e Treta) e a publique nos comentários deste post.

    A melhor frase leva um par de ingressos para a festa de 10 anos da Kaballah, um CD Entourage Vol. 1 by Eli Iwasa e uma Caneca do Psicodelia.org. O segundo e o terceiro melhor levam o mesmo kit, mas sem os ingressos. Os ganhadores do Psicodelia e do Treta são distintos, ou seja, são 2 pares em jogo!

     

    REGULAMENTO

    – Serão aceitos comentários publicados até as 18:00 do dia 17/04/13 (quarta-feira);
    – O ganhador será divulgado até as 20:00 do mesmo dia. Nós faremos contato com ele via inbox, e ele tem 24 horas para nos informar nome completo, RG e endereço de e-mail – depois deste prazo, o segundo colocado herda automaticamente o primeiro prêmio;
    – O par de ingressos será entregue no formato de voucher por e-mail – um código que irá liberar duas entradas no parque no dia da festa;
    – Está proibida a participação de qualquer pessoa com grau de parentesco com os proprietários e colaboradores do Psicodelia.org, do Treta, da Entourage e do Hopi Hari;
    – O ingresso é do tipo Passaporti Kaballah Circus – dá acesso a todos os palcos e brinquedos que não possuem cobrança à parte. Ele não dá acesso ao camarote e nem a áreas exclusivas. Para maiores informações, consulte www.kaballah.com.br;

    INFORMAÇÕES DO EVENTO

    – Preço, pontos-de-venda e tipos de ingressos: www.kaballah.com.br/ingressos
    – Central de respostas para as perguntas mais comuns: www.kaballah.com.br/outros/perguntas-respostas
    – Line-up completo: www.kaballah.com.br/line-up
    – Mapa do evento: www.kaballah.com.br/hopi-hari/mapa-dos-palcos
    – Serviços que serão oferecidos: www.kaballah.com.br/hopi-hari/servicos

  • Daft Punk concede primeira entrevista sobre o novo álbum

    O retorno das duas lendas vivas da música eletrônica é o assunto do momento em toda parte. Agora foi a vez da revista Rolling Stone realizar algo raro em toda a carreira do Daft Punk: uma entrevista com a dupla – a primeira desde 2007. Na entrevista, Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem-Cristo falaram sobre o novo álbum, o estado atual da EDM e tours.

    Bangalter falou sobre o processo criativo por trás de Random Access Memories: “Após três álbuns, nós buscamos algo que ainda não tínhamos feito. Nós queriamos fazer com as pessoas o que fazíamos com máquinas e samples.”. Isto significa que não haverão samples, drum machine em apenas duas músicas e o eletrônico do trabalho todo se limita a um sintetizador modular customizado e alguns vocoders. “Nós tentamos fazer as vozes robóticas soarem o mais humanas possível, em termos de expressão e emoção.” ele acrescenta. Na conversa foi revelado que eles iniciaram o trabalho em cima deste álbum em 2008.

    Sobre o estado atual da música eletrônica, Bangalter não é otimista. “A música eletrônica está na zona de conforto e não está se movendo uma única polegada.”, disse ele, que acredita que o gênero está sofrendo uma “crise de identidade“. “Você ouve uma música e se pergunta, ‘de quem é esta track?’, não há identidade. Skrillex está obtendo sucesso pois possui um som totalmente reconhecível: se você ouve um dubstep, você acha que é dele, mesmo que não seja.”

    E a tour de lançamento? “Não há planos”, diz Thomas. “Não vemos a tour como um acessório do álbum. Estamos focando no ato de ouvirem o nosso próximo álbum. Se formos encarar a estrada, será com um setlist ‘melhores da carreira’, e não focado no novo lançamento” ele completa.

    Finalmente, se quiserem dar uma olhada no novo visual que a dupla irá assumir, confiram o site da marca Yves Saint Laurent.

    Via In The Mix.

  • Breaking Beat apresenta Avrosse em sua primeira festa

    No mês de maio a cena curitibana irá conhecer mais um label, que está com a festa de estréia marcada e está surpreendendo com um profissionalismo incomum a novos players desse mercado. Trata-se da Breaking Beat, festa que apresentará Avrosse no Danghai Club, dia 4 de maio, além de um ótimo line-up de residentes.

     

    A PROPOSTA DO SELO

    O eletrônico teve um crescimento imenso nos ultimos 3 semestres. Ao mesmo tempo, a quantidade de DJs e de festas teve de aumentar junto. Por um lado o mercado melhorou bastante para os DJs e também para os produtores de festa, já por outro lado o crescimento foi tão grande que trouxe muitos interessados apenas nos lucros e sem intenção nenhuma de alavancar ainda mais o estilo musical. Em meio a tudo isso, fica muito difícil para aqueles que estão começando e tem uma proposta realmente boa, mostrar seu trabalho. É aí que entra a BreakingBeat: com a proposta de sempre trazer grandes nomes, de preferência inéditos, e preencher o restante do line com artistas locais de muito potencial, e que geralmente não recebem a devida atenção em meio a tantos que surgiram junto a eles.

    A PRIMEIRA FESTA

    Line-up

    Avrosse: Natural de Liverpool, Inglaterra, Avrosse é um artista que ainda chamará muita atenção. Com 25 anos de idade e 10 de carreira, já embala pistas de todo o mundo com suas músicas e sets. Recentemente lançou seu próprio label, Droplet Music, que estreou na liderança do Top Minimal do Beatport, além de ter lançado diversos outros releases que atingiram o Top 10 de vários estilos.

    Alex Lima: Formado pela Yellow DJ Academy em 2012, já faturou o título de campeão do Circuito Techno & House 2013 na categoria Iniciantes – o que lhe rendeu a residência na Pow Produções e diversas datas em outros eventos – sendo este um deles.

    Alex Zimmer: Envolvido com a música eletrônica desde 2011, formou-se DJ pela Yellow em 2012 também, o que adicionou sensibilidade musical e técnica ao seu já conhecido carisma, transformando-o em uma das promessas de revelação neste ano.

    Sound Cloup: Formado pelo casal Carlinhos ZatroMinic e Flávia Barreto, o duo produz sonoridades ligadas ao minimal – seus releases por labels como Massive Duck Records, Egothermia Records e Massive Dark Digital tem obtido bons resultados no Beatport.

    Alisson Sales: Outro DJ formado pela Yellow, Alisson Sales foi um dos finalistas do Circuito Techno & House 2013 (categoria iniciantes) – acabou superado pelo seu grande amigo Alex Lima, com quem costuma fazer apresentações back-to-back. Outro novo talento da cena curitibana.

    Cé Lima: O curitibano César Augusto de Oliveira Carvalho é o “calouro” da turma: atualmente cursando discotecagem na Yellow, ele irá fazer o warm up da festa, apresentando seu estilo alegre e divertido de fazer música.

    Serviço

    Local: Danghai Club – R. Cdor. Araújo, (Curitiba-PR)
    Ingressos: http://www.uningressos.com.br
    Fanpage oficial: https://www.facebook.com/breakingbeatcwb
    Evento oficial: https://www.facebook.com/events/392437857521386/ 

  • Shopping Omar e Yellow realizam semana de música eletrônica

    Entre os dias 8 e 12 de abril, o Shopping Omar, de Curitiba-PR, em parceria com a Yellow DJ Academy irá realizar a primeira edição da “e-week – Semana da Cultura da Música Eletrônica”. 


    Serão cinco dias de oficinas, workshops, apresentações e exposições em que o público terá a oportunidade de entrar em contato com a cultura da música eletrônica representada nas suas mais diversas formas de expressão. Vale lembrar que não trata-se do Encontro Fnac de Música Eletrônica – o e-week é voltado para o público “leigo”, que está conhecendo o mundo da música eletrônica agora, enquanto que o tradicional encontro da Fnac é focado em pessoas já especializadas no assunto, que possuem participação ativa na cena.

    O evento é totalmente gratuito e acontece no Espaço Cine Omar, na área central do Shopping. Segue abaixo a programação completa do evento.

    PROGRAMAÇÃO

    Segunda (8/4)

    12h00/14h00 – Apresentação aluno Yellow
    16h00/19h00 – Oficina de Produção de Música Eletrônica (Michel Godoy)

    Terça (9/4)

    12h00/14h00 – Apresentação aluno Yellow
    16h00/19h00 – Oficina de Discotecagem (Christ)

    Quarta (10/4)

    12h00/14h00 – Apresentação aluno Yellow
    18h30/20h00 – Workshop “A história da música eletrônica” (Gustavo Tomasi)

    Quinta (11/4)

    9h00/19h00 – Feira de discos de música eletrônica
    12h00/14h00 – Apresentação aluno Yellow
    16h00/19h00 – Oficina de Scratch e Performance (Edson 

    Sexta (12/4)

    12h00/14h00 – Apresentação aluno Yellow
    18h00/20h00 – Exibição do filme “Paraísos Artificiais” (Marden Machado)

    Todos os dias

    Exposição permanente de fotografias sobre o Universo da Música Eletrônica
    Fotógrafos convidados: Rodrigo Gomes, Camilla Albano, Demetrio Martins e Thiago Nakaguishi

    Realização: Yellow DJ Academy e Shopping Omar

    Apoio: Psicodelia.org

    Mais informações no evento oficial.

  • Psicodelia Sessions #013 – Alex KameL

    Neste ano, o Circuito Techno & House se dividiu em duas categorias pela primeira vez. Entre os iniciantes, o título ficou com Alex Lima. Já entre os veteranos o campeão foi Alex KameL, DJ catarinense que enfrentou 900 quilômetros de estrada para participar da competição.

    Passado o calor da vitória, é hora de olhar pra frente. Conversamos com o descontraído Alex Pezzini sobre a pressão da competição, o reflexo do título em sua carreira, a escolha do estilo a seguir com o projeto e muito mais. No final, como de costume, um DJ Set exclusivo para o site, mostrando porque ele foi merecedor do 1º lugar na competição!

    ENTREVISTA

    Mohamad: Olá Alex, tudo bem?
    Alex KameL: E aí pessoal do Psicodelia, aqui esta tudo ótimo. E aí como estão as coisas?

    M: Muito bem também, obrigado. Vem, vamos lá! O público do Psicodelia, em especial o de Curitiba, te conhece agora graças ao seu título no Circuito Techno & House, mas você já tinha uma carreira antes da competição, já que se inscreveu na categoria Veteranos. Nos fale um pouco sobre a sua trajetória até o final de 2012.
    A: Bom, iniciei minha carreira como Dj oficialmente em 2009, tocando no club El Fortin, onde sou DJ residente desde 2011. Aqui em Santa Catarina ja toquei em de vários eventos como Kabalah SC, Magnetronic, Magic Forest, Winter Festival, Summer Festival dentre outros eventos, inclusive no ano passado toquei em 2 eventos na região de Curitiba, na Brasuca e em uma festa na Danghai.

    M: E depois do Circuito, já sentiu algumas mudanças no tratamento, tanto por parte do público como por parte dos donos de clubs e festas?
    A: Já notei uma diferença sim, varias pessoas já vieram atras de mim, tanto como publico como DJs, e também organizadores de festas.

    M: Apesar de termos tido inscritos de 7 estados, ninguém esperava que um “forasteiro” fosse ser o campeão do Circuito. Como você ficou sabendo da competição, e como decidiu dedicar-se à competição?
    A: Fiquei sabendo da competição no site do Psicodelia, e decidir participar. Na verdade meu objetivo principal nesse concurso era mostrar meu som pro publico de Curitiba, e conhecer os organizadores de festas da região para poder expandir ainda mais as minhas gigs. No começo até tava levando na brincadeira, mais quando chegou mais perto do evento levei a sério essa tal brincadeira. Treinei pesado, pesquisei a fundo as tracks, estudei mais os efeitos, e fui determinado a vencer. Na hora bateu um pequeno nervosismo, mais quando vi aquela pista fervendo me empolguei, assumo que o set que fiz na etapa eliminatória foi um dos melhores sets que fiz de techno até hoje.

    M: Depois de passar para a final a sua pressão consigo mesmo aumentou?
    A: Já no dia que passei pra final senti uma grande responsabilidade comigo mesmo, pensei comigo “cheguei na final, agora é mostrar tudo que eu sei e aprendi nessa minha difícil jornada como DJ”. Na festa, escutando os outros sets, vi que tinha que mostrar tudo o que eu sabia naquele momento, no fim do meu set o nervosismo foi a mil! Mas por sorte e mérito deu tudo certo no final, foi difícil, pois estava muito alto o nível da final.

    M: O seu nome real é Alex Pezzini. Por que optou por usar KameL no nome artístico?
    A: Hehe, É engraçada essa historia até! Aqui em Itajaí eu trabalho no camelódromo, e eu fiquei conhecido com o Alex do camelô. Com o tempo o apelido virou Alex KameL – curti e coloquei como nome artístico!

    M: Além do techno que o consagrou neste ano, você também já executou excelentes sets de psytrance. Ainda pretende investir nessa vertente?
    A: O Psytrance é a minha grande paixão, porém nesse ultimo ano que passou senti a necessidade de diminuir o BPM. Depois de muitas pesquisas escolhi o techno como meu principal foco. Não digo que o psytrance morreu pra mim, hoje eu ainda executo alguns sets desse estilo, mas atualmente meu foco principal é o techno.

    M: Bem, o comando do som agora é seu. Mande uma última mensagem para o público e nos agracie com seu DJ set!
    A: Gostaria de agradecer a toda a equipe do Psicodelia,org, a toda equipe da Yelow e também a equipe da Pow Produções por ter me dado a oportunidade de tocar no Circuito Techno & House. Foram quase 900kms percorridos no total, imprevisto na viagem e tudo mais, mas isso foi o de menos. O resultado final foi muito gratificante!

    Também gostaria de agradecer ao publico de Curitiba que me recebeu muito bem no Circuito, com certeza vai ficar guardado na minha memoria. E não podendo esquecer de agradecer à minha esposa Thais, ao Duds, Mateus, Empada, Day, Thais e a Ana que me acompanharam nessa jornada.

    Agora chega de falar, né? Segue meu novo set techno, Aprecie sem moderação! 

    OUÇA AGORA

    SoundCloud

    MixCloud

     

    Psicodelia Sessions #013 – Alex KameL by Psicodelia.Org on Mixcloud

    Download link: http://www.sendspace.com/file/di7r4p

  • Música do Mês – Março de 2013

     

    Mensalmente, cada integrante da nossa equipe elege um som que “fez a sua cabeça” ao longo do mês. Aqui estão as sugestões de fevereiro de 2013. Aproveitem 🙂

    Boys Noize – XTC (The Chemical Brothers Remix)

    Mohamad Hajar: Desde seu lançamento em 2012 a XTC original foi parte do nosso repertório, e um remix feito por ninguém menos que Chemical Brothers não tinha possibilidade de ser ruim. Lançado na semana passada, vale cada segundo do play!

     

     

     

    Urucubaca – O Despertar da Ciência

    Eliel Cezar: Uma da músicas mais recentes de Mar Schiavon (a.k.a. Urucubaca). Prog dark introspectivo porém light, ou como o próprio Urucubaca classifica: “psygressive”. A participação especial de Zeca Camargo no começo da track é resultado da edição de alguns trechos de uma matéria produzida pelo Fantástico sobre substâncias alucinógenas. Irreverente e transgressor.

     

     

     

    Troy Pierce – Don’t Stop, Continue

    Ronaldo Lindote: Abaixei o bpm nas últimas semanas e me deparei com essa track do Troy Pierce lançada pela gravadora Items & Things no final do ano passado. Techno daqueles que energiza qualquer pista.

     

     

     

    Dillon & Telefon Tel Aviv – Fell The Fall

    Cesar Bolzani: A brasileira de nascimento, naturalizada alemã, Dillon, com apenas um álbum (This Silence Kills), vem se tornando referência na música eletrônica. Já teve músicas remixadas por artistas como Lee Foss, Catz n’ Dogz e até mesmo pelo Kultra. A música é legal, é nova, é diferente. Vale a pena dar uma olhada.

     

     

     

    The Aztec Mystic – Kinghts of The Jaguar

    Eduardo Roslindo: Um clássico, daquelas músicas que nunca morrem, quatorze anos após sua criação e pode ser tocada em qualquer lugar que a aceitação vai ser fantástica!

     

     

     

    Matthew Herbert – It’s Only (DJ Koze Remix)

    Guilherme Moro: Conheci esta track no Boiler Room do Sven Vath, a atmosfera que ela cria é incrivel, um vocal lindo somados com a traquilidade da melodia.

     

     

     

    Pixel & Shanti & Domestic – Floribella

    Will: Esse mês foi o mês nostalgico fullon fritação. Essa track marcou época e merece o destaque do mês.

     

     

     

    Ascii.Disko – Jawbreaker

    Rogério Animal: Mais uma tune bombastica de Ascii Disko o dj e produtor alemão conhecido como Daniel Holc, sem muitas delongas transforma a pista em um extasy total, com uma linha melodica marcada e hipnotica absurda que nao deixa ninguem parado…Super Hot…escutei na mao de um super amigo o dj Arthur Becker, quase chorei de joelhos…vale cada segundo da musica, sem falar o clipe que é incrivel e foi produzido e dirigido por David Strindberg & Johan Bring #Simplesmente Animal …

     

     

     

    Kaká: 12 polegadas liberado de Tóquio, ao estilo Club-Jazz-Fusion, apenas lançado em vinil. Limited edition de 350 cópias em todo mundo. Sempre é gostoso ouvir a base do Jazz e embalo Funky nos lançamentos da House.

     

     

     

    U-Recken – A Light At The End Of The World

    Ricardo Aranda: O israelense de Tel Aviv, Yaniv Takes aka U-Recken, decidiu ir na contramão dos produtores de vertentes de trance de seu País que inventaram o fullprog. Seu novo álbum “A Light At The End Of The World”, lançado em março pela Dacru Records, é envolvido em momentos de seriedade, alegria, mistério e pura psicodelia. Vida longa ao psytrance.

     

     

     

    The Players Union – Mad About Ya

    Alexandre Albini: A dupla baseada em Manchester – UK, é formada pelos produtores Dave Wareing (Redsoul Music & Playmore Records) e Keith Griffiths (Funkademia & 2022NQ). Com lançamentos digitais através da Bay Ridge, “The Players Union” tem nas sonoridades clássicas o seu carro chefe. O single “Mad about ya” como um bom Funky/Nu-Disco empolga, os mais nostálgicos apreciadores do estilo, pela levada envolvente.

     

     

     

  • Green Valley é eleito melhor club do mundo pela DJ Mag

    Na semana passada a DJ Mag divulgou a edição 2013 do seu ranking de clubs – que é tão contestado pela trupe underground quanto o ranking de DJs. Após muita campanha no Facebook e dentro do próprio club, o Green Valley conseguiu atingir o topo da lista, até então ocupado pela atual 2ª colocada Space Ibiza.

    Não foi só com o primeiro colocado que o Brasil se destacou. Outros cinco clubs ficaram entre os 50 primeiros da lista – Sirena (SP) em 8º lugar, Warung Beach Club (SC) em 19º, Anzuclub (SP) em 23º, D-Edge (SP) em 32º e Miroir (RJ) em 50º. O club brasileiro que surpreendeu a todos foi a Space B. Camboriú (SC), que estreou na lista no 95º lugar apenas 3 meses após a inauguração.

    Top 100 Clubs 2013 – DJ Mag

    1 Green Valley
    2 Space Ibiza
    3 Pacha Ibiza
    4 Fabric
    5 Zouk
    6 BCM
    7 Ministry Of Sound
    8 Sirena
    9 Fabrik
    10 Amnesia
    11 Marquee Dayclub & Nightclub
    12 Octagon
    13 Cavo Paradiso
    14 DC10
    15 Guaba Beach Bar
    16 Warung Beach Club
    17 Privilege
    18 Berghain/Panorama Bar
    19 The Warehouse Project
    20 Yalta
    21 Pacha Sharm
    22 Gurvernment
    23 Anzu Club
    24 Row 14
    25 Papaya
    26 Pacha NY
    27 Cocorico
    28 Ushuaia
    29 Duel:Beat
    30 Venue
    31 Motion
    32 D-Edge
    33 Paradise Club
    34 Surrender/Encore Beach Club
    35 Trouw
    36 Footwork
    37 Studio 80
    38 Echostage
    39 Ellui
    40 The Mid
    41 Space Sharm
    42 Sub Club
    43 Tenax
    44 Castle Club
    45 XS
    46 Club Space
    47 Mansion
    48 Bootshaus
    49 Avalon
    50 Miroir
    51 Club Midi
    52 Roxy
    53 Air
    54 Guendalina
    55 Foundation Seattle
    56 Digital Newcastle
    57 Sankeys Manchester
    58 Tao Beach Club/Nightclub
    59 Electric Pickle
    60 The Exchange
    61 Cable
    62 Beta (Waterloo)
    63 Watergate
    64 Womb
    65 Robert Johnson
    66 Stealth
    67 Club Vertigo
    68 Ageha
    69 Circus Afterhours
    70 LIV
    71 The Warehouse
    72 Fuse
    73 La Rocca
    74 The Garage
    75 IL Muretto
    76 La Huaka
    77 Asylum Afterhours
    78 Rex Club
    79 Cielo
    80 Sankeys Ibiza
    81 Beta Nightclub
    82 Spybar
    83 Set
    84 Matrixx
    85 Tresor
    86 Stereo
    87 Cacao Beach
    89 Republiq
    90 The Arches
    91 Café D’Anvers
    92 Corsica Studios
    93 Skybar
    94 Digital Brighton
    95 Space B. Camboriu
    96 Plan B
    97 Melkweg
    98 Mint Club
    99 The Rainbow
    100 Tabarin

    Via DJ Mag.

  • Após 5 anos, Deadmau5 retorna ao Brasil no palco do Lollapalooza

    Poucos artistas conseguiram gerar tanta expectativa no nosso país quanto deadmau5. Desde 2008, quando fez uma pequena tour passando pela XXXperience e pelo Creamfields Brasil (entre outras festas), o rato nunca mais pisou em solo brasileiro. Mesmo sendo o nome mais pedido nas páginas dos festivais e superclubs, nenhum conseguiu fechar negociação com ele, e a expectativa crescia cada vez mais.

    No final do ano passado, quando o Lollapalooza divulgou o line-up da sua segunda edição brasileira, finalmente a espera acabou: o rato estava confirmado, e seria o primeiro artista de música eletrônica a se apresentar não no Perry’s Stage, palco voltado à EDM que havia recebido Skrillex e Bassnectar no ano passado, mas no Palco Butantã, um dos dois palcos principais (por onde passaram também bandas como Franz Ferdinand e Planet Hemp). Este fato aumentou ainda mais a expectativa, pois seria necessário um show muito bem executado para agradar aos fãs de rock que acompanhariam este stage.

    O grande dia chegou, e Joel Zimmermann foi o melhor embaixador que a música eletrônica poderia ter perante a este público novo, que busca novos ídolos em uma época tão carente de boas bandas de rock. Sua apresentação agradou a praticamente todo o público presente, e agradou a praticamente toda a mídia de massa que cobriu o evento (o único veículo que criticou foi, ironicamente, o Estadão, patrocinador oficial do evento). Confira abaixo os reviews feitos por estes portais, voltados para um público geral, que não conhece muito do nosso estilo:

    Folha de S. Paulo: Com miscelânea de gêneros, Deadmau5 transforma Lolla em pista de dança
    G1: Deadmau5 no Lolla tem remix rock, ‘cosplay’ e ‘enfermeira maluca’
    UOL: Deadmau5 agita público eletrônico com som do Rage Agaisnt
    Terra: Apesar de início negativo, Deadmau5 funciona bem no Lollapalooza
    Estadão: Flaming Lips faz o show diferenciado do dia

    De fato, a apresentação foi muito positiva, e foi na contra-mão do “arroz com feijão” que outros produtores de música eletrônica estão fazendo para fazer sucesso no mainstream mundial. Enquanto David Guetta, Calvin Harris e outros artistas apelam para ídolos da Billboard para entrar na FM como artistas pop, o rato se porta mais como uma banda de rock. Seu show foi composto por produções próprias que não fazem o gosto dos ouvintes da Jovem Pan: boa parte das músicas tocadas não possuem vocal, como Some Chords (que foi um dos pontos altos do set), Superliminal, Cthulhu Sleeps e Closer. Mesmo as colaborações com vocal foram feitas com vocalistas não muito conhecidos da grande massa, como Greta Svan Bach, Rob Swire, Chris James – a exceção fica para Gerard Way, ex-vocalista do My Chemical Romance. A única música não autoral tocada foi Below The Belt, de Pig & Dan – dupla de DJs underground, do ponto de vista do público do Lollapalooza.

    Com certeza uma das razões para o bom funcionamento de Deadmau5 foi a qualidade de suas produções – acostumado às músicas água-com-açucar de Guetta e cia., a massa leiga conheceu um lado mais sério da música eletrônica, mais ligado à produção criativa, exercendo exatamente o mesmo papel que o rock exerceu durante anos. Só isso seria suficiente para arrancar os elogios recebidos, mas Deadmau5 sacramentou seu sucesso no festival tocando um remix antigo seu, que sequer foi lançado, para a música Killing In The Name, do Rage Against The Machine. O público rockeiro foi ao delírio, e se alguém ainda estava torcendo o nariz para o fato dele ocupar o lugar de uma banda no palco principal, depois deste ponto ninguém mais se opôs àquele maluco com capacete de rato agitando o Palco Butantã.

    A grande genialidade fica na diversidade musical que Deadmau5 conseguiu apresentar: em apenas 1:30 ele partiu de som próximos do techno, como Sometimes Things Get, Whatever e Below The Belt, passou pelo seu electro característico com Some Chords, Ghosts n’ Stuff e Cthulhu Sleeps, agradou aos rockeiros com Killing In The Name, e finalizou emocionando a todos com as belíssimas The Veldt e Strobe. Tudo isso “parando” o set apenas uma vez, e sempre com transições muito bem executadas – importante ressaltar que apesar dele ter um espetácuo visual totalmente sincronizado com o som, todas as mixagens foram feitas na hora (inclusive ele cometeu uma falha na passada para a Killing In The Name). Mais uma prova de que o argumento dos pops de que “o set vem pronto por causa da cenografia” não cola mais.

    O saldo final do set foi positivíssimo: além dos reviews citados acima, o show foi transmitido ao vivo na íntegra pelo canal Multishow, e durante o espetáculo as redes sociais foram tomadas por elogios das pessoas que estavam assistindo. Sem dúvidas a EDM venceu muitos preconceitos e ganhou novos fãs depois deste feriado.

    Se você perdeu, confira no video abaixo o set completo, faltando apenas uma parte da primeira música:

    [video: http://www.youtube.com/watch?v=U91duAi3xOo] 

    Tracklist

    1. Deadmau5 – FML
    2. Deadmau5 – Superliminal
    3. Pig & Dan – Below The Belt
    4. Deadmau5 – Sometimes Things Get, Whatever
    5. Deadmau5 – Cthulhu Sleeps
    6. Deadmau5 – Take Care Of The Proper Paperwork
    7. Deadmau5 – Some Chord (Private Version)
    8. Deadmau5 feat. Gerard Way – Professional Griefers
    9. Deadmau5 – Moar Ghosts n’ Stuff
    10. Deadmau5 feat. Rob Swire – Ghosts n’ Stuff 
    11. Rage Against The Machine – Killing In The Name (Deadmau5 Remix)
    12. Deadmau5 – Closer
    13. Deadmau5 feat. Greta Svan Bach – Raise Your Weapon
    14. Deadmau5 feat. Chris James – The Veldt
    15. Deadmau5 feat. Chris James – The Veldt (Tommy Trash Remix)
    16. Deadmau5 – Strobe 

  • Daft Punk começa a divulgar teasers do novo álbum

    Que o Daft Punk está para lançar um álbum, todos nós já sabemos. O papo começou no ano passado, quando o produtor Giorgio Moroder confirmou que estava trabalhando em um álbum com a dupla. No início do ano o fato foi confirmado, graças à divulgação do contrato com a Columbia (subsidiária da Sony Music), e em fevereiro até a capa do álbum foi divulgada. Pelo jeito eles acharam divertido o furor que causam a cada mínimo detalhe que é revelado, e resolveram brincar com isso.

    A primeira parte da campanha foi o polêmico teaser de 15 segundos, revelado durante o intervalo do Saturday Night Live, tradicional programa da TV americana. Graças a esse anúncio minimalista, com a logo sendo “engolida” pela capa do álbum e o sample rolando, o mundo todo falou dos franceses no dia seguinte.

    [video: http://www.youtube.com/watch?v=qcDadaQjbvY]

    A sequência da campanha consiste em uma série de teasers espalhados pelo mundo. A simplicidade é torturante: as artes são compostas apenas pela já conhecida capa e pela assinatura da Columbia. Veja algumas fotos:


    Centro de Miami


    SXSW, Texas


    SXSW, Texas


    Shoreditch, Londres


    Pico & Hauser, Los Angeles


    6th & La Brea, Los Angeles


    Sunset Boulevard, Los Angeles


    Sunset & San Vicente, Los Angeles

    Além desses outdoors, outro fato que ganhou a imprensa especializada neste mês foi o registro de 13 faixas (sem nome ainda), feito pela Columbia em nome do Daft Punk. Este registro revelou apenas a quantidade de tracks e a duração delas, mas já foi suficiente para virar notícia no mundo todo. Confiram as durações:

    Track 01 4:34
    Track 02 5:21
    Track 03 9:04
    Track 04 3:48
    Track 05 5:37
    Track 06 5:53
    Track 07 8:18
    Track 08 6:07
    Track 09 4:50
    Track 10 5:41
    Track 11 4:39
    Track 12 4:11
    Track 13 6:21

    Só o fato de termos um álbum do Daft Punk para ser lançado neste ano já seria motivo suficiente para estarmos todos ansiosos, mas eles estão brincando conosco. Esperamos que o resultado seja à altura de tanta expectativa!

    Via Mixmag.

  • Grupo SFX anuncia a compra de 75% da ID&T, avaliada em 130 milhões de dólares

    No ano passado, o bilionário americano Peter Sillerman disse à Billboard que tinha um plano de dominação do mundo da música eletrônica, com um humilde investimento de 1 bilhão de dólares. Dias atrás 5% deste valor foi gasto na compra do Beatport, e hoje cerca de 130 milhões de dólares garantiram a aquisição de 75% da gigante holandesa.

    O efeito imediato é a confirmação do local primeiro Tomorrowland fora da Bélgica (renomeado para TomorrowWorld): Atlanta, Estados Unidos. Marcado para acontecer no final de setembro, o evento já tem 500 mil pessoas inscritas para receberem mais informações sobre o festival. Além do Tomorrowland, a SFX assumirá o controle de todas as outras marcas da ID&T, como Sensation, Mysteryland, Q-Dance. A expectativa agora é que isso se reflita no Brasil, e os eventos anunciados pela filial brasileira em 2012, aconteçam com louvor.

    Mais informações no site da Billboard.