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  • Santa Catarina recebe edição brasileira do Life Festival

    Surpreendendo a todos, recentemente foi divulgado um grande festival no interior de Santa Catarina: o Life Festival. Trata-se da edição brasileira de um tradicional festival irlandês (saiba mais sobre a versão gringa neste link), que rolará durante 3 dias na cidade de Alfredo Wagner, a 100 km de Florianópolis.

    No line-up, um pouco de tudo. Tem o techno de Matador, o gangsta house de Amine Edge & DANCE, o psytrance do Rinkadink, o deep house de LouLou Players, e muitos talentos nacionais desses estilos. Confira a lista completa:

    O festival será realizado no Parque Municipal de Exposições Governador Kleinübing, na cidade de Alfredo Wagner (SC). Para conhecer melhor o local, basta assistir o video abaixo.

    SERVIÇO

    Site oficial: http://lifefestivalbrasil.com/
    Facebook oficial: www.facebook.com/LifeFestivalBrasil
    Ingresso online: www.blueticket.com.br/7867/Life-Festival-Brasil-PASSAPORTE-Alfredo-Wagner-SC/

  • Minimalistica levará techno, house e psytrance a Ponta Grossa em open air

    Apesar de ser a 4ª maior cidade do Paraná, Ponta Grossa nunca teve muita tradição na música eletrônica. Alguns atribuem esse fato ao perfil dos jovens da cidade, que acabam preferindo a música sertaneja, outros culpam a proximidade com Curitiba, mas há também os que não se preocuparam em procurar uma resposta, e focaram-se em mudar o cenário. Nesse grupo encaixa-se a Minimalística, núcleo que irá realizar uma open air no dia 17 de agosto na cidade.

    O line-up está muito digno da proposta do evento e, principalmente, comparado ao que tem rolado recentemente nos Campos Gerais. Nomes como Element, Kultra, Kadum e Plastic Robots mostram que o foco será dividido entre o techno e o progressivo, apesar de haver alguns DJs que provavelmente tocarão vertentes do house também. No entanto, o que mais chama a atenção não são os artistas, e sim a proposta de estrutura. E melhor do que falar é mostrar: confiram o video feito simulando o ambiente aonde a festa será montada.

    Lembrando que o evento terá intervenções tridimensionais, o que fará com que cada visitante receba um óculos 3D na entrada. Os ingressos já estão à venda, e maiores informações você confere no links de serviço.

    SERVIÇO

    Evento oficial: www.facebook.com/events/246610715485417/
    Facebook oficial: www.facebook.com/minimalistica.nve

  • GEO Eventos não produzirá mais Lollapalooza Brasil

    A produtora Time for Fun (T4F) assinou contrato de cinco anos com o Lollapalooza para comandar o evento no Brasil. Na última semana, a Geo Eventos, responsável pelas duas edições anteriores do festival no país, anunciou que estava deixando a organização para se dedicar mais a eventos ligados à Rede Globo. A companhia faz parte do Grupo Globo.

    A edição de 2014 do Lollapalooza, que havia sido confirmada pela Geo, será realizada pela T4F e contará com apresentações de 80 bandas, para um público esperado de 140 000 pessoas, segundo comunicado da produtora. Em 2013, a Time for Fun assumiu também a organização do festival Planeta Terra, que acontece em novembro em São Paulo.

    O Lollapalooza foi criado nos Estados Unidos em 1991 por Perry Farrell, líder da banda Jane’s Addiction. Desde 2010, o festival é realizado em outros países, como o Brasil, Chile e Israel. Artistas de música eletrônica de primeiro escalão são aguardados, tendo em vista que o festival trouxe deadmau5 em 2013 e Skrillex em 2012, além de diversos outros.

  • Tribe volta a Curitiba depois de quatro anos

    No ano dos retornos, outro núcleo que está voltando a Curitiba depois de quatro anos é a Tribe. Graças à parceria com a T2 Eventos (produtora da Tribaltech), a Fazenda Heimari será novamente o local da festa, mesmo sendo uma Tribe Club.

    O line-up divulgado até o momento não está completo, mas já possui a confirmação de grandes nomes, como Format: B, D-Nox, Amine Edge & DANCE, Louie Cut. Os residentes Du Serena, Dahan e Gabe estarão presentes, como esperado. Um fato importante de ser notado é que, sendo uma Tribe Club, não serão escalados artistas de psytrance, contrariando as expectativas dos fãs mais antigos da festa.

    De qualquer forma, o formato apresentado foi bem recebido e deverá levar milhares de pessoas à Heimari no dia 31 de agosto. Confira abaixo o line-up divulgado até o momento, e vá até o evento oficial para maiores informações.

    LINE-UP PARCIAL

    D-Nox
    Noir
    Amine Edge & DANCE (foto)
    Format B
    Louie Cut
    Dashdot
    Du Serena vs Dahan
    Gabe

    SERVIÇO

    Compre seu ingresso: www.ALOINGRESSOS.com.br
    Site oficial: www.tribe.art.br
    Facebook oficial: www.facebook.com/tribeoficial
    Evento oficial: www.facebook.com/events/360536090742698/

  • Tiesto lança novo show de rádio focado em deep house

    Ontem estreou o novo programa da rádio de Tiesto, Club Life: Club Life After Hours. Com duração de 24 horas, ele apresenta um som diferente da EDM comercial que o holandês tem tocado recentemente, pois se propõe a levar o ouvinte às profundezas do deep house e da house music.

    O repertório? Tem Finnenbassen, Tale of Us remixando Audiofly, Monkey Safari e até uma track 100% nacional: um remix de Flor & Zeo para a música Can’t Decide, do curitibano Fabo. É difícil acreditar, mas Tiesto garantiu: “Eu realmente gosto de house profundo com vocais quentes, e era isso que faltava na minha Rádio Club Life”. E nos seus shows, será tocado esse tipo de som? “É um ótimo som para ouvir em casa, no carro ou durante um churrasco de domingo. É perfeita de se ouvir. Mas eu não acho que está pronta para meus live sets, pois eu gosto e tocar com mais energia.” explica Tiesto, antes de encerrar levantando a dúvida. “Mas quem sabe no futuro?”.

    Confira abaixo o tracklist do programa de estréia, que rolou dia 4 de agosto:

    Destiny’s Child, “Say My Name” (Cyril Hahn Remix)
    Framewerk, “As If”
    Phoenix, “Lisztomania” (Vanilla Bootleg)
    Monkey Safari, “Hi Life” (Cheeky Bold Cover)
    Hells Kitchen feat. Irina Makosh, “I Close The Door” (Walkboy Remix)
    Yoachim, “EHC” (Oliver Schories Remix)
    Miyagi, “Woodpeckers Love Affair “(Sascha Braemer & Dan Caster Remix)
    Stefan Biniak, “The Read All About It Bootleg”
    Him Self Her, “Gone Too Long”
    Fatso, “Empathy”
    Jan Blomqvist, “I Don’t Think About You”
    Daughter, “Youth” (Alle Farben Remix)
    Art Of Shades feat. Soukaina, “All Away”
    DSF, “Private Thoughts”
    Goldroom feat. Chela, “Fifteen” (Rotkraft Remix)
    Finnebassen, “You’re Not Cool Enough”
    Audiofly feat. Fiora, “6 Degrees” (Tale Of Us Remix)
    Fabo feat. Angela Sheik, “Can’t Decide” (Flow & Zeo Remix)
    Vario Volinski, “Falling In Love”
    Luomo, “Good Stuff” (Dave DK Remix)
    Dinka, “Polarity” (DBMM Superlove Remix)
    Luis Leon, “Love Is A Lie”
    Made To Move, “Perfect Lady”
    Tube & Berger, “Imprint Of Pleasure”

    Dica do Jefferson Anacleto, que viu no Pulse Radio.

  • Marc Houle, Magda e Troy Pierce tocam na mesma noite no Warung

    Depois de enfrentar críticas (tanto da imprensa como do público em geral) pela mesmice dos seus line-ups, parece que o Warung resolveu apresentar uma noite memorável para os fãs de techno se acalmarem: Magda, Marc Houle e Troy Pierce tocam no templo no dia 5 de outubro, segundo o site do Alô Ingressos.

    A casa ainda não divulgou informações quanto ao tema da festa, mas já se especula que seja um showcase da Items & Things, renomado label de propriedade dos 3 artistas, que inclusive era sub-label da Minus até 2011. De qualquer forma, o espetáculo está garantido e os ingressos estão à venda.

    SERVIÇO

    Venda de ingressos: www.aloingressos.com.br/ingressos/santa-catarina/magda-troy-pierce-marc-houle-e-mais/
    Site oficial do Warung: www.warungclub.com.br
    Facebook oficial do Warung: www.facebook.com/warung

    Dica do Gui Moro.

  • Música do Mês – Julho 2013

    E lá vamos nós para mais uma lista de tracks que se destacaram durante o mês de maio/2013, segundo a opinião dos nossos amigos e colaboradores.

     

    Pozitive – Flying Dolphin

    Mohamad Hajar: Pozitive tem sido sempre uma alegria quando surge algo novo em nossas pesquisas. Neste mês, Flying Dolphin foi testada e aprovada na pista, a melodia do break é alucinante! 🙂

     

     

     

    Cosma – Yok Yok

    Marina Tavares: Confesso que o meu gênero favorito e que mais escuto é o Progressive Trance! Mas, esse mês em especial, voltei a ouvir bastante a vertente que me fez apaixonar pela EDM, o bom e velho Psychedelic Trance! A minha escolha é um dos hinos para os apaixonados pelo estilo, e de autoria de um dos melhores produtores que já existiu: Cosma. Ele morreu precocemente em um acidente de moto em Goa, e esse ano, completou 10 anos sem o artista. Aqui vai essa pequena homenagem a esse inesquecível DJ!

     

     

    Guti & Luca Bacchetti – Loneliness

    Henrique Vaz: Essa é para quem gosta de música, arte e história. Luca Bacchetti sempre sonhou em visitar o Rio de Janeiro para conhecer o trabalho do artista chileno Jorge Selarón, conhecido pela obra nas escadarias da Lapa, um símbolo da cidade. Em 2012 Luca teve a chance de realizar esse sonho, e entrevistou Selarón. Foi quando Luca sugeriu a Guti de que eles deveriam usar a voz gravada do artista Jorge para contar uma história, e juntos eles decidiram escrever uma peça intitulada Loneliness, na qual combinam melancolia e alegria de forma única.

     

     

    Francisco Allendes – Will Magnus

    Alexandre Albini: Francisco Allendes, nascido no Chile, discoteca desde de 2001. DJ residente no novo Ushuaia Beach Hotel em Ibiza, e um dos integrantes do duo Monomachine, tem tido suporte de artistas como Luciano (Cadenza Records), Ricardo Villalobos e Josh Wink. Com vários singles e EPs lançados, na sua breve carreira como produtor, seu último trabalho é a faixa “Will Magnus” pela gravadora Be as One. A trilha que transparece um tech-house mais sério, e com uma roupagem de certa forma conceitual, vale ir pro carrinho de compras.

     

     

    Side Effects – Black Hole

    Ronaldo Lindote: Side Effects é o projeto de trance progressivo criado em 2011 pelos israelenses Yarden Yogev e Tzahi Geller e desde então vem ganhando cada vez mais popularidade nos festivais ao redor do mundo. No início desse mês lançaram o EP “Black Hole” pela gravadora Iono e minha escolha do mês é a track que abre o release e dá nome ao mesmo. Ponha o headphone e aproveite a viagem =)

     

     

     

    David Lynch – Last Call

    Cesar Bolzani: Um dos maiores diretores da história do cinema ataca de músico, mais uma vez, em seu segundo álbum solo: The Big Dream, lançado dia 15 de Julho. Lynch vem com um trabalho surrealista e introspectivo, características que o fizeram famoso em Hollywood, e que foram trabalhadas com maestria neste álbum.

     

     

    R-A-G – Plenum (Inner Mix)

    Tharik Hajar: Uma palavra: Sintetizadores.

     

     

     

    Julian Jeweil – She’s Hot

    Eduardo Roslindo: Julian Jeweil é um dos artista que ao meu ver vem melhor se destacando há algum tempo com suas produções, somando ótimos EP’s. Recentemente ele vem lançando tracks pela poderosa Minus do consagrado Richie Hawtin e a track “She’s Hot” é de encher os olhos daqueles que apreciam uma boa música.

     

     

     

     

    R.Rash – Smokin Jakkit

    Rogério Animal: Ian David Loveday aka R. Rash,um classico de 1996 que saiu pelo selo Trelik, até hj quando vc escuta pode se falar que esta atual ainda, um bassline com vocal em loop marcante …digo é um Dancefloor Killer .. esse eu já toquei demais e pelo visto vamos voltar a tocar em breve novamente Abs Respect Rogerio Animal

     

     

    Daniel Dubb – On & ON (End of The Night Edit)

    Kaká: Base do Olivier Cheatham – Get Down Saturday Night, belíssimo edit que não pode ser esquecido tão cedo.

     

     

     

     

    Todd Terry, J Paul Getto – Hold Your Head (Will Monotone’s Beat Driven Mix)

    Ricardo Aranda: O bom e velho house music nunca sai de cena, mas anda meio esquecido em meio a necessidade desesperada de ter que, obrigatoriamente, tocar deep house para agradar promoters, donos de festa e uma parcela do público que só conhece isso e acha que é a única vertente do universo. O americano Will Monotone mandou bem nesse houzezão para o remix de “Hold Your Head” dos produtores Todd Terry e J Paul Getto. É sorriso garantido em uma pista inteligente.

     

     

    Gary Beck – Video Siren

    Lucas Graczyki: Em apenas um mês eu vi Dubfire, Dave Clarke e Cari Lekebusch usarem essa track em suas apresentações, e como espectador posso dizer que ela funciona como uma bomba na pista!!! Lançada por Gary Beck em sua própria label BEK Audio, faz parte do EP Rascal.

     

     

    Kate Simko feat. Jem Cooke – Your Love

    João Victor: Kate Simko repete a excelente parceria com Jem Cooke neste novo single que mais uma vez merece nossa atenção.

     

     

    Fehrplay – Phantom

    Camila Giamelaro: Ainda na linha do progressive house e mantendo as indicações do selo Pryda Friends (do artista Eric Prydz) Fehrplay é um produtor inglês que me conquistou há um tempinho. Faz tracks super-dançantes e bem diferentes das usuais do estilo.

     

     

    David August – Peace of Conscience

    Guilherme Moro: Aquelas tracks que você pode escutar tanto quanto em um set Deep com BPM baixo, quanto em um set TECH HOUSE !

     

     

  • Música: arte ou negócio?

     

    Segundo a maioria das definições, do Aurélio à Wikipedia, música é uma forma de arte, expressada a partir da combinação de sons e ritmo. Desde os mais antigos registros, a música sempre figurou como forma de um artista se expressar, traduzir seus pensamentos e sentimentos em forma sonora. Partindo desse pressuposto, podemos concluir que a apresentação ao vivo nada mais é do que o diálogo do artista com a plateia que o está assistindo.


    Sven Väth, um mestre na arte de envolver o público por horas a fio

    Dentro de qualquer arte pressupõe-se que o público está interessado na qualidade do que está sendo apresentado: ninguém sai feliz do cinema se o filme foi ruim, ou de um teatro com péssimos atores. No entanto, presenciamos um momento no qual os ambientes voltados para apresentações musicais não favorecem em nada a apresentação da música enquanto arte. Na música eletrônica, isso é ainda mais evidente. Proporcionar diversão sempre foi o propósito de diversos estilos musicais, mas dentro de baladas e alguns festivais ela é mera coadjuvante até mesmo no propósito de divertir, e não é mais necessária para o público em geral. Nesses ambientes, aonde a atenção é dividida com efeitos visuais, drogas lícitas e ilícitas, busca por parceiros/as e ostentação, a música está se tornando cada vez mais vazia e “industrializada” – e os verdadeiros artistas estão perdendo seu espaço para produtos da mídia.

    Que fique claro que não estou me opondo à existência de todos os elementos citados no parágrafo anterior; o problema é a importância deles, que em muitos casos está acima da música. Em ambientes onde o artista disputa cada metro quadrado do palco com amigos do dono da balada, o ingresso feminino é mais barato (ou gratuito) e o cliente que compra champanhe com foguetinho brilha mais que o DJ, alguma coisa está errada. E entramos numa decadência sem tamanho a partir do momento em que os donos das casas noturnas e festivais perceberam que seu público busca estas coisas, e decidiram não mais investir em artistas inovadores e de talento. Hoje é comum vermos os melhores horários e datas serem ocupados por pessoas ligadas a empresas patrocinadoras, ou por pessoas influentes do meio, geralmente numa tentativa de conseguir uma “retribuição” de qualquer espécie. Falando dos internacionais, quem manda são as grandes agências – que por coincidência ou não, têm como proprietários os mesmos sócios dos maiores clubs e festivais do país.


    E viva o vazio!

    Em resumo, estamos vivendo o fim da curadoria artística. Com a desculpa de que “precisamos atrair público e pagar nossas contas”, hoje é o departamento de marketing que decide quem toca, quando toca e que destaque recebe – e o resultado é que clubs e festivais estão se tornando cada vez mais um espaço voltado a quem busca todos os outros atrativos, exceto a música. Paga-se cachês altos para DJs e produtores de talento duvidoso, enquanto os poucos que ainda valorizam a música como arte sequer conseguem espaço de destaque nos line-ups, ainda que cobrando muito menos. Mesmo artistas consagrados fora do país têm tido dificuldade para encontrar seu espaço na cena nacional – ótimo exemplo é ver que, apesar de termos diversos clubs com reconhecimento internacional, os artistas listados pelo Resident Advisor como melhores apresentações ao vivo (live acts) do mundo raramente são vistos nas festas brasileiras.

    O resultado negativo disso é que quem deveria ser o formador de opinião, o responsável por trazer novidades e enriquecer a cultura nacional, se tornou escravo do seu próprio público. Não bastando, mesmo os raros que gostariam de apostar em novidades acabam escravizados pela situação, pois o excesso de festas apresentando “mais do mesmo” acaba saturando o mercado, e um núcleo inovador dificilmente alcança a sustentabilidade.

    Para reverter a situação, não existe outra forma senão estes grandes abrirem os olhos e iniciarem um processo de renovação. Muito se fala que educar o público é papel do DJ, mas antes dela a própria casa deve fazer isso. Não será algo rápido ou automático, mas se continuarmos nessa inércia em que estamos, o futuro da música eletrônica no Brasil estará comprometido.

    Originalmente publicado na edição 36 da House Mag.

  • Danghai Club comemora 4 anos com muita solidez na cena curitibana

    Neste mês Curitiba celebra o quarto aniversário desta que já está se tornando uma das baladas de música eletrônica mais características da cidade: o Danghai Club. Desde a festa de inauguração com Boris Brejcha, em 2009, muitas lendas da cena mundial já passaram por lá: Marc Houle, Dr. Lektroluv, Tocadisco, Popof, Dusty Kid, Felguk, Format: B, Captain Hook, Neelix, entre muitos outros.

    Para comandar a festa de aniversário, um artista inédito para a casa, mas que com certeza está no gosto do seu público: Stephan Bodzin. Além dele, o line-up conta com alguns nomes de Curitiba que fizeram parte da história da casa: Soundman Pako, Kultra, Edu Lima & Maykon Santolli (Pimp Chic), Delippe Reitenbach e os residentes do Villa Nova. Completando a lista do palco principal, Marcelo Medeiros, Lucas Bravo e Alex Zimmer.

    A festa terá também um palco alternativo, com o house de Mateus B, Rhalley, Germano Resner, Eduardo Cavassim, Bruno Romaniv, James Araújo, Dan Polastri e Octavio Neto. Os ingressos estão à venda antecipadamente pela rede da Uni Ingressos.

    SERVIÇO

    Site oficial: www.danghai.com.br
    Evento oficial: https://www.facebook.com/events/557862747609493/
    Ingressos: www.uningressos.com.br

  • Kaballah confirma edição em Curitiba em setembro de 2013

    Em março de 2009, Curitiba recebeu sua última edição da Kaballah Festival, que se despediu da cidade com uma das melhores edições realizadas até então, com direito a Dusty Kid em seus tempos áureos, uma das últimas apresentações “em forma” do GMS, um Perfect Stranger no auge do Free Cloud, um James Zabiela fazendo o que bem entendeu nas CDJs, um surpreendente Adam K que não deixou ninguém ir embora, e muito, muito calor.

    Quatro anos se passaram, e finalmente a Kaballah anuncia sua próxima edição open air em Curitiba: será realizada no dia 22 de setembro, no Jockey Club do Paraná. Além do local inédito, o dia e hora surpreendem: 10:00 da manhã de um domingo.

    O line-up ainda não foi divulgado, mas a organização do festival garante que será “padrão Kaballah” 😉

    SERVIÇO

    Evento: https://www.facebook.com/events/485998691475818/
    Fanpage: http://facebook.com/Kaballah