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  • Quem é Logica?

    O Logica tinha tudo para ser mais um preenche-lineup sem graça para a cena. Alok Petrillo e Bhaskar Petrillo (que não faz mais parte do projeto) são filhos de Juarez Petrillo, vulgo Swarup, a cabeça por trás do Universo Paralello e da Vagalume Records. Sendo assim, a primeira reação que se tem é “Ah, só estão tocando porque são filhos de gente importante“, certo? Pois desta vez não! Já tem bons anos que o Logica toca na cena psytrance do Brasil (UP, Respect, Ecologic etc), sendo recebido pelo público com muito respeito e até ansiedade, fato esse que o levou a vencer uma enquete organizada pela Tribaltech, garantindo seu lugar no line-up do festival.

     

    Assim como a maioria dos produtores de full on, atualmente Alok tem também um projeto “low bpm” (no idioma dos fritos), o que faz com que o trabalho do Logica tenha uma sonoridade bastante influenciada pelo techno. Apesar disso, ele vai na contra-mão dos colegas e ainda trata o projeto full on como prioridade, o que é ótimo para esta cena. Uma track sua que ficou bem famosa e, de fato, é uma das melhores, é o seu remix para Hey Boy Hey Girl, do Chemical Brothers:

    Conforme dito acima, o psytrance de Logica é muito influenciado pelo techno, o que tornam as tracks bem características, difícil de se dizer “é parecido com isso”. No máximo, lembra um pouco a última fase do Growling Machines (antes do fim não-oficial do projeto), mas lhes digo que é ainda melhor que o duo super-hypado. Confiram os trabalhos mais recentes dele em seu SoundCloud (destaque para Big Brother e Pow Pow):

    Latest tracks by LOGICA

    Logica já conquistou a cena roots e tem tudo para ter essa TribalTech como trampolim para os grandes festivais. Ele tocará no mainstage, ao lado de medalhões como Astrix e Neelix, e sem brincadeiras: apostamos que será melhor que ambos.

  • Space Ibiza vai abrir filial no Brasil

    Em termos de música eletrônica, o litoral de SC é privilegiado: possui dois dos melhores superclubs do país, quiçá do mundo. Sim, estou falando do Warung Beach Club e da Green Valley, que apesar dos focos distintos, dividem a atenção do público local, existindo inclusive uma rivalidade. E se você achava que “esta cidade é pequena demais para os dois“, surpreenda-se com a notícia de que o superclub espanhol Space Ibiza vai abrir uma filial em Balneário Camboriú em 2012!

     

    Fundado em 1989 por Pepe Roselló, o club é considerado um dos mais importantes do mundo. Possui como residentes ninguém menos que Carl Cox e Armin van Buuren, o que já é uma indicação de que virá para competir muito mais com a Green Valley do que com o Warung. O interessante é que não se trata de uma franquia desorganizada: o club escolhe com muita cautela e critério onde e como abrirá suas filiais, tanto que só existem duas atualmente, sendo uma em Dubai e a outra em Sharm (Egito). A escolha do Brasil para receber a terceira filial com certeza não foi à toa.

    Detalhes do empreendimento, como localização exata, data de abertura e tamanho da casa estão sendo guardados a 7 chaves pelos empresários por trás dele. Tudo começará a ser revelado a partir de 11 de outubro, quando haverá uma festa de pré-lançamento na praia de Estaleirinho, para poucos convidados especiais. Sejam o que foram, uma coisa é certa: é a música eletrônica ganhando cada vez mais espaço no nosso país!

  • Oliver Huntemann anuncia novo álbum para novembro

    Quando o techno invadiu a cena raver brasileira, nos idos de 2007, alguns produtores se tornaram queridinhos do público, e passaram a ter parada obrigatória no Brasil várias vezes ao ano. Oliver Huntemann é um destes – já tocou em diversas edições da XXXperience, da Tribe, da Kaballah, sem contar a presença nos grandes clubs, como Vibe e D-Edge. Esta onipresença é justificável, afinal, o cara é muito bom no que faz.

     

    Além das pedradas da carreira solo, como 37 Degrees, Dexter e o remix para Do It Again do Chemical Brothers, Huntemann já fez grandes trabalhos ao lado de Stephan Bodzin (Rubin, remix de Everything Counts e todo o projeto Rekorder), de Dubfire (Dios, Fuego), sem contar o fato de que é marido de Xenia Beliayeva. Neste ano estreou um live bastante inovador, usando a Reactable, uma mesa multi-toque que interfere na música de uma forma completamente diferente.

    O álbum Paranoia, marcado para sair em novembro, será duplo: o CD “oficial” e um DVD bonus, com remixes, versões e videos ao vivo do produtor. Duas participações de peso estão confirmadas – Ane Trolle (famosa por fazer o vocal em Moan, megahit do Trentemoller) e o veterano DJ de Chicago, Robert Owens. A promessa é de que será um trabalho voltado para a pista de dança, mas sem perder a característica. Se manter o nível do álbum anterior, H3, será mais um para ficar na estante dos grandes lançamentos da música eletrônica!

  • Novo álbum do Korn terá fortes influências de música eletrônica

    Quem não é muito envolvido com a cena pode estar se perguntando agora “O que o novo album de uma banda de rock está fazendo aqui no Psicodelia.org?“, mas os mais antenados vão se lembrar que já tem tempo que o Korn está mergulhando no mundo da e-music, especificamente falando, desde a participação do vocalista Jon Davis na música Smashing The Opponent, do Infected Mushroom.

    E pelo jeito eles pegaram gosto pela coisa. Ao ser perguntado sobre o próximo álbum de estúdio da banda, Jon Davis afirmou: “Bem, aqui está um 12” de dubstep!“. Segundo o vocalista, o disco, que se chamará The Path of Totality, terá a participação de diversos produtores renomados da cena. A prova disto é a track Get Up, que conta com a colaboração de ninguém menos que Skrillex:

    Korn – Get Up (Feat. Skrillex) by kornofficial

    De fato a mistura entre new metal e complextro (o nome que vem sendo dado ao electro-dubstep encabeçado por Skrillex) ficou interessante. Parece que o timbre motosserra soa mais agradável na guitarra do Munky, não sei. Mas enfim, a gente gostando ou não, uma coisa é fato: este album é importante para a cena. Cada vez mais, os grandes artistas do mainstream estão incorporando a música eletrônica em seus trabalhos. É um movimento que podemos dizer que começou com a David-Guettização do pop, e agora pode dar um passo importante com a Skrillexação do new metal.

    E para tocar em seu live, Skrillex fez uma versão “mais eletrônica” da música, que pode ser ouvida abaixo:

    E vocês, o que acham disso tudo? O disco do Korn será decente? Essa invasão da música eletrônica no mainstream é positiva?

    PS: Se está perdido nessa bagunça de Skrillex, dubstep, complextro e a nova cena mainstream dos EUA, sugiro ler este post do Bate Estaca.

  • Quem é Round Table Knights?

    Falar de quem você conhece há tempos e gosta, é fácil. Mas e a novidade, como julgar? É muito fácil você pegar um line-up formado por artistas que você não conhece, descobrir de forma rasa que todos tocam um rótulo que não te agrada e dizer que “está uma merda“. Calma, eu me incluo nesta crítica, se olharem o histórico do que já publiquei aqui, no Twitter e no Facebook, com certeza terão algo para esfregar na minha cara. Mas é exatamente por isso que proponho a vocês me acompanharem nesta exploração do desconhecido no próximo mês. Hoje começamos a nova seção do Psicodelia.org: Quem é?

    Para estrear, escolhemos o duo que está escalado para tocar no Black Tarj stage da TribalTech 2011: Round Table Knights. Formado pelos suíços Biru Bee e Marc Benfay, o projeto já tem 10 anos de estrada, mas começou a despontar mesmo na cena mundial no ano passado, com os EPs lançados pelo selo Made to Play, consolidando esta ascenção no início deste ano, com o lançamento do álbum Say What?!. O RTK é classificado como house, mas não se engane: sua linha de som possui grandes influências de blues, jazz e até mesmo rock de garagem. O resultado disso é uma música com identidade própria e sonoridade interessante. Vejam como cai bem na pista:

    Só ele me convenceu a dar uma olhadinha no set deles dia 29, mas ouvindo o SoundCloud dos suíços barbudos pude ter certeza de que o seu trabalho é diferenciado:

    Latest tracks by Round Table Knights

    Naturalmente, o projeto está no Facebook e no Twitter, caso desejem curtir/seguir:

     

     

     

     

    E então, o que acharam? Vale ver o set na TribalTech? Fiquem ligados, nos próximos dias conheceremos vários artistas novos, de todas as vertentes. É abrir a mente e deixar a diversidade fluir!

  • A farsa Jesus Luz: até quando vamos aguentar?

    Qualquer pessoa que não passou os últimos dias na roça ficou sabendo da polêmica do último sábado envolvendo nossa figurinha carimbada Jesus Luz. Se você é das que não soube, resumo o causo: o “ex-brinquedinho da Madonna” (apelido carinhoso via @Tocadisco) foi convidado a ir ao Altas Horas para falar sobre sua carreira de DJ.

    Após uma entrevista “merchan” meio sem conteúdo, nosso mais famoso polêmica-star DJ foi fechar o bloco discotecando um pouco (Madonna, é claro!) e pronto… Assim que o video da participação caiu na rede, todo mundo foi analisar procurando defeito e batata! Aparentemente os LEDs do mixer e da CDJ não apareciam acesos, ou seja, era fake, um grande teatro. Confira comigo no replay:

    Imediatamente o assunto foi parar no Porra DJ, que esbanjou aumento de mais de 500% nas visitas diárias e uns 50.000 acessos sobre o referido post, e originou vários reblogs, como no Te Dou Um Dado, por exemplo. De prontidão, Serginho Groisman defendeu o seu convidado no Twitter, ao mesmo tempo que seu empresário apresentou justificativas mil nos meios de comunicação e enviou e-mails mal educados para blogueiros (PORRA!), promoters e casas noturnas que comentavam o assunto.

    Analisando com mais calma, de fato, o mixer estava ligado, vide este botão Cue do canal 3 aceso:

     

    Por fim, Gabriel Lucas do Factóide nos lembrou que dificilmente um DJ vai se apresentar de fato em um programa destes: além de não haver tempo suficiente para um verdadeiro DJ Set, a estrutura técnica de um programa de TV não permite “grandes coisa”. Bem, se o fechamento do bloco no Altas Horas foi fake ou não, realmente não interessa. Convenhamos: este fato só ganhou notoriedade por se tratar exatamente de Jesus Luz, alguém famoso por ser fake e embolsar mais dinheiro do que grandes gênios da profissão de disc-jockey. Então por que não aproveitamos o fato para reviver o debate?

    Senta que lá vem história… PORRA®!

    Tudo começa em 2009, quando o (até então) respeitadíssimo club Green Valley, tido pela DJ Mag como o melhor do Brasil e o terceiro melhor do mundo, o colocou para tocar no horário nobre do line-up. Tocadisco, DJ experiente e de carreira de projeção internacional estava presente e denunciou no Twitter. Fotógrafos que estavam presentes selaram o caso: foi fake. Pelo teatro, o garoto levou a bagatela de R$18.000,00. Para se ter noção, é mais do que grandes nomes como Trentemoller, Gui Boratto, Loco Dice e muitos outros já ganharam para tocar neste mesmo club.

     

     

    Alguns chegaram a dizer que ele seria a salvação da e-music, pois abriria os olhos de produtores de eventos e público para as farsas, mas o que vimos nos dois anos seguintes foi exatamente o contrário: muitas outras sub-celebridades gostaram da idéia e a cena house-pop-leiga foi invadida por ex-BBBs, atores, modelos e até ex-prostitutas achando que, da noite pro dia, viraram DJs. Tá aí mais uma vez o PORRA DJ que não me deixa mentir: o blog recebe mais de 5 denúncias diárias de dead acts e similares mundo afora e conta com um acervo de centenas e/ou milhares de posts sobre o assunto. Na onda, até uns tidos como DJs de verdade e TOP DJs internacionais já foram denunciados, incluindo o próprio Top 14 da DJ Mag, Steve Angello.

    A pergunta que temos que nos fazer é: o que precisamos fazer para moralizar novamente a cena?

    Algo tem que ser feito para expulsar estes charlatões do lugar que deveria estar sendo ocupado por quem estuda e se dedica para ser um bom DJ! Pode soar meio radical, mas PORRA! Atores que voltem para a televisão, modelos que voltem às passarelas e ex-BBBs que voltem… que voltem… que voltem ao ostracismo! E antes de culpar o público, vamos lembrar que quem vai nessas festas é o público leigo, que um dia antes estava no show do Luan Santana e no dia seguinte vai estar em um churrasco de universidade, ou seja, pessoas nem aí para a música que vão seguir o que tiver que seguir.

    Vamos culpar quem então? Donos de club, promoters, agentes? NÃO SEI. Está na hora de moralizar. Um levante de boicote aos clubs, encher seus twitters e facebooks de comentários negativos, sugerir artistas decentes, exigir seriedade por parte de quem promove o mercado do entretenimento noturno. Isso vale não só para quem contrata ex-BBB: podemos estender para qualquer tipo de evento, que adoram colocar pessoas não capacitadas a exercer o seu trabalho nas cabines.

    E então, quem está conosco?

    Post produzido especialmente para o PorraDJ, em parceria com Jesus Light.

  • Que tal fazer parte do novo EP do Boris Brejcha?

    O produtor e DJ alemão Boris Brejcha, em parceria com a gravadora Harthouse, lançou um concurso cultural ligado ao seu novo trabalho – a música Schaltzentrale. São duas modalidades: produtores concorrerão com remixes e designers com artoworks para o futuro EP da música.

     

    Para participar, basta entrar neste link, aonde é possível ler as regras e baixar tudo o que for necessário: sample pack no caso dos produtores e logos no caso dos designers. Precisa se registrar no forum, mas não se preocupem, é gratuito. A track original você pode ouvir abaixo:

    Boris Brejcha – Schaltzentrale by FOEM

    O autor do melhor remix leva 1 ano de conta pro no SoundCloud e no Headliner.fm, além de ter seu trabalho lançado pela Harthouse. Do segundo ao quarto lugar o prêmio é o mesmo, tirando a conta no Headliner.fm. Para o melhor artwork, nada além de ter seu trabalho usado e devidamente creditado no lançamento mundial do EP.

    Não é nada, não é nada, pode ser o primeiro passo da sua carreira, não custa nada participar! 😉

    Via Carambola e Tribe.

  • Tribaltech 2011 divulga seu line-up completo!

    Depois de soltar um pré-line avassalador, a Tribaltech finalmente divulgou seu lineup completo, inclusive dividido por pista. Confiram abaixo:

     

    Main Stage

    Astrix The Commercial Hippies Headroom
    Logica Captain Hook Neelix
    Element Marc Romboy Popof
    Oxia Kanio Noob

     

    Black Tarj

    Johnny D Oliver Klein Wareika
    Simon Barker Seuil Le Loup
    Round Table Knights Renato Ratier Gromma
    Rolldabeetz Rodrigo Carreira Mario Deluca

     

    Organic Beat

    Criolo Móveis Coloniais de Acaju Orquestra Brasileira
    de Música Jamaicana
    O Lendário
    Chucrobillyman
    Klezmorim Mordida






    Match  

     

    Funk You

       
    Murillo Schasko Trotter 
         
    Anaum   Kojake  

     

    Some todos estes artistas à volta do Parque de Diversões, do Bungie Jump e do Laser Beam Factory, e temos a construção completa do festival multicult de 2011. E então, vamos?

  • Este sábado é dia de Time no Danghai Club

    Diz-se que os projetos mais despretenciosos são os que alcançam maior sucesso. Se é uma regra, difícil afirmar, mas a festa Time, do Danghai Club, é um grande argumento a favor desta teoria.

    Criada em 12 de março deste ano, a Time surgiu da simples idéia de oferer espaço para DJs nacionais apresentarem seu trabalho. O nome é justificado pela sua longa duração, necessária para que todos os artistas da noite possam desenvolver sua atmosfera com tranquilidade. Surpreendendo a todos os otimistas, esta festa beirou o público de 1000 pessoas, algo alcançado por poucos medalhões que já visitaram o club, como Felguk e Boris Brejcha. Diante de tal sucesso, outras edições vieram e sempre com grandes públicos, o que fez com que ela se tornasse nome constante na agenda da casa.

    In The Hall of The Mountain King by Kultra

    Neste final de semana ela chega a sua quinta edição e, como de costume, valorizando a cena local. No line-up encontramos desde grandes promessas, como Kultra, Diego Lima e Yuri Bernardi & André Borges, bem como medalhões da cidade, como Jeje e Rolldabeetz. Além das atrações musicais, que indicam que teremos som de qualidade do começo ao fim, temos também a confirmação do videomapping, tecnologia que confere um impacto visual incrível ao palco. E para completar, uma festa que acaba 11 horas da manhã não podia deixar de ter um generoso café-da-manhã para os seus visitantes, não é mesmo?

    Os ingressos não estão à venda – assim como na nossa festa com Captain Hook, a entrada é apenas para a lista. Mulheres pagam R$10,00 seco ou R$20,00 consumíveis, enquanto que homens pagam R$20,00 seco ou R$50,00 consumíveis. Para adicionar seu nome na lista, basta preencher o formulário abaixo:

  • Tandava divulga todos os detalhes da edição 2011

     “Não surgiu um novo conceito. As coisas não vão mudar e nada será resgatado. Não é nada melhor ou maior de tudo que você já viu. Não é inédito e nem ao menos é um evento. O respeito existe, mas o publico não, existe um encontro entre amigos e amigos de amigos.”

    Com a frase acima o Tandava Gathering era criado em 2008 para ser um festival, ou um encontro como alguns podem preferir, sem fins lucrativos, feito por pessoas que possuem outra atividade profissional e desenvolvem essa idéia por simples e convicta crença na cena underground. Hoje, acertos, erros, bons momentos, apresentações inesquecíveis e quatro anos depois, o festival se firma como o maior do sul do país, trazendo cada vez mais estrutura e grandes artistas, sem perder sua essência.

    Como o próprio site diz, o Tandava é para todos que querem experimentar, para aqueles que respeitam a si mesmo e aos outros. Na verdade é mais do que isso, é feito para quem apenas deseja alguns dias fora da maçante realidade do cotidiano. E tudo isso é materializado através da música e da arte. A música assume o papel de sincronizar, não só o a pista de dança, mas o ritmo de tudo que acontece no festival, e a arte visa elevar, ainda que por alguns dias, a percepção de você para com o mundo ao seu redor e, principalmente, com você mesmo.

    Fugindo do tom lúdico e emblemático que os mais céticos podem preferir evitar, os principais motivo para qual o Tandava foi criado são a diversão, o sorriso, o bem-estar.

     

    Agora que todos já entenderam porque o Tandava é especial, vamos ao evento em si. Marcado para iniciar exatamente às 11:11pm do dia 11/11/11, o evento se extenderá pelos 4 dias subsequentes, encerrando-se apenas no feriado de 15 de novembro. Serão 180 horas de música ininterrupta, divida em duas pistas: a principal e a alternativa. A principal seguirá a estrutura já conhecida: psytrance, progressive, dark, electro, house techno. A alternativa fará jus ao seu nome e terá dias separados por selos: sexta We Are The Night leva nu disco, Chicago e breaks para a pista; sábado é a vez de Funk You e muita funky e soul music; no domingo Vive La Musique é o responsável por levar electro-clash, new rave e indie para o Tandava e, por fim, segunda-feira Step One fará as vezes do dubstep, glitch e UK garage, a “moda do momento” na europa.

    Mas voltando agora ao palco principal, vamos ao line-up. Os dias e horários ainda não foram divulgados, mas podemos contar já com os nomes abaixo. Notem que vocês podem ouvir o SoundCloud deles clicando no player abaixo da foto e até mesmo curtir suas páginas no Facebook com o botão de Like!

    Rinkadink

     
    Sensient

     
    Flow & Zeo

     
     

    Shane Gobi

     
    Element

     
    Kultra

     

     

    Iguana

     
    Minimal Criminal

     
    Matera

     

    Swarup Nana Torres

     
    Ricardo Estrella

     

    Elijah Hatem
    Onionbrain

     
    AfaHell 



    Kantek
    Psapo 
    Ahlan Droid 

    Obviamente que para preencher os quatro dias, existem muitos outros artistas bookados, que você pode conhecer pelo site oficial do evento clicando aqui.

    Bem, você deve estar se perguntando, como faço para ir? Agora ficou fácil, pois o Psicodelia.org é um ponto-de-venda do evento! Sendo assim, se há interesse em comprar seu ingresso para o Tandava, basta nos contatar via e-mail (contato@psicodelia.org) ou pela nossa fanpage no Facebook (http://facebook.com/Psicodelia.org). O primeiro lote está custando R$70,00 e se encerra dia 16/set. O segundo lote custará R$110,00 e durará até 17/out, quando entra o último lote, ao preço de R$130,00. Se preferir, no site oficial todos os outros PDVs estão listados, inclusive por cidade. Bem, sendo assim, corra e garanta o seu pelo menor preço! E nos vemos no festival 😉